No Paraná, 17 mil caminhoneiros passam por exame toxicológico

Campanha do Detran-PR mostra impacto do uso de drogas por caminhoneiros
Campanha do Detran-PR mostra impacto do uso de drogas por caminhoneiros

Desde março, quando passou a valer a Lei dos Caminhoneiros (13.103/15), que obriga motoristas habilitados para dirigir veículos como vans, ônibus e caminhões, a passar pelo exame toxicológico, 17,8 mil motoristas paranaenses fizeram o teste.

Apesar da resistência de órgãos de trânsito em exigir o exame para a renovação ou adição de categoria da CNH, questão, inclusive, que foi parar na Justiça e deu à maioria dos detrans a permissão de suspender o efeito da lei por medidas liminares, o Detran paranaense reconhece o impacto das drogas no trânsito. “As drogas que tiram o sono e permitem que o motorista profissional dirija por mais tempo, são um problema grave de saúde pública. Elas geram riscos não só ao usuário, mas para todos que cruzam com ele no trajeto”, destaca o diretor-geral da autarquia, Marcos Traad.

Pelo país, veículos pesados estão envolvidos em cerca de 40% dos acidentes com mortes. Nos Estados Unidos, onde as transportadoras fazem o exame toxicológico desde 2006, o índice de acidentes com profissionais sob efeito de drogas foi praticamente zerado.

De acordo com o psicólogo especializado em Neurociência Naim Akel Filho, as drogas podem ter efeitos devastadores no trânsito. “Mesmo em pequenas quantidades, as drogas interferem no funcionamento geral do cérebro, desorganizando as funções mentais/cerebrais. Diante de qualquer situação extraordinária ou inesperada – e que no trânsito ocorrem com frequência -, o cérebro é mais exigido e os efeitos das drogas fazem com que ele demore para reagir ou elicie respostas inadequadas, como acelerar em vez de frear”, explica.

Campanha
Na campanha do Detran-PR em alusão ao Movimento Maio Amarelo, uma das peças, inspiradas em fatos reais, traz o depoimento de um caminhoneiro que conta as consequência de usar estimulantes ao volante. “Quando a gente apaga com 40 toneladas de carga, acontece o que aconteceu comigo: você perde o volante, espreme um carro contra a mureta de proteção e escuta só os gritos no meio daquela bola de fogo”, lamenta.

Nos quatro primeiros meses do ano, as drogas mais apreendidas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em estradas paranaenses foram maconha (7,5 toneladas), cocaína (65,4 quilos), crack (42,5 quilos) e haxixe (9,8 quilos). Em 2015, foram recolhidos 60 mil comprimidos de anfetaminas no Estado.

Assista ao vídeo:

 

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Excesso de carga em motocicleta aumenta riscos de acidentes

Excesso de cargas aumenta riscos de acidentes
Excesso de cargas aumenta riscos de acidentes

Pilotar a motocicleta levando carga em excesso pode trazer riscos para a segurança no trânsito. A bagagem extra pode colocar em perigo a vida do condutor e de outros motoristas. Especialmente pela instabilidade, já que o peso extra pode causar o descontrole do veículo.

O motociclista deve considerar ainda o desgaste mais rápido da motocicleta, já que o desrespeito aos limites de peso reduz a vida útil das pelas como tração, freios e pneus. “O peso de bagagem e acessórios devem ser distribuídos da maneira mais nivelada possível em ambos os lados da motocicleta para minimizar o desequilíbrio ou instabilidade. É fundamental que o peso total do condutor, do passageiro, dos acessórios e da bagagem não excedam o limite máximo de carga”, orienta o diretor-geral do Departamento de Trânsito do Paraná, Marcos Traad.

Condutores preocupados com a segurança devem respeitar a cilindrada da moto. Quanto mais baixa for, menor é o peso que pode ser levado. Um ciclomotor de 50 cilindradas, por exemplo, suporta cerca de 90 quilos. Já as motocicletas de 100 a 150 cilindradas levam até 166 quilos.

