Pedágio e viagem de ônibus passam por reajustes em SP. Saiba valores

Tarifa de pedágio terá alta de 9,32% em praças de rodovias paulistas
Tarifa de pedágio terá alta de 9,32% em praças de rodovias paulistas

Trafegar por estradas paulistas sob concessão ficará mais caro a partir desta sexta-feira, 1º, quando passa a valer o reajuste de 9,32% nas tarifas de pedágio. O reajuste, autorizado pela Agência de Transportes de São Paulo (ARTESP) tem como base o IPC-A acumulado de doze meses, como estipulado em contratos de concessão. Ao mesmo tempo, a Agência anuncia alterações na tabela do transporte público intermunicipal de passageiros.

A receita dos pedágios viabilizou R$ 4,7 bilhões em obras, manutenção e recuperação da malha concedida. Outros R$ 450 milhões foram repassados para prefeituras relativos a impostos. A verba pode ser usada pelas administrações municipais para investimentos em prioridades.

O início de pedágio na Rodovia dos Tamoios também começa a partir desta data. A concessionária só poderia iniciar a operação das praças quanto atingisse 6% das obras de duplicação do trecho de serra, entre outras exigências previstas em contrato.

As praças dos quilômetros 15,7 e 56,6 passarão a cobrar, respectivamente, R$ 3,50 e R$ 6,20. A tarifa é parte da remuneração que irá viabilizar a construção de 21,6 quilômetros de novas pistas para a duplicação do Trecho de Serra da rodovia – obra orçada em R$ 2,6 bilhões.

ACESSE O LINK PARA CONSULTAR OS NOVOS VALORES DE PEDÁGIO NAS PRAÇAS DAS CONCESSIONÁRIAS.

Transporte
O sistema de transporte intermunicipal de passageiros terá novo valor a partir do dia 5 de julho. O percentual estabelecido de 9,56% representa a recomposição dos custos operacionais do sistema, variações de itens como diesel, que aumentou 10,28%, além do reajuste de 9,33% dos salários da categoria.

Outro componente é o preço dos ônibus suburbanos e rodoviários novos, que sofreram aumento de 16,23% e 22,32% respectivamente. Os passageiros que viajam com frequência podem comprar seus bilhetes rodoviários antes do reajuste – as passagens têm validade de 12 meses. 

 

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Viajar de ônibus vai ficar mais caro a partir de julho

ANTT autorizou reajuste de 9% na tarifa
ANTT autorizou reajuste de 9% na tarifa

Viagens para outros estados ou países vizinhos de ônibus vão pesar no bolso do consumidor. A partir de julho passa a valer reajuste de 9,042% sobre a tarifa vigente nos serviços de transporte rodoviário.

Novos valores não se aplicam às linhas intermunicipais. O reajuste, autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), foi publicado na edição do Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 23, por meio da Resolução nº 5.123. O órgão justifica que a revisão recompõe o poder aquisitivo da moeda em razão de variações inflacionárias que trazem impactos aos custos do serviço prestado. O valor que passa a ser praticado no próximo mês foi definido com base no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e na variação do preço do óleo diesel.

A Lei nº 12.996/2014, que trata, entre outras coisas, do regime de autorização dos serviços de transporte interestadual e internacional de passageiros, dispõe que a ANTT, por um período de até cinco anos, contados da publicação do regulamento, poderá fixar as tarifas máximas dos serviços regulares de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros, bem como os critérios para seu reajuste. Com a edição da Resolução ANTT nº 4.770/2015, a ANTT estabeleceu a fórmula para o reajuste do coeficiente tarifário que poderá ser definido pela Agência até 18 de junho de 2019. Após essa data, as transportadoras terão liberdade para estipular a tarifa de seus serviços.

Opção na crise
A proximidade do período de férias escolares é de expectativa também para o turismo, especialmente com relação aos destinos domésticos. Com o orçamento apertado, a maior parte das famílias que planejam viajar no período deve optar por roteiros mais econômicos. E o transporte escolhido também se enquadra nesse perfil. A intenção dos viajantes de fazer os deslocamentos de ônibus apresenta alta, segundo pesquisa do Ministério do Turismo.

