Empresas utilizam veículos diferenciados para se destacar

DXP
Image: instagram

Após a entrada da empresa Uber, com todos os detalhes que a diferenciam de um táxi comum, aparentemente o mercado encontrou um nicho que está se espalhando para outros produtos. A mais nova aposta são os carros autônomos.

Os testes já começaram, inclusive aqui no Brasil, mas a meta é ter total aceitação somente a partir de 2020. Em outros países, as empresas de aluguel de carros – fortemente afetadas pelo Uber, não foram apenas os taxistas que sentiram a estratégica entrada no mercado dos carros pretos – também já estão adotando recursos interessantes.

Tal qual as simpáticas bicicletas, que possuem estações e podem ser desbloqueadas através de cartões pré-pagos, carros de aluguel testam a mesma estratégia para se aproximar dos consumidores. Não seria interessante alugar um carro, sem tanta burocracia, e pagar uma quantia fixa para uma necessidade pontual? É preciso ver se dará certo ainda.

Já a empresa de entregas Domino’s, famosa em todo o planeta, apostou em um veículo exclusivo para seu empreendimento. Com uma capacidade de carregar cerca de 40 pizzas de cada vez, o DXP pode revolucionar o setor, ainda mais no horário de pico. Os concorrentes com menor possibilidade de investimento vão sofrer demais.

O automóvel conta com um sistema de aquecimento que faz com que a pizza chegue à casa do consumidor com a mesma temperatura que tinha ao sair do forno, mesmo muitas horas depois. É quase impossível conseguir competir com tamanha eficiência.

A possibilidade de expansão que o veículo traz vai revolucionar o mercado, e a empresa já consegue ver a diferenciação fazer efeito nos Estados Unidos. Em países como o Brasil, é fácil perceber que uma estratégia como esta pode dizimar inúmeros pequenos concorrentes.

O mercado não só vai mudar como já é possível ver as diferenças de abordagem acontecendo. Estudos sobre o impacto devem ser realizados com urgência pelas empresas do setor, se não quiserem perder mercado rapidamente. E os fãs de automóveis aguardam, ansiosos, pelo que vem pela frente.

Uber oferecerá corridas grátis em carros autônomos ainda este mês

Uber_carro_autonomo
Imagem: Divulgação

Várias montadoras e empresas de tecnologia planejam entrar no mercado de carros autônomos. Curiosamente, boa parte delas coloca a data de 2021 para isso. Os cinco anos seriam necessários para o consumidor se acostumar e algumas regras básicas serem estabelecidas. Mas uma empresa não pretende esperar tudo isso. O app Uber tem planos de colocar alguns de seus veículos sem motorista ainda neste mês nas ruas. E as corridas serão gratuitas.

O CEO de Uber, Travis Kalanick, disse que o plano é longo e visa lançar veículos autônomos da marca no mercado. “É só uma questão de tecnologia”, enfatiza. Até o final de 2016, a empresa planeja ter ao menos 100 automóveis desse tipo rodando em Pittsburgh, Estados Unidos.

Os veículos serão SUVs Volvo XC90. Os autos serão modificados por engenheiros da Universidade de Carnegie Mellon, que fica em Pittsburgh. Os testes estão sendo feitos desde maio e Kalanick crê que não há mais motivos para adiar as provas com usuários e nas ruas da cidade.

Motorista é o carona
O CEO diz que a oferta do serviço gratuito para os carros autônomos são uma forma de ganhar a confiança dos clientes do app. O usuário escolherá o tipo de carro que deseja em uma nova função do aplicativo. Mas o veículo não será completamente sem motorista.

Um condutor que presta serviço para a empresa ficará sentado no banco do motorista. Ele não fará nada, a não ser que haja alguma eventualidade de interferência humana no carro que roda sozinho. No final, ele deve ser mais um carona e uma boa companhia para conversas durante a viagem.

Outro carona deve estar nesses veículos. O Uber colocará alguns engenheiros para que monitorem em tempo real os dados emitidos pelo carro e como o automóvel se comporta com a nova tecnologia. Com isso, o passeio pode não ser o mais silencioso de todos, mas certamente será uma aula de tecnologia para os amantes por novidades.