“É importante verificar se os acessórios e as bagagens estão firmemente presos na motocicleta antes de pilotar, pois o deslocamento dos pesos podem criar um desiquilíbrio repentino”, complementa Traad.

Maio Amarelo
Para chamar a atenção para a prevenção de acidentes e redução do número de vítimas no trânsito, o Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) criou uma estratégia diferente. Como parte das ações do movimento Maio Amarelo, a autarquia criou 31 pequenas campanhas publicitárias, com duração de um dia cada uma, sobre atitudes que podem fazer a diferença.

O alerta é para o motociclista que pilota com carga incompatível. Assista ao vídeo, inspirado em fatos:

 

Bike x carro
Entre janeiro e abril, foram registradas 590 colisões entre automóveis e bicicletas no Paraná. Dados do Sistema Digital de Dados Operacionais da Polícia Militar do Paraná e do Corpo de Bombeiros revelam que das 602 vítimas, dez faleceram.

Seja pelos limites de espaço ultrapassados pelos condutores ou por desatenção dos ciclistas, o desrespeito à ciclovia é considerado uma das principais razões de acidentes pelo Departamento de Trânsito do Paraná (Detran). “Nos primeiros quatro meses deste ano, foram 30 acidentes envolvendo ônibus e bicicletas no Paraná. A diferença de tamanho torna mais grave a colisão. Por isso, reforçamos, no trânsito o maior sempre deve cuidar do menor”, lembra Traad.

Segundo a coordenadora do Programa Ciclo Paraná, Daniela Janaína Pereira Miranda, a educação no trânsito é fundamental para atingir a meta de transformar a bicicleta, atualmente usada no Paraná principalmente para o lazer, como meio de transporte. “O Ciclo Paraná tem promovido políticas estruturais por meio de educação no trânsito, relacionadas com o uso da bicicleta nas mais diversificadas situações de uso. Sendo essas ações realizadas por meio de seminários e outras ações educativas sobre os direitos e deveres no transito”, afirma.

Daniela explica ainda que um dos objetivos é fazer com que as pessoas entendam o quanto também é importante o respeito e cidadania na prevenção de acidentes de trânsito.

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PR tem 1,4 mil vítimas de atropelamentos em 2016

Atropelamentos tiveram alta de 3% em dois anos
Atropelamentos tiveram alta de 3% em dois anos

As vítimas de atropelamentos chegam a 1,4 mil só neste ano no Paraná. Entre as 1.387 ocorrências registradas, o Sistema Digital de Dados Operacionais da Polícia Militar do Paraná e Corpo de Bombeiros contabilizou 34 óbitos. A falta de respeito pelo pedestre às leis de trânsito é tida como a principal causa da violência.

Conforme apurado pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PR), muitos pedestres acidentados ignoram a faixa de travessia. “Quando o pedestre ignora a faixa, ele tem mais chances de não ser visto pelos motoristas e, dessa forma, coloca a própria vida em risco. A pressa de chegar em algum lugar ou a impaciência de esperar a sinalização também podem ser alguns motivos que estimulam essa ação, mas temos problemas de uso de fones de ouvido, falta de atenção e uso de celular”, explica o diretor-geral do Detran, Marcos Traad.

O total de óbitos por atropelamento registrou alta de 3,13% nos últimos dois anos. Em 2014 foram 128 mortes e, em 2015, 132 vítimas fatais. No ano passado foram registrados ao longo do ano 4.687 atropelamentos com 4.953 feridos.

Pelo Brasil, os pedestres ocupam o segundo lugar nas indenizações pagas pelo Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DVAT) por acidentes fatais, o equivalente a 27%%. Já nos acidentes com Invalidez Permanente, os passageiros de veículos e pedestres apresentaram a mesma participação nas indenizações: 92.518 e 92.271 (18%), respectivamente.