A opção pelo modal rodoviário alcançou 17,2% da preferência dos viajantes ante 10,9% verificados em igual período do ano passado. O crescimento, no entanto, não afeta a demanda por voos. O avião permanece na primeira posição, sendo mencionado por 55,6% dos turistas.

Já o desejo dos brasileiros de conhecer destinos nacionais tem o maior índice dos últimos cinco anos. Entre os que planejam viajar nos próximos meses, 79,7% miram roteiros dentro do país, uma alta de 5,6% na comparação com igual período do ano passado. Na comparação entre os meses de maio de cada ano este foi o quarto crescimento consecutivo.

De acordo com o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, resultado se dá por uma soma de fatores como a valorização do dólar em relação ao real e a visibilidade dos destinos nacionais por conta dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. “Os olhos do mundo estão voltados para o Brasil, esse é o melhor momento para divulgar os nossos atrativos”, diz.

Participaram da sondagem 2 mil entrevistados de sete capitais: Salvador, Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília e Recife.

 

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Transporte público está à beira de um “colapso”, segundo NTU

Empresas de transporte operam no vermelho em Curitiba
Empresas de transporte operam no vermelho em Curitiba

Na mesma linha de outros setores como o movimento em rodovias concedidas à iniciativa privada, o uso do transporte público tem registrado constantes quedas nas capitais brasileiras. O setor amarga uma redução de 687 mil usuários por dia. Por ano, são 215 milhões de passageiros a menos transportados. Somado a outros fatores, o serviço está à beira de um colapso.

De acordo com a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), o cenário representa um prejuízo de R$ 680 milhões em 2015. “O que estamos vivendo é um fenômeno. Em nosso setor, nem sempre que há dificuldade econômica ocorrem perdas. Ao contrário, costumamos ter até ganhos na demanda, já que algumas pessoas, em geral, migram do carro para o ônibus. Mas, dessa vez, o nível de atividade econômica caiu muito, com inflação altíssima e desemprego histórico. Esses fatores, somados aos problemas da mobilidade urbana, explicam essa queda”, destaca Otavio Cunha, presidente da Associação.

Para o especialista, a falta de subsídios para o custeio da operação e de recursos par investimentos em infraestrutura somam-se à crise econômica e país num conjunto que desfavorece o setor. Muitas empresas passam por dificuldades financeiras e, em consequência, oferecem serviços de má qualidade aos usuários.

“Faltam políticas públicas que valorizem o transporte público. A única forma de transformar a crise em oportunidade é olhar com mais atenção para o setor e pensar em um fundo nacional. Atualmente, todo o custo da operação é repassado ao preço da tarifa e isso tem provocado reações da sociedade, com manifestações de movimentos sociais e até ações públicas na Justiça. Acuados com essa lógica, prefeitos não fazem os reajustes necessários e as empresas não conseguem reagir. Temos de sair desse ciclo”, ressalta Cunha.

Previsões
As previsões para 2018 preocupam empresários de todo o país. Nos últimos dois anos, houve queda expressiva na demanda por passageiros em Curitiba (-8%) e Goiânia (-7,9%).

Na capital paranaense, onde 32 empresas empregam 17 mil trabalhadores, a falta de subsídios, a gratuidade nas passagens e o reajustes tarifários comprometem a receita, o que causa o desequilíbrio nas contas das empresas que tem dificuldades em manter as linhas.

A falta de competitividade do transporte público em relação ao particular também figura entre os obstáculos, na avaliação do presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de Goiânia, Décio Caetano: “Até pouco tempo atrás, a economia estava bem ativa. Com as boas condições do crédito, as pessoas estavam deixando o ônibus e migrando para o carro. Com a crise, veio o desemprego e mais pessoas deixaram de usar o transporte público. No entanto, mesmo com o preço alto da gasolina, andar de carro ainda é considerado mais vantajoso, ao menos do ponto de vista financeiro”.