Uber dos caminhões já fez 3 mil fretes. E sem roubos

CargoX atinge a marca de embarques sem sinistros
CargoX atinge a marca de embarques sem sinistros

Considerada a Uber dos caminhões, a CargoX comemora a marca de 3 mil embarques. Todos sem sinistros. Para a transportadora, que opera conectada com uma rede de mais de 100 mil caminhoneiros autônomos, a ausência de acidentes ou roubos nos fretes realizados para seus clientes merece destaque no país, onde o transporte rodoviário de cargas é alvo da criminalidade.

Os furtos de cargas cresceram 42% no país desde 2012. Os prejuízos nos últimos dois anos somam R$ 2 bilhões, conforme levantamento da Associação Nacional do Transporte de Cargas & Logística (NTC&Logística). A violência nas estradas também é alarmante. As taxas de mortes no trânsito correspondem a 23,4 para cada 100 mil habitantes, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

O monitoramento com tecnologia de ponta é um dos segredos da CargoX para garantir a segurança dos veículos em trânsito. O contato com sua rede de motoristas autônomos sobre oportunidades de cargas e rotas é feito por um aplicativo próprio, de uso interno. Os ados gerados diariamente por algoritmos oferecem os melhores trajetos, priorizando a segurança e otimização do percurso. “Nós utilizamos as informações produzidas por nosso BI para estabelecer procedimentos durante o transporte, para trazer mais segurança. A tecnologia e o big data são fortes aliados em nossa operação”, esclarece Alan Rubio, diretor de logística CargoX.

O treinamento dos caminhoneiros também é útil para a segurança em transporte, além da gestão da frota. “Os veículos passam por uma inspeção rigorosa que visa analisar todos os itens de segurança do veículo e o estado de conservação. A condição do caminhão tem impacto direto no aumento ou redução dos índices de acidentes”, informa o executivo.

Mesmo com os números crescentes de incidentes nas estradas brasileiras, a companhia pretende manter os resultados obtidos agora com relação à segurança no transporte de suas cargas. “A CargoX  está feliz com os resultados e vai continuar investindo nas melhores tecnologias para poupar o motorista e o embarcador de possíveis imprevistos. O nosso objetivo é fornecer um serviço de transporte inovador, de qualidade e seguro aos nossos clientes “, assegura Alan Rubio.

 

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Cabify: Espanhola chega ao Brasil para brigar com Uber

Cabify estabelece valor fixo por distância percorrida e abre participação a taxista
Cabify estabelece valor fixo por distância percorrida e abre participação a taxista

Além da pressão de taxistas e governos contrários ao serviço de carona remunerada, o aplicativo Uber terá, a partir de maio, um forte concorrente no Brasil. O app espanhol Cabify, que já opera em seis países, inicia as atividades em São Paulo dentro da proposta de estabelecer-se no país e ampliar a operação na América Latina.

Há cinco anos, Cabify iniciava o atendimento na Espanha com a mesma proposta do Uber: conectar motoristas particulares a passageiros e intermediar caronas remuneradas. À Agência Reuters, o chefe das Operações da Cabify no Brasil, Daniel Velazco Bedoya, afirmou que a empresa aguardava um cenário mais favorável, que surgiu após a Prefeitura de São Paulo regulamentar o táxi preto. Para Bedoya, o Brasil tende a ser a maior fonte de receita da empresa. O serviço deve ser lançado em breve em outras quatro cidades do país.

Cabify oferece a motoristas autônomos a opção de cadastro, mas o serviço também poderá ser prestado por taxistas. Diferente do Uber, que cobra valores mais altos em horários de pico e locais de grande demanda, o app concorrente vai atuar com tarifa fixa baseada na quilometragem percorrida.

Polêmica
O polêmico Projeto de Lei 421/2015 em tramitação na Câmara de Vereadores de São Paulo com a proposta de regulamentar o modelo de compartilhamento de automóveis por meio de aplicativos deve ser votado nesta semana. Na última quarta-feira, 20, o assunto voltou a esquentar os ânimos de participantes contrários e favoráveis ao PL em audiência pública na casa.

