GM vai investir 4,5 bi em fábricas brasileiras

A General Motors anunciou investimentos de R$ 4,5 bilhões nas unidades de São Caetano do Sul, Joinville e Gravataí. O montante deve ser injetado no país até 2020.

O presidente da GM Mercosul, Carlos Zarlenga, explicou que além do investimento de R$ 1,4 bilhão no Complexo Industrial de Gravataí, a marca vai injetar nas outras duas unidades verba com foco no desenvolvimento de novos produtos e tecnologia.

“A GM tem um compromisso histórico com o Brasil, onde está presente com sua marca Chevrolet há mais de 92 anos. Estamos realizando o maior plano de investimentos da indústria no país, o que reforça nossa confiança no potencial de crescimento do mercado. O novo aporte às operações em São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul vai permitir ampliar a linha de produtos da Chevrolet, oferecendo o que há de mais avançado no mercado em tecnologia, com foco em conectividade total, segurança e eficiência energética”, disse Zarlenga.

Os novos investimentos vão contribuir para ampliar a competitividade das operações no Brasil e preparar a GM Mercosul para se tornar uma plataforma de exportação global.

 

Uber oferecerá corridas grátis em carros autônomos ainda este mês

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Imagem: Divulgação

Várias montadoras e empresas de tecnologia planejam entrar no mercado de carros autônomos. Curiosamente, boa parte delas coloca a data de 2021 para isso. Os cinco anos seriam necessários para o consumidor se acostumar e algumas regras básicas serem estabelecidas. Mas uma empresa não pretende esperar tudo isso. O app Uber tem planos de colocar alguns de seus veículos sem motorista ainda neste mês nas ruas. E as corridas serão gratuitas.

O CEO de Uber, Travis Kalanick, disse que o plano é longo e visa lançar veículos autônomos da marca no mercado. “É só uma questão de tecnologia”, enfatiza. Até o final de 2016, a empresa planeja ter ao menos 100 automóveis desse tipo rodando em Pittsburgh, Estados Unidos.

Os veículos serão SUVs Volvo XC90. Os autos serão modificados por engenheiros da Universidade de Carnegie Mellon, que fica em Pittsburgh. Os testes estão sendo feitos desde maio e Kalanick crê que não há mais motivos para adiar as provas com usuários e nas ruas da cidade.

Motorista é o carona
O CEO diz que a oferta do serviço gratuito para os carros autônomos são uma forma de ganhar a confiança dos clientes do app. O usuário escolherá o tipo de carro que deseja em uma nova função do aplicativo. Mas o veículo não será completamente sem motorista.

Um condutor que presta serviço para a empresa ficará sentado no banco do motorista. Ele não fará nada, a não ser que haja alguma eventualidade de interferência humana no carro que roda sozinho. No final, ele deve ser mais um carona e uma boa companhia para conversas durante a viagem.

Outro carona deve estar nesses veículos. O Uber colocará alguns engenheiros para que monitorem em tempo real os dados emitidos pelo carro e como o automóvel se comporta com a nova tecnologia. Com isso, o passeio pode não ser o mais silencioso de todos, mas certamente será uma aula de tecnologia para os amantes por novidades.

Locadoras seguraram montadoras em 2015

Locadoras foram maiores clientes da indústria em 2015
Locadoras foram maiores clientes da indústria em 2015

As locadoras de veículos tiveram relevante papel em 2015 no faturamento da indústria automotiva. Balanço divulgado pela Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA) revela o setor como maior cliente da indústria nacional. Naquele ano, que encerrou com um saldo negativo de 26,6% no volume de vendas das fabricantes em relação a 2014, as locadoras compraram 338 mil veículos, o equivalente a 14% das 2,4 milhões de unidades negociadas no período.

A maior parte dos veículos comprados foi da montadora Fiat (16,4%); seguida pela Renault (11,9%), Volkswagen (10,5%), Ford (7,9%), GM (6,9%) e Nissan (2,1%).