Mesmo com um reajuste tarifário de 12%, o transporte público na capital goiana não resolveu a situação financeira das empresas. “Não adianta, é preciso investir no sistema de transporte público para atrair mais passageiros. E está claro, pelas manifestações populares de 2013, que a população está no limite quanto ao preço da tarifa. Há um ciclo vicioso que não será resolvido apenas com a passagem”, sustenta Décio.

Pior ainda é o cenário no Rio de Janeiro. Desde abril do ano passado, cinco empresas foram fechadas e 2 mil pessoas foram demitidas.

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Voos para países vizinhos poderão custar menos

Proposta equipara tarifas aeroportuárias de voos para países vizinhos com destinos domésticos
Proposta equipara tarifas aeroportuárias de voos para países vizinhos com destinos domésticos

Viajar de avião para países vizinhos pode ficar mais barato. A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) do Senado aprovou proposta que vai equiparar as taxas aeroportuárias de voos com origem e destino em cidades fronteiriças com as viagens domésticas. A intenção é de que sejam praticadas as menores tarifas verificadas.

Se aprovada a medida, a integração com países vizinhos será facilitada. Hoje, a tributação e a regulação obsoletas dificultam esse processo e oneram voos internacionais. “As tarifas aeroportuárias de embarque de passageiros, acrescidas dos respectivos tributos, por exemplo, são de R$ 71,50, para voos internacionais, em comparação com R$ 21,57, para voos domésticos, nos aeroportos de 1ª categoria. Nos de 2ª e 3ª categorias, a diferença percentual é ainda maior. Esse mesmo tipo de diferenciação também ocorre nas demais tarifas aeroportuárias, assim como nas de navegação aérea”, destaca a proposta.

Leia também: Jovens podem viajar de graça em ônibus e trens interestaduais

O documento cita ainda que o tratamento diferenciado dado aos voos internacionais para as cidades gêmeas impede os municípios de fronteira, que têm maior integração com as nações vizinhas, de desenvolverem o potencial econômico, social e cultural.

Aprovado em caráter terminativo, o projeto não deve passar pelo Plenário e segue, assim, diretamente para apreciação da Câmara dos Deputados.

Novas regras
A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) vai alterar as Condições Gerais de Transporte, que tratam das…[LEIA MAIS]

Presidente da NTU: “precisamos democratizar o uso das vias públicas”

Para Filho, subsídios da Cide vão contribuir com redução de uso do carro particular
Para Filho, subsídios da Cide vão contribuir com redução de uso do carro particular

O presidente-executivo da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), Otávio Vieira da Cunha Filho, defendeu a subvenção do transporte público pela Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico (Cide-Combustíveis), em tramitação na Câmara dos Deputados. Durante audiência pública com parlamentares que debatiam o assunto, Filho afirmou que a medida é a porta para democratizar o uso das vias públicas.

“O automóvel hoje é um privilegiado na ocupação do espaço urbano: 75% das vias são ocupadas por eles, mas carrega apenas 20% dos usuários, enquanto o transporte coletivo, que ocupa 20% do espaço urbano, transporta 70% da população”, destacou Filho.

A reunião da comissão especial analisa a PEC 159/07 – já votada por comissões especiais e que agora segue para votação do Plenário – que inclui a comercialização e importação de biocombustíveis e seus derivados entre os itens sobre os quais incide a Cide-Combustíveis. Uma das propostas é que a Cide ajude a custear programas de transporte coletivo urbano para a população de baixa renda em cidades com mais de 50 mil habitantes.

Transporte individual
O presidente da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), Ailton Brasiliense Pires, também presente na audiência, comentou que a ocupação do espaço viário no horário de pico é de 80% de veículos particulares e 6% pelo transporte público. “Temos tempo perdido que afeta o custo operacional. Isto é uma decorrência de quanto o Poder Executivo, ao longo dos últimos 50 anos, trabalhou efetivamente…[MAIS]

Campanha orienta idosos sobre direito a gratuidade no transporte

Idoso deve reservar passagem 24h antes do embarque
Idoso deve reservar passagem 24h antes do embarque

Esclarecer aos idosos os direitos garantidos por lei da gratuidade no transporte público é o que levou a Fundação Procon e a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) a formarem parceria em campanha que será promovida ao longo do mês em comemoração ao Dia Nacional do Idoso, celebrado nesta quinta-feira, 1º. Uma das ações previstas é a distribuição da cartilha “Passagem gratuita para idosos”, nos principais terminais rodoviários do estado em 270 agências do Procon.