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Símbolo do Movimento

O laço usado como símbolo do Maio Amarelo já é um velho conhecido. Utilizado também em outros movimentos, como o Outubro Rosa, de combate ao câncer de mama, e o Novembro Azul, que combate o câncer de próstata, ele estimula atividades voltadas à conscientização e ao debate sobre os assuntos a que se refere. A cor amarela foi escolhida por ser a cor de advertência no trânsito. Mas por que o laço, que, até então, era usado para chamar atenção de doenças, foi escolhido para o trânsito? Porque os acidentes de trânsito são considerados uma epidemia. O trauma é uma doença e, portanto, na maioria dos casos, pode ser evitado. É isso o que o Movimento quer passar.

Por quê Maio?

A escolha do mês de maio para marcar essa mobilização foi motivada pelo fato da ONU (Organização das Nações Unidas) ter instituído a Década de Ação para Segurança no Trânsito, num mês de maio, em 2011. A cor amarela foi escolhida por simbolizar Atenção no trânsito. E o laço remete e à preservação da vida, imagem que também é usada em diversos movimentos, com cores diferenciadas. Basta lembrarmos a conscientização o laço da campanha contra a AIDS, em dezembro; o Outubro Rosa, movimento de conscientização contra o câncer de mama; e assim por diante.[/alert]

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Risco de acidente triplica em carros sem manutenção

Manutenção deve ser feita a cada seis meses
Manutenção deve ser feita a cada seis meses

Os riscos de ocorrer um acidente de trânsito são três vezes maiores em veículos que não passam por manutenção preventiva. A afirmação é do Departamento Estadual de Trânsito do Paraná (Detran-PR), que toma como base estudo que apurou as causas de acidentes rodoviários pelo país.

“Antes de sair com o veículo, é preciso saber se os componentes e peças do carro estão funcionando, dentro do tempo de vida útil e se não estão desgastados. Uma pane na estrada, por exemplo, atrasa a viagem de muita gente e aumenta o risco de colisões. Na chuva, um pneu careca tem mais chance de derrapar e se o limpador de para brisa estiver quebrado, o motorista não consegue nem ver o que está à frente”, lembra o diretor-geral do Detran, Marcos Traad.

O órgão orienta a manutenção preventiva dos principais itens do veículo, como freio, nível do óleo e amortecedor. O ideal é que a revisão seja feita a cada 10 mil quilômetros rodados ou seis meses. É importante ainda checar as luzes de farol, a suspensão, que garante o controle do veículo em freadas bruscas; e o cito de segurança.

“Além de priorizar pela segurança, quem evita desgastes das peças e não deixa para fazer a manutenção só quando o carro apresenta defeito também economiza. Nossa estimativa é que a manutenção de prevenção fique até 30% mais em conta que a corretiva”, completa Traad.

Carros bem cuidados também gastam menos combustível. A simples calibragem dos pneus pode reduzir em até 4% o consumo de gasolina, segundo dados do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV).

Estradas
Sete mil acidentes e 160 mortes ocorrem todos os anos em rodovias federais por conta de defeitos mecânicos nos veículos. As colisões e óbitos poderiam ser evitados se os veículos tivessem passado por inspeções periódicas.

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), os carros só poderiam ser liberados para circular no licenciamento anual se fossem aprovados em vistorias. Os itens inspecionados seriam os sistemas de iluminação, sinalização, freios, direção, eixo e suspensão, estrutura do veículo, pneus e rodas. Entre os estados, somente o Rio de Janeiro obriga que o veículo seja vistoriado, desde 1997.

Ouvido pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), o coordenador de educação do Departamento de Trânsito do Rio de Janeiro, João Marcelo Gueiros, a medida exigiu adequações, mas que surtiram resultados. “A inspeção é rigorosa. Se o veículo não estiver em condições, ele será retirado de circulação, o Detran não dá o licenciamento. A gente tem verificado nos acidentes que a conservação dos veículos pelos proprietários era inapropriada”, afirma.

Nas vistorias, 40 itens de segurança são verificados. João Marcelo reconhece que a medida nem sempre é bem vista pela população. Já o diretor técnico do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), Paulo Guimarães, lembra que é papel de todos iniciativas para que o Brasil tenha um trânsito mais seguro. “É necessário que a sociedade entenda que ela faz parte do problema, mas que também tem que fazer parte da solução. Ela deve ter a parcela de contribuição para que as coisas deem certo”, reforça.