“As locadoras são as maiores compradoras de automóveis, tanto aqui como em países como os Estados Unidos, França, Inglaterra, Alemanha e Canadá”, confirma Jorge Pontual, diretor comercial da ABLA. Isso significa que, na prática, o segmento é fundamental para a indústria automobilística atingir suas metas e objetivos estratégicos. “Para isso, tanto as montadoras quanto o setor financeiro poderiam e deveriam se aproximar com mais intensidade e interesse também dos pequenos e médios empresários do nosso segmento, que representam um enorme potencial de negócios no Brasil”, continua Pontual.

Faturamento
Levantamento aponta ainda que o faturamento das locadoras de veículos atingiu R$ 16,2 bilhões. O número de empresas do setor chegou a 7.455 e a frota total de veículos de locação atingiu 853.217 unidades.

Os modelos econômicos, de motor 1.0 litro, compõem a metade da frota do setor. Em seguida aparecem compactos (motores entre 1000cc e 1800cc), com 23%. Veículos utilitários e vans somam 9%, de luxo, com motorização acima de 2.0 litros, representam 4% da frota. Já os modelos premium figuram 5% de participação. A idade média dos veículos das locadoras é de 19,5 meses.

Do total de veículos de locadoras, 21% foram destinados…[LEIA MAIS]

Governo deve ajudar a conter crise do setor automotivo

Medidas incluem programa de renovação da frota
Medidas incluem programa de renovação da frota

O governo federal deve anunciar medidas de estímulo ao mercado de veículos. Segundo afirmou à Agência Estado, o presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Alarico Assumpção, participará das discussões que devem focar em programa de renovação da frota nacional que será lançado ainda neste mês.

Assumpção disse que o compromisso ainda é “verbal” e evitou entrar em detalhes. Uma proposta em estágio avançado é dar ao consumidor que possui um veículo com mais de 15 anos ou caminhão com mais de 30 a oportunidade de trocá-lo por um novo em concessionárias autorizadas ou revendas. Na prática parece comum, no entanto, o veículo entregue, ao invés de voltar para o mercado, seria destinado para a reciclagem.

Além do crédito oferecido na entrega do usado, governo e Fenabrave estudam oferecer mais vantagens para o consumidor que for pagar o valor restante, com a possibilidade de uma linha de crédito com juros mais atrativos.

A entidade espera um impacto adicional de 500 mil veículos novos. No caso dos caminhões, o acréscimo estimado é de 30 mil unidades. Outras…[MAIS]

Olhando para 2016

Para Sowade, momento é de estimular a competitividade
Para Sowade, momento é de estimular a competitividade

Por Frank Sowade* – Ao olharmos para 2016 temos algumas poucas certezas, entre elas a de que a indústria da mobilidade continuará a fazer a lição de casa para manter as empresas produtivas. Essa é uma questão vital para qualquer setor produtivo, que foi muito bem retratada no Congresso SAE BRASIL este ano, que teve esse tema para os debates.

Sim, produtividade sempre foi e sempre será tarefa da indústria, que jamais deixou de realizá-la por razões óbvias, mas a competitividade, que gera as condições necessárias para a sobrevivência das empresas e a saúde de qualquer economia, depende principalmente de ações do governo.

Como brasileiros e como participantes de um segmento industrial tradicionalmente forte e representativo no PIB brasileiro, aguardamos com ansiedade essas ações. A lição de casa do governo bem poderia começar por um acordo nacional para solucionar a crise política que paralisa nossa economia, e seguir com a aprovação urgente de um pacote fiscal.

Um cenário mais positivo é tudo o que os mercados precisam para reverter a expectativa de alta do dólar e ajudar no controle da inflação.

Precisamos ser competitivos agora para aproveitar nossa capacidade ociosa, que supera 50%, e gerar excedente de produção para o mercado externo. Exemplos..[MAIS]

Vendas financiadas de veículos caem 19,5% no RS

RS corresponde a 87% das vendas financiadas de veículos em outubro na Região Sul
RS corresponde a 87% das vendas financiadas de veículos em outubro na Região Sul

As vendas a crédito de veículos sofreram queda de 19,5% no Rio Grande do Sul, de janeiro a outubro deste ano. Levantamento da Cetip aponta que foram financiadas 267.765 unidades em 2015 contra 332.807, em igual período de 2014.