“A cartilha reforça o compromisso da Agência, alinhada com as diretrizes do Governo do Estado, de manter uma política pública de transporte importante para os idosos, possibilitando não só lazer de qualidade ao permitir que realizem viagens por todo Estado, mas também qualidade de vida”, afirma o diretor geral da ARTESP, Giovanni Pengue Filho.

Cerca de 500 mil exemplares da cartilha, que pode ser baixada gratuitamente aqui, serão entregues para usuários idosos nos terminais Tietê, Jabaquara, Barra Funda, de Campinas e de Santos, onde também estão previstas ações como palestras. Também haverá cartazes fixados nos terminais rodoviários e folhetos à disposição do público nos guichês das companhias.

O conteúdo explica de forma didática e simples que, desde janeiro de 2014, idosos com idade a partir de 60 anos podem viajar gratuitamente em ônibus intermunicipais rodoviários no Estado de São Paulo. Cada ônibus tem duas poltronas destinadas à gratuidade para os idosos. No entanto, é preciso fazer a reserva do lugar…[MAIS]

No DF, tarifa do transporte semiurbano ficará 18,39% mais cara a partir do dia 15

Reajuste do diesel e defasagem impactam em novo preço da tarifa
Reajuste do diesel e defasagem impactam em novo preço da tarifa

A tarifa do transporte semiurbano entre o Distrito Federal e municípios do entorno ficará mais cara a partir do dia 15. O reajuste de 18,39%, aprovado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 13.

De acordo com a agência, o reajuste mantém as condições financeiras e a continuidade dos serviços prestados pelas empresas. O último reajuste ocorreu em julho de 2012. O percentual do reajuste é definido a partir da totalidade dos custos da operação, que inclui o óleo diesel, que subiu 27,43% em dois anos. A tarifa passará a ser calculada com base no Coeficiente Tarifário de R$ 0,083164/pass.km.

O transporte semiurbano no DF foi concedido no início de janeiro para novas empresas vencedoras do leilão de lotes de linhas realizado em 23 de outubro do ano passado, na BM&BOVESPA. A empresa União Transportes Brasília LTDA ficou com o Lote 03 a um lance de R$ 0,084213/pass.km a uma demanda de 16,5 milhões de usuários por ano. Já o lote 04 é de responsabilidade da empresa Taguatinga Transportes e Turismo LTADA. O lance foi de R$ 0,083708/pass.km para demanda estimada em 21,90 milhões de passageiros por ano. Os dois lotes totalizam demanda aproximada de 38,45 milhões de passageiros/ano e a permissão para a operação das empresas será por quinze anos.

Veja as ligações que serão operadas pelas empresas UTB e Taguatur:

Lote

Ligação

Lote 03 Águas Lindas de Goiás Brasília
Águas Lindas de Goiás Brazlândia
Monte Alto (Padre Bernardo) Brasília
Monte Alto (Padre Bernardo) Brazlândia
Monte Alto (Padre Bernardo) Taguatinga
Novo Gama Brasília
Lote 04 Águas Lindas de Goiás Ceilândia
Águas Lindas de Goiás Taguatinga
Girassol (Cocalzinho de Goiás) Brasília
Girassol (Cocalzinho de Goiás) Taguatinga
Mansões Marajó (Cristalina) Brasília
Novo Gama Gama
Novo Gama Taguatinga

A partir da concorrência, será implementado um sistema de avaliação das empresas para acompanhar a prestação dos serviços. O resultado permitirá à ANTT incentivar boas permissionárias e punir práticas inadequadas.

Outro aspecto é o estabelecimento de idade máxima de 10 anos e idade média de 5 anos para a frota, o que permitirá a constante atualização da tecnologia veicular adotada no sistema, contribuindo para alcançar níveis ainda maiores de conforto e segurança para seus usuários. A frota chegará a 1.405 veículos.