Como a medida só é obrigatória no Rio de Janeiro, somente 7% de toda a frota nacional passa obrigatoriamente pela inspeção anual de segurança.

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Estacionar em local proibido pode ser fatal

Parar em local proibido pode ser fatal
Parar em local proibido pode ser fatal

Na pressa, muitos motoristas impacientes deixam de procurar uma vaga regular para estacionar em locais proibidos. Essa atitude, no entanto, pode provocar acidentes gravíssimos, com risco de morte. O alerta é do Departamento Estadual de Trânsito do Paraná (Detran-PR), que promove a campanha “31 Dias para Mudar o Trânsito”, uma série de ações de conscientização em apoio ao Movimento Maio Amarelo.

Somente no ano passado, 1.257 infrações foram registradas no trânsito por paranaenses que pararam o carro em locais irregulares e que, por esta razão, atrapalharam outros motoristas, pedestres e ciclistas. Um destes motoristas sabe dos reflexos desta atitude, aparentemente inofensiva. O relato, real, ilustra uma das peças publicitárias da autarquia e conta o desfecho de um carro parado por alguns minutos em um ponto de ônibus.

“Quando a gente saiu da casa para ver o que era, tinha um ônibus parado ao lado do meu carro e uma moto no chão. O ônibus parou meio que de susto já que o ponto estava ocupado pelo meu carro. O motoqueiro não freou a tempo, bateu em cheio no ônibus e morreu”, diz o depoimento. “Era um minutinho só que eu parei ali, um minutinho só. Mas foi tempo suficiente para matar uma pessoa”, termina.

Assista ao vídeo:

Infração
A multa para quem estaciona em local proibido e de R$ 85,13. A infração custa quatro pontos no prontuário do motorista. O Detran, no entanto, alerta para os problemas mais graves causados pela prática.

“Estacionar onde não deve atrapalha a visibilidade dos outros motoristas. Dependendo de onde o veículo está estacionado, o outro condutor, tem que avançar quase até o meio da rua para poder fazer um cruzamento e é nessa hora que pode ocorrer um grave acidente”, explica o diretor geral da autarquia, Marcos Traad.

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Símbolo do Movimento

O laço usado como símbolo do Maio Amarelo já é um velho conhecido. Utilizado também em outros movimentos, como o Outubro Rosa, de combate ao câncer de mama, e o Novembro Azul, que combate o câncer de próstata, ele estimula atividades voltadas à conscientização e ao debate sobre os assuntos a que se refere. A cor amarela foi escolhida por ser a cor de advertência no trânsito. Mas por que o laço, que, até então, era usado para chamar atenção de doenças, foi escolhido para o trânsito? Porque os acidentes de trânsito são considerados uma epidemia. O trauma é uma doença e, portanto, na maioria dos casos, pode ser evitado. É isso o que o Movimento quer passar.

Por quê Maio?

A escolha do mês de maio para marcar essa mobilização foi motivada pelo fato da ONU (Organização das Nações Unidas) ter instituído a Década de Ação para Segurança no Trânsito, num mês de maio, em 2011. A cor amarela foi escolhida por simbolizar Atenção no trânsito. E o laço remete e à preservação da vida, imagem que também é usada em diversos movimentos, com cores diferenciadas. Basta lembrarmos a conscientização o laço da campanha contra a AIDS, em dezembro; o Outubro Rosa, movimento de conscientização contra o câncer de mama; e assim por diante.

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A cada hora, três motociclistas sofrem acidentes no Paraná

Campanha alerta para riscos de acidentes com motocicleta
Campanha alerta para riscos de acidentes com motocicleta

Três acidentes são registrados por hora com motocicletas no trânsito paranaense. O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PR) revela que cerca de 500 motociclistas perdem a vida todos os anos no trânsito e 20 ficam feridos nestas ocorrências.

No Brasil, os motociclistas são o principal grupo de risco. A Seguradora Líder DPVAT aponta que 76% das indenizações pagas por morte e invalidez permanente, de janeiro a setembro do ano passado, foram para motociclistas.