O balanço inclui automóveis e utilitários leves, motocicletas e veículos pesados. As vendas de caminhões e implementos rodoviários tiveram a pior baixa, de 31,9% – foram 12.710 unidades em 2015 ante 18.670, no ano passado. Os financiamentos de motocicletas recuaram 18,3% – 21.092 contra 25.802 – e os de autos leves, 18,8% – de 232.584 para 286.275 na mesma base de comparação.

Em relação a outubro do ano passado, os financiamentos de veículos retraíram 31,1% – foram 25.568 unidades neste ano ante 37.106, em 2014. Já frente a setembro de 2015, outubro registrou baixa de 1,4% nas operações: no nono mês do ano foram financiadas 25.941 veículos.

Destaque
Os automóveis leves, que atingiram 22.118 unidades em outubro no Rio Grande  do Sul, correspondem a 87% dos financiamentos na região Sul. A categoria tem como destaque os veículos usados, que somaram 15.007 unidades financiadas no período.

Além disso, em outubro, foram financiados 1.905 motos e 1.275 pesados. Com um total de 85.393 veículos financiados em outubro, a região Sul manteve-se com o segundo maior volume…[MAIS]

Medidas protetivas “esquentam os motores” do mercado automotivo no Brasil

Ana: Inovar-Auto pode revolucionar setor automotivo
Ana: Inovar-Auto pode revolucionar setor automotivo

Por Ana Cristina Martins Cavalcante* – Depois de um bom período de aparente estabilidade, o Brasil enfrenta uma grave e forte crise financeira que abala todos os setores da economia. O setor privado e o Governo buscam meios de diminuir os gastos, seja com o corte dos ministérios, diminuição nos investimentos do PAC –Programa de Aceleração do Crescimento, suspensão dos concursos públicos, volta da cobrança da CPMF e outras medidas que possam contribuir para a retomada do equilíbrio do mercado interno.

As empresas privadas, principalmente as do ramo automotivo, com o objetivo de enfrentar a queda brusca da demanda por bens e serviços e evitar o fechamento de postos de trabalho, adotam o chamado lay off, que nada mais é do que a suspensão temporária do contrato de trabalho, mediante um acerto entre o empregador e o sindicato.

Mas estas não são as únicas saídas para melhorar ou contribuir para o fortalecimento do setor automotivo. Nesse contexto, pouco se fala sobre o Programa Inovar Auto, idealizado pelo Plano Brasil Maior que é um projeto envolvendo política industrial, tecnológica e de comércio exterior do Governo Federal, cujo objetivo é sustentar o crescimento econômico, sair da crise internacional com o foco direcionado para a inovação com o adensamento produtivo da indústria brasileira.

O Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores, criado pela Lei n° 12.715/2012, com validade para o período de 2013 a 2017 (Inovar-Auto), é definido como “o regime automotivo do Governo Brasileiro que tem como objetivo a criação de condições para o aumento de competitividade no setor automotivo, produzir veículos mais econômicos e seguros, investir na cadeia de fornecedores, em engenharia, tecnologia industrial básica, pesquisa e desenvolvimento e capacitação de fornecedores.”.

As metas deste programa são: elevação da eficiência energética dos veículos (incorporando nos veículos brasileiros as tecnologias disponíveis para melhorar a eficiência energética), aumento da segurança dos veículos produzidos e comercializados no Brasil, fortalecimento e consolidação da cadeia de autopeças, principalmente com a capacitação e investimento em tecnologia industrial básica, ampliação do uso das autopeças fabricadas localmente, nos carros produzidos no país e consolidação do setor automotivo no Mercosul e em contrapartida as empresas habilitadas terão benefícios fiscais relativos ao IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados.

De acordo com a lei n° 12.715/2012, só podem ser beneficiadas as empresas habilitadas e para garantirem a habilitação precisam preencher os seguintes requisitos: produzir veículos no país; comercializar mesmo que não produzam; ou ter apenas um projeto de investimento para produção de veículos no país.

De acordo com informações do site do MDIC -Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o Programa Inovar-Auto apresenta, no momento, 55 habilitações – 23 de fabricantes, 15 importadores e 17 projetos de investimento, e destas 25 já foram renovadas.