Aprovada em primeira votação, a matéria está na fase de contribuições, que envolve também…[LEIA MAIS]

Uber aposta no mercado brasileiro de logística. E as transportadoras?

CargoX já tem 100 mil caminhoneiros cadastrados
CargoX já tem 100 mil caminhoneiros cadastrados

Por Larissa Czaplinski* – O criador aplicativo Uber, que coloca os usuários em contato com os automóveis de passageiros com condutor, está tentando expandir seus horizontes com novas áreas de mercado. Após gerar grandes polêmicas com os taxistas, que alegam perder grande parte dos clientes para o aplicativo, Oscar Salazar, sócio do aplicativo, está investindo agora no que está sendo conhecido como “Uber dos Caminhões”, que é o aplicativo CargoX.

A empresa já possui em sua base cerca de 100 mil motoristas cadastrados. Segundo o criador do projeto, a ideia é aproveitar a ociosidade do mercado que chega a 40% do Brasil, trazendo aos clientes 30% de economia garantida com o uso do aplicativo, que trabalha com otimização de rotas e fretes menores.

A nova empresa aposta que o mercado brasileiro de cargas rodoviárias poderá passar pela mesma transformação que o transporte individual de passageiros, pautada em algumas diretrizes já encontradas no próprio Uber: agilidade, flexibilidade, qualidade na experiência do contratante e uma base de motoristas cadastrados com processo de triagem rigoroso, bem como responsabilidade pelas cargas transportadas.

O que chamou a atenção dos criadores do aplicativo…[LEIA MAIS]

Tudo no seu lugar

"Fiscalização ao Uber em SP foi positiva", avalia Jorge Miguel
“Fiscalização ao Uber em SP foi positiva”, avalia Jorge Miguel

Por Jorge Miguel* – Olhar para a real necessidade e desejo do cliente talvez possa ser o único mérito do Uber. Mérito esse que não chega a ser uma verdade absoluta, já que no serviço de transporte privado de passageiros por fretamento o foco na necessidade do cliente é sua principal característica e maior argumento de vendas.

Meu objetivo não é discutir a legalidade ou a utilidade do Uber, mas é fato que com a pressão dos taxistas a “esse novo sistema”, o Poder Público iniciou uma fiscalização mais intensiva. E isso de certa forma foi muito bom, uma vez que com tal fiscalização “outros meios de transporte” vieram à tona: locadoras de automóveis com motoristas, transporte de turistas por agências de viagem ou de receptivo e, principalmente, transporte de executivos e outras denominações de passageiros realizados por locadoras de vans. Estes alegam prestarem serviços exclusivos, mediante contrato, sem estar à margem da lei, mas curiosamente, alguns reivindicam legislação própria.

Existem só dois tipos de transporte de passageiros caracterizados pela forma de contratação: o público, concedido e gerido pelo Poder Público e contratado mediante tarifa pública; e o privado, gerido pela iniciativa privada e contratado a preços de mercado. Ambos têm legislação específica em todas as instâncias de governo, sendo também possível diferenciar o transporte em coletivo ou individual.

A recente Lei Municipal 16.311/15, sancionada pelo prefeito de São Paulo Fernando Haddad, que trata especificamente do transporte privado coletivo, determina em seu Artigo 1º, § 3º que “a atividade de fretamento (transporte coletivo privado) deverá ser realizada por ônibus, micro-ônibus ou veículos mistos, com capacidade superior a nove pessoas”. Desta forma, todo o transporte remunerado realizado por veículos com capacidade superior a nove passageiros, se não for público, é privado e deve se submeter à citada lei.

É errado classificar o transporte pelo tipo de passageiro, como no passado fazia o setor de turismo, reivindicando legislação e tratamento diferenciado. Assim, não poderíamos impedir outras classificações como uma legislação para médicos, executivos, professores, religiosos, políticos, etc, mesmo entendendo que uma única pessoa pode ter tais atributos.

Outra tentativa de burlar a lei é desqualificar ou disfarçar…[LEIA MAIS]

Prefeitura de SP deve permitir uso de Uber sem restrições, decide justiça

Uber agora pode ser usado sem restrições na capital paulista
Uber agora pode ser usado sem restrições na capital paulista

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) obrigou a prefeitura da capital, por meio de liminar, a permitir o uso irrestrito do aplicativo de carona remunerada Uber. A medida é assinada pelo desembargador Fermino Magnani Filho, da 5ª Câmara de Direito Público.