O impacto prejudica diretamente a economia, já que grande parte dos acidentados são jovens dos 18 aos 34 anos. No mesmo período, verificou-se que 53% dos acidentes tiveram mortos e 56% das vítimas sofreram sequelas permanentes.

Imprudência e falta de itens de segurança, como o capacete, agravam o quadro. “A legislação de trânsito serve, antes de tudo, para a própria segurança do condutor. O capacete diminui consideravelmente o risco de traumas graves e o uso é essencial, no campo ou na cidade, para viagens na estrada e para pequenos trajetos”, lembra o diretor-geral do Detran Paraná, Marcos Traad.

A Associação Brasileira de Prevenção dos Acidentes de Trânsito estima que o risco de morrer em um acidente sobre uma motocicleta é 20 vezes maior que em uma colisão com um automóvel. Se o condutor estiver sem capacete, o risco é 60 vezes maior.

Campanha
O detran paranaense veiculará neste mês 31 peças publicitárias para chamar a atenção sobre a prevenção de acidentes e redução do número de vítimas no trânsito. As ações em torno do Movimento Maio Amarelo buscam despertar atitudes que podem fazer a diferença.

Os vídeos mostram depoimentos baseados em fatos reais e serão exibidos, um por dia, no site www.detran.pr.gov.br/maioamarelo e nas redes sociais do Detran.

Assista ao vídeo da campanha:

 

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Fadiga e imprudência são principais causas de acidentes em trecho rodoviário

Acidentes causados por sonolência e imprudência equivalem a 56% dos registros na Free Way em 2015
Acidentes causados por sonolência e imprudência equivalem a 56% dos registros na Free Way em 2015

Mais da metade dos acidentes que ocorreram no ano passado em 121 quilômetros de rodovias sob concessão da Triunfo Concepa tiveram como causa o cansaço dos motorista, freadas bruscas, mudança repentina de faixa, entre outros descuidos.

A concessionária integra as ações do Movimento Maio Amarelo com a campanha “Atitude no Trânsito”. Promovida nas redes sociais da empresa, busca chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortos e feridos nas rodovias todos os anos.

Neste mês serão publicados na página do Facebook da concessionária 15 vídeos com usuários da Free Way relatando atitudes que mais incomodam no trânsito. “Com estes depoimentos, trazemos à tona temáticas que angustiam as pessoas, que irritam, que atrapalham. É uma forma de provocar uma reflexão sobre comportamentos prejudiciais”, explica a gerente de Comunicação e Sustentabilidade da concessionária, Daniela Cidade.

O coordenador de Tráfego da Triunfo Concepa, Cristiano Kowalski, conta que é rotina nos atendimentos identificar que muitos acidentes poderiam facilmente ter sido evitados se houvesse mais atenção por parte dos motoristas. “Dirigir é uma ação que exige comprometimento total e estar atento a tudo que acontece ao redor. Mas essa atitude deve se estender também a todos que integram o trânsito, sejam pedestres, ciclistas, motociclistas ou condutores de qualquer outro tipo de veículo”, alerta Kowalski.

Sonolência
A sonolência ao volante é uma das principais causas de colisões traseiras, se considerados os dados coletados em entrevistas realizadas com motoristas em 12 anos da campanha “Saúde na Boleia”, da concessionária Centro Vias, destinada à saúde e bem estar dos caminhoneiros que viajam por estradas do interior paulista. Cerca de 20% dos participantes da pesquisa registraram mais de 11 pontos da Escala de Sonolência de Epworth, um teste que avalia o nível de sono do motorista em diversas situações. Esta condição aumenta em 70% os riscos de o condutor sofrer acidente de trânsito.

A Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET), estima que o sono e a fadiga são responsáveis por 60% dos acidentes no Brasil. A sonolência ao volante é considerada a segunda maior causa de acidentes nas rodovias brasileiras. De acordo com a Fundação Nacional do Sono, a insônia aumenta em 250% o risco de acidentes de trânsito nas estradas. Se o motorista sofrer com a apneia do sono, os dados pioram: o risco é elevado para 700%.