Atualmente empresas como Agrale S/A, Fiat Chrysler Automóveis Brasil LTDA (habilitação como montadora e importadora), Ford Motor Company Brasil LTDA, General Motors do Brasil LTDA Honda Automóveis do Brasil LTDA, Hyundai Motor Brasil LTDA, Mercedes-Benz do Brasil LTDA, Volvo Car Brasil Importação e Comércio de Veículos LTDA, estão comprometidas com as metas deste programa.

Trata-se de um grande passo para o avanço do mercado automotivo. E não devemos nos apegar…[MAIS]

Brasileiro dá preferência para “carro pelado” na hora de financiar

up!, da Volkswagen, é um dos carros básicos mais financiados
up!, da Volkswagen, é um dos carros básicos mais financiados

Com o orçamento cada vez mais apertado, o brasileiro tem preferido financiar o carro zero quilômetro de entrada, ou seja, o modelo de configuração mais básica e mais barato no portfólio de uma marca. Balanço divulgado pela Cetip revela que, no primeiro semestre deste ano, a crise influenciou diretamente na escolha do consumidor que, no mesmo período do ano passado, financiou mais hatches pequenos, agora com menor participação no mercado de vendas.

Mesmo com a retomada no período, os carros pelados perderam espaço ao longo dos anos. Em 2011, a participação de veículos nesta configuração no volume de vendas era de 35%. Quatro anos depois, a representatividade

recuou nove pontos percentuais. Os hatches, no acumulado dos últimos anos, vêm aumentando sua presença e passaram de 16%, em 2011, para 25%, em 2015.

Os segmentos de sedãs pequenos e SUVs também tiveram participação ampliada. De 17% do total financiado em 2011, o sedã pequeno ampliou sua margem para 19%, no acumulado deste ano. As SUVs também mostraram uma curva ascendente, passando de 8%, em 2011, para 11% de presença no mercado de financiamentos em 2015.

Líder também no total de financiados, a Fiat foi a marca com maior volume de carros de entrada adquiridos a prazo no primeiro semestre do ano, com um total de 66.544 unidades. Já a Chevrolet liderou os financiamentos dos hatches pequenos, com 40.684 unidades, e dos sedãs pequenos, com 38.825 unidades. A Ford foi a marca mais financiada das SUVs, com 12.997 unidades.

Com relação aos modelos, o Palio, da Fiat, foi o mais financiado dos carros de entrada, com 42.306 unidades. Já o Gol foi o segundo, com 28,5 mil unidades, e o Ka, terceiro (25.775).

Fidelidade
A chegada de novas montadoras nos últimos anos quase não interferiu no gosto do brasileiro pelas marcas de veículos há mais tempo no mercado nacional. Nos seis primeiros meses do ano, que totalizam 745.055 financiamentos de autos novos, as preferências continuaram sendo por modelos da Fiat, Chevrolet e Volkswagen, que dominam quatro regiões do país. No Sudeste, a procura maior é por carros da Fiat e Chevrolet.

Já em todos os estados brasileiros, Palio, da Fiat, é o mais financiado no primeiro semestre em 12 estados. Pela primeira vez, o Classic, da Chevrolet, o HB20, da Hyundai, e o Fox/Crossfox, da Volkswagen, apareceram como os modelos mais financiados. O Classic lidera três estados no Norte e Nordeste, enquanto o HB20 ocupa a primeira posição no Espírito Santo e o Fox/Crossfox lidera no Sergipe.

O Onix, da Chevrolet, é o mais procurado em cinco estados: Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba e Pernambuco. O popular Gol, da Volkswagen, que por anos foi o carro mais vendido do Brasil, hoje concentra o maior volume de financiamentos em Goiás, Mato Grosso e Pará. O HB20, da Hyundai, é o mais vendido por crédito no Espírito Santo.

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Com “cenário extremamente difícil”, setor automotivo amarga queda de 22% na produção

Setor previa período negativo para produção e venda no trimestre
Setor previa período negativo para produção e venda no trimestre

A produção de veículos no Brasil caiu 22% no primeiro bimestre na comparação com o mesmo período do ano anterior. O cenário, classificado de “extremamente difícil” pelo presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan Yabiku Junior, confirma as projeções nada otimistas para o setor neste trimestre.