“A vigilância [da prefeitura] deve restringir-se à análise das condições de conservação e de segurança do veículo, sua regularidade documental, aplicação das leis de trânsito, coibição de embriaguez ao volante, etc. A administração não pode apreender veículos, como diariamente noticiado, apenas porque tais motoristas não são considerados ‘oficialmente’ taxistas em um campo, ao que parece, ainda não convenientemente regulamentado da atividade econômica eletrônica”, diz o texto da decisão.

Ainda de acordo com o magistrado, a postura de taxistas que tentam impedir o uso do aplicativo pelos passageiros, usando até da violência, é equivocada. “Há inequivocamente, de parte dos antagonistas, motoristas de táxis ‘tradicionais’, pretensões monopolistas, temor à concorrência, o repúdio ao convívio com esse novo serviço, movimentos paredistas em vias públicas [em prejuízo da normalidade urbana]. E no extremo, violências físicas”.

O Uber considera que a decisão “legitima a proposta de regulação apresentada em consulta pública pelo prefeito Fernando Haddad”.

Por meio de nota, a Prefeitura de São Paulo informou que a liminar favorece o debate. “No momento em que todas as grandes metrópoles do mundo discutem a questão da Uber e de outras formas de transporte, a prefeitura de São Paulo se propõe a aprofundar o debate e divulgar os resultados da consulta pública [aberta em dezembro]. A conduta municipal nesse tema foi reconhecida internacionalmente, inclusive por especialistas da Universidade de Columbia e do Banco Mundial, como o melhor modelo proposto até o momento”.

A consulta pública encerrou no dia 27 de janeiro. Estão em processo de avaliação cerca de 6 mil propostas. Inicialmente, a ideia é oferecer crédito e cobrar as empresas de aplicativos por quilometragem rodada. O novo sistema prevê ainda o fornecimento e dados de deslocamentos em tempo real ao usuário e que motoristas que operam fora do horário de pico ou em regiões mais afastadas do centro tenham mais vantagens.

Multas
Em outra decisão, divulgada também na terça-feira, 2, o TJ-SP suspendeu a proibição de uso de verbas decorrentes de verbas de multas de trânsito pela prefeitura para custeio de pessoal, encargos e tributos da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

A medida suspende a decisão anterior, da 5ª Vara da Fazenda Pública da Capital, em deferimento ao pedido do Ministério Público. No entendimento da promotoria, a receita das multas deveria ser aplicada apenas em sinalização, engenharia de tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito, conforme o Código de Trânsito Brasileiro.

Para o presidente do TJ-SP, desembargador Paulo Dimas de Bellis Mascaretti, o caso deve ser analisado com mais profundidade. “Uma nova orientação acerca da melhor destinação dos recursos arrecadados com multas de trânsito reclama mesmo cognição exauriente, após manifestação…[MAIS]

Taxistas estão prontos para enfrentar Uber

Pesquisa mostra que taxistas estão conectados e prontos para usar tecnologias a favor da profissão
Pesquisa mostra que taxistas estão conectados e prontos para usar tecnologias a favor da profissão

Cerca de 60% dos taxistas que participaram de pesquisa inédita no Brasil que definiu o perfil da categoria responderam que estão prontos para enfrentar o aplicativo de carona remunerada Uber. No entanto, 72% se posicionaram contra a legalização.

Os taxistas estão conectados. O celular é o principal dispositivo para acesso à internet. Os aplicativos de corridas são utilizados por 33% dos entrevistados. A maioria (72%), ainda opera em pontos fixos e 33,4% estão ligados a cooperativas.

Ainda que prontos para ampliar a clientela com o auxilio da tecnologia, o Uber é visto como uma pedra no sapato para 68,6% dos participantes que dividem as ruas com os carros particulares que usam o aplicativo nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo. Para a maior parte da categoria, os carros do Uber provocaram diminuição das corridas.