Assista ao vídeo:

 

 

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Símbolo do Movimento

O laço usado como símbolo do Maio Amarelo já é um velho conhecido. Utilizado também em outros movimentos, como o Outubro Rosa, de combate ao câncer de mama, e o Novembro Azul, que combate o câncer de próstata, ele estimula atividades voltadas à conscientização e ao debate sobre os assuntos a que se refere. A cor amarela foi escolhida por ser a cor de advertência no trânsito. Mas por que o laço, que, até então, era usado para chamar atenção de doenças, foi escolhido para o trânsito? Porque os acidentes de trânsito são considerados uma epidemia. O trauma é uma doença e, portanto, na maioria dos casos, pode ser evitado. É isso o que o Movimento quer passar.

 

Por quê Maio?

A escolha do mês de maio para marcar essa mobilização foi motivada pelo fato da ONU (Organização das Nações Unidas) ter instituído a Década de Ação para Segurança no Trânsito, num mês de maio, em 2011. A cor amarela foi escolhida por simbolizar Atenção no trânsito. E o laço remete e à preservação da vida, imagem que também é usada em diversos movimentos, com cores diferenciadas. Basta lembrarmos a conscientização o laço da campanha contra a AIDS, em dezembro; o Outubro Rosa, movimento de conscientização contra o câncer de mama; e assim por diante.[/alert]

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Maio Amarelo: 23 países mobilizados

Maio Amarelo: contra milhões de mortes e sequelados no trânsito
Maio Amarelo: contra milhões de mortes e sequelados no trânsito

O Movimento Maio Amarelo, ação internacional de conscientização da violência no trânsito, mobiliza desde domingo, 1º, 23 países com a finalidade de salvar vidas nas vias e rodovias de todo o planeta.

Neste ano, 800 entidades declararam apoio ao projeto, o dobro do ano passado. Lançado em Indaiatuba-SP, o movimento, coordenado pelo Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), envolve diversos setores de diversos segmentos sociais para sensibilizar a sociedade sobre a mudança no trânsito para reduzir os milhões de mortos e sequelados todos os anos em acidentes pelo mundo.

A meta é aumentar a cada ano a participação popular, de empresas, governos e entidades. Dois temas foram selecionados para 2016. O primeiro é o uso do cinto de segurança no banco traseiro, ainda ignorado pela população, principalmente no Brasil. Já o segundo aborda o excesso de velocidade e o aumento de mortes e na gravidade das lesões no trânsito. Segundo o ONSV, a velocidade como importante fator de risco e agravante dos acidentes é um dos poucos temas que a ONU/OMS, inclusive, cobra que o Brasil não tem trabalhado, de forma mais eficiente.

“A proposta é, por meio de peças publicitárias que serão veiculadas na mídia e nas redes sociais, potencializar a reflexão de toda sociedade sobre como esses dois fatores de risco agravam as lesões no trânsito. Esses dois pontos são cruciais para ampliarmos a segurança e proteger vidas”, afirma o coordenador do Maio Amarelo, José Aurelio Ramalho.

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Símbolo do Movimento

O laço usado como símbolo do Maio Amarelo já é um velho conhecido. Utilizado também em outros movimentos, como o Outubro Rosa, de combate ao câncer de mama, e o Novembro Azul, que combate o câncer de próstata, ele estimula atividades voltadas à conscientização e ao debate sobre os assuntos a que se refere. A cor amarela foi escolhida por ser a cor de advertência no trânsito. Mas por que o laço, que, até então, era usado para chamar atenção de doenças, foi escolhido para o trânsito? Porque os acidentes de trânsito são considerados uma epidemia. O trauma é uma doença e, portanto, na maioria dos casos, pode ser evitado. É isso o que o Movimento quer passar.

 

Por quê Maio?