“Em fevereiro tivemos menos dias úteis em razão da celebração do Carnaval em todo o País, sendo que no ano passado as festividades foram realizadas em março. Contudo, não há dúvidas de que os ajustes atuais, aliado ao aumento do IPI no início do ano, têm impactado diretamente a confiança do consumidor, comprovando a tese de que teremos um primeiro trimestre extremamente complexo”, afirma Moan.

Comparados os meses de fevereiro, a retração neste ano foi de 28,9%. No mês passado foram produzidos 281,6 mil veículos.

As vendas também seguem em ritmo lento, com retração de 23,1% no volume de financiamentos no bimestre, passando e 572 mil unidades para 439,8 mil, na comparação. Em fevereiro a queda foi de 28,3% ante o mesmo período de 2014, com 185,9 mil veículos vendidos. Ante janeiro, a queda foi de 26,7%.

Em contrapartida, as exportações arrancaram com alta de 91,8% na comparação de fevereiro sobre janeiro – de 16,3 mil para 31,3 mil. No acumulado a queda é de 7,2%. Quarenta e sete mil veículos deixaram as fronteiras brasileiras em 2015, enquanto que, no bimestre de 2014, foram 51,2 mil unidades.

Já os financiamentos tiveram queda de 10,8% em janeiro, conforme balanço divulgado pela Cetip. As unidades financiadas somaram 497.447 no primeiro mês do ano entre automóveis leves, motocicletas e pesados, dos quais 223.610 eram zero quilômetro. Em relação a dezembro, as operações registram queda de 20,4%.

Com menor poder de compra, o brasileiro tem procurado por veículos com tempo de rodagem maior. O levantamento ainda aponta que, entre as faixas etárias dos automóveis leves, aqueles de quatro a oito anos de uso apresentaram o maior avanço e atingiram 142,2 mil unidades em janeiro, um aumento de 3,7%, ante dezembro.

Lojas do setor automotivo são fiscalizadas em Belém e interior do Pará

Agentes conferem em Belém selo do Inmetro em equipamentos de segurança
Agentes conferem em Belém selo do Inmetro em equipamentos de segura

Lojas do setor automotivo de Belém de o interior do Pará são fiscalizadas pelo Instituto de Metrologia do Estado (Imetropará). Até sexta-feira, agentes vão verificar a conformidade de itens como capacetes, pneus, cadeirinhas, rodas e vidros de segurança temperado com as normas e características do Inmetro.

“A iniciativa tem foco na segurança dos consumidores. Por isso, é importante que o cliente identifique no mercado produtos que tenham sido avaliados, por meio de ensaios e testes, para validar a utilização com garantias”, enfatizou o gerente da divisão de avaliação da conformidade do Imetropará, Jorge Figueiredo.

Além de Belém e região metropolitana, a ação é realizada também em Bragança, Capanema, São João de Pirabas e Santa Maria do Pará. Lojistas flagrados vendendo produtos sem o selo do Inmetro serão multados. Por lei, o dono do estabelecimento tem o direito a recorrer até 10 dias depois da autuação.

Radares
O Imetropará iniciou também nesta semana a aferição de radares instalados nas ruas de Belém. O primeiro equipamento aferido está instalado no cruzamento da Avenida Tavares Bastos com a Almirante Barroso. Também foi verificado o funcionamento de equipamentos na Travessa Lomas Valentinas.

Nesta quinta-feira, a operação será realizada na Avenida Júlio Cesar. “É com o equipamento chamado tacógrafo que o Imetropará realiza a aferição dos radares instalados em Belém. O instrumento fica dentro do carro teste do órgão que passa pelo menos 10 vezes em cada faixa das vias vistoriadas, o objetivo é checar se a velocidade medida pelo aparelho é a mesma registrada pelo radar”, explica o gerente de Instrumentos do Imetropará, Emerson Leite.

As ações nas lojas e nas ruas fazem parte da Operação Boa Viagem, que acontece até sexta-feira, 6. O objetivo do órgão é preservar a vida dos paraibanos durante as viagens para os festejos carnavalescos.