Para 94,9% dos respondentes a demanda pelos serviços caiu drasticamente em 2015.  O principal motivo, apontado por 43% dos profissionais, é a crise econômica. Outros 30% consideram a concorrência com o transporte clandestino.

Perfil
Realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), a pesquisa reúne as principais informações sobre o profissional e a atividade. Foram entrevistados 1.001 taxistas nas principais regiões metropolitanas de 12 Unidades da Federação.

A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 14 de novembro de 2015 em locais de grande fluxo de taxistas, como regiões centrais, aeroportos, estações rodoviárias, de metrôs e de trens urbanos. Os taxistas responderam questões sobre saúde, rotina de trabalho, segurança e concorrência com o Uber, entre outros assuntos.

A autonomia para definir os horários de trabalho é a maior vantagem para 62,3% dos entrevistados. Outros 74,6% consideram a profissão perigosa e 51,4%, desgastante. Sobre os riscos, 28,5% disseram que já foram vítimas de assalto pelo menos uma vez nos últimos dois anos.

A renda mensal líquida dos profissionais é de R$ 2,6 mil. Os gastos com combustível chegam a R$ 1,3 mil por mês, em média. A pesquisa mostra também que a maior parte dos táxis em circulação têm mais de seis anos de uso e que a burocracia é o principal entrave para obter a permissão, apontada por 41,7%. Outros 57,8% se queixaram da falta de fiscalização para combater o transporte clandestino.

Saúde
O estresse da profissão tem seus reflexos na saúde. A sondagem revela que 74,2% dos motoristas estão acima do peso; 16,7% já tiveram ou tratam de problemas de pressão alta. Outros 14,7% se queixaram…[MAIS]

Em SP, secretaria de Transportes “dá tapa” em visual de taxistas

Taxistas deverão usar trajes finos em SP
Taxistas deverão usar trajes finos em SP

A partir desta segunda-feira, 18, taxistas de São Paulo vão ter que caprichar no visual. Entra em vigor a Portaria nº 183/2015, instituída pelo Departamento de Transportes Públicos (DTP) que institui novas regras de conduta e padronização de trajes usados pelos profissionais. A medida da gestão Haddad tem como foco oferecer diferenciais no serviço prestado pelos taxistas para aumentar a competitividade com o aplicativo de carona remunerada Uber.

Agora, os taxistas deverão usar camisa e calça social e blazer em dias de frio. Já as mulheres deverão usar traje compatível. Taxistas da categoria luxo deverão trajar terno ou smoking. Com as novas normas, está proibido o uso de camisetas, tênis ou bonés.

A portaria exige ainda que os taxistas estejam com cabelos e barba arrumados e de unhas limpas. A higiene do táxi também passa a ser fiscalizada. Serão verificados, além da limpeza de assentos e bancos, a parte externa do veículo e o filtro do ar-condicionado.

Itens de conforto passam a ser obrigatórios. Entre eles carregadores de energia para celulares, tablets e notebooks. Outra exigência é oferecer ao cliente meios de pagamento eletrônicos. O ar-condicionado deverá…[MAIS]

GM investirá US$ 500 mi no app Lyft para compartilhamento de autos

GM investirá US$ 500 mi no "bigode rosa"
GM investirá US$ 500 mi no “bigode rosa”

Do Portal Voit A montadora de autos GM anunciou nesta segunda-feira, 4 de janeiro, que injetará US$ 500 milhões na empresa criadora do app de carona Lyft, conhecido pelo logotipo de um bigode cor-de-rosa. O objetivo é participar do mercado de compartilhamento de carros particulares e criar um novo modelo de negócio para a indústria automobilística.

O modelo do investimento será feito como uma parceria estratégica. Com isso, a GM espera montar uma rede sob demanda de veículos autônomos. O anúncio de ambas as companhias reforçam o valor investido, um dos maiores já feitos pela GM, e na intenção de entrar com força na economia compartilhada, um segmento que está fazendo o sucesso de marcas como o Uber.

Nesse modelo, usando carros autônomos, não seria necessário um motorista. O próprio veículo teria condições de pegar o passageiro, entregá-lo em seu destino e partir para mais um serviço. O uso de tecnologias como robótica, localização, sensores e SMAC seriam incluídos para…[MAIS]