A escolha do mês de maio para marcar essa mobilização foi motivada pelo fato da ONU (Organização das Nações Unidas) ter instituído a Década de Ação para Segurança no Trânsito, num mês de maio, em 2011. A cor amarela foi escolhida por simbolizar Atenção no trânsito. E o laço remete e à preservação da vida, imagem que também é usada em diversos movimentos, com cores diferenciadas. Basta lembrarmos a conscientização o laço da campanha contra a AIDS, em dezembro; o Outubro Rosa, movimento de conscientização contra o câncer de mama; e assim por diante.[/alert]

Países mobilizados pela segurança no trânsito:

Angola

Argentina

Austrália

Áustria

Benin

BRASIL

Camarões

Costa do Marfim

Espanha

EUA

Geórgia

Holanda

Índia

Marrocos

México

Moçambique

Portugal

Quênia

Reino Unido

República Dominicana

Tunísia

Vietnã

Uruguai

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Campanha alerta para riscos de acidentes por excesso de carga

Paraná registrou 5 mil acidentes com vítimas envolvendo caminhões em 2014
Paraná registrou 5 mil acidentes com vítimas envolvendo caminhões em 2014

Caminhões que levam carga além do permitido aumentam os riscos de acidentes nas estradas. O alerta é do Departamento Estadual de Trânsito do Paraná (Detran-PR), que lança a campanha “31 Dias para mudar o trânsito”, que tem início nesta quarta-feira, 4, em apoio ao movimento Maio Amarelo.

Veículos pesados com carga em excesso reduzem pela metade a eficiência dos freios. Em 2014, foram 5 mil acidentes com vítimas envolvendo caminhões no Paraná, segundo estatísticas das Polícias Rodoviárias Federal e Estadual, Polícia Militar e prefeituras.  “O problema é que quando o motorista precisa acionar os freios em uma situação inesperada, de forma brusca, o veículo está preparado tecnicamente para suportar o peso. Assim, além de colocar a própria vida em risco, acaba arriscando a segurança dos demais companheiros de estrada”, comenta o diretor-geral do Detran-PR, Marcos Traad.

Das indenizações pagas pelo seguro DPVAT em todo o Brasil, 38% são por morte de motoristas, 38% de pedestres e 24% de passageiros. “O sistema de frenagem está ajustado para um determinado peso que, se não corresponde ao que o veículo está transportando, derruba pela metade a eficiência dos freios”, explica o engenheiro da Transtech Engenharia e Inspeção Ltda, Rubem Melo.

O excesso de cargas é um dos principais problemas atribuídos ao desgaste precoce das estradas. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) calcula que um caminhão com o peso metade acima do permitido causa dez vezes mais danos ao piso do que se estivesse com a carga regular.

Campanha
O Detran paranaense encontrou uma forma diferente de chamar a atenção para a prevenção de acidentes e redução do número de vítimas no trânsito. Como parte das ações do movimento Maio Amarelo, a autarquia criou 31 pequenas campanhas publicitárias, com duração de um dia cada uma, sobre atitudes que podem fazer a diferença.

Os vídeos mostram depoimentos baseados em fatos reais e serão exibidos, um por dia, no site e nas redes sociais do Detran.

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Maio Amarelo: Denatran programa ações contra “epidemia de mortes no trânsito”

Campanha chama a atenção para as milhares de mortes no trânsito todos os anos
Campanha chama a atenção para as milhares de mortes no trânsito todos os anos

Conscientizar motoristas sobre a epidemia de mortes no trânsito brasileiro mobiliza neste ano o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), que participará do Maio Amarelo, movimento internacional com atuação na redução da violência nas ruas e estradas. Neste ano, o mote da campanha será “Somos 43 mil mortos no trânsito”.

Leia também: Maio Amarelo divulga campanha por redução de acidentes

Essa epidemia, segundo o diretor do Denatran e presidente do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), Alberto Angerami, só será combatida com a sensibilização de motoristas e pedestres. “O movimento é muito importante para colocar essas questões em pauta. Seja como for: a pé, pedalando ou dirigindo, é preciso ir com cuidado e respeito à legislação”, afirmou.

Por meio de ações coordenadas entre órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações, o Maio Amarelo discute o tema efetivamente, busca…[LEIA MAIS]