Yasuda lança seguro de transporte de cargas com gerenciamento de riscos

Pacotes miram pequenos embarcadores e transportadores
Pacotes miram pequenos embarcadores e transportadores

De olho nos embarcadores e transportadores rodoviários de cargas de pequeno porte, a Yasuda Marítima lançou dois novos produtos para atender à crescente demanda e a necessidade de liberação do transporte com mais celeridade, sem longas esperas para negociar o seguro. Além de garantir a cobertura a eventuais perdas de cargas, os novos pacotes agregam também gerenciamento de risco.

A ideia é que o mercado de logística e transporte rodoviário de carga tenham economia de tempo nas cotações, além de preços competitivos e gerenciamento de risco customizado. Também poderão contar com estrutura própria de regulação e liquidação de sinistros, redução da espera para o pagamento de sinistros e central de atendimento.

O produto voltado para o transportador rodoviário é um seguro de RCTR-C (Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Cargas) e de RCF-DC (Responsabilidade Civil Facultativa Desvio de Carga). É voltado para o profissional com movimentação anual de até R$ 500 milhões, com ampla abrangência de mercadoria específica e prêmio mínimo variável conforme Limite Máximo de Garantia, o que ajuda o transportador pagar valores proporcionais ao volume de cargas transportado a cada mês.

Garante ainda o reembolso do valor da carga que terá de indenizar ao embarcador (dono da carga), n ocaso de danos durante o transporte, acidente rodoviário que provoque abalroamento, capotagem, incêndio ou explosão.

Já o RCF-DC é aquele que garante eventuais riscos por conta do roubo de cargas transportadas. Esse seguro contempla o furto, o roubo por ameaça grave ou violenta (extorsão ou sequestro do motorista); além do chamado desaparecimento de carga (quando o veículo – caminhão, carreta, bi-trem, treminhão etc – é levado).

O seguro voltado para o embarcador é destinado a empresas que tenham movimentação anual de produtos de até R$ 200 milhões. Entre as vantagens estão a Apólice Anual Ajustável, na qual o seguro é contratado anualmente, com o prêmio calculado tendo como base a estimativa anual de embarques; taxas diferenciadas com base na movimentação e concessão de DDR – Dispensa de Direito de Regresso parcial, que é quando o embarcador concede isenção ao transportador no regresso, com exceção das cláusulas previstas no seguro obrigatório de RCTR-C.

“A Yasuda Marítima já vem conquistando mercado e crescendo acima da média na área de transportes, tanto que nossa carteira teve uma evolução de 14,6% em 2015. Com esses novos produtos, pretendemos atender aos embarcadores e transportadores que têm uma condição bastante específica e estão sujeitos ao viés de mercado, com o qual têm de lidar e buscar parceiros que disponibilizem condições ajustadas à situação que estão lidando no momento”, afirma Adailton Dias, Diretor de Seguro Transportes da Yasuda Marítima.

Os produtos recém-lançados englobam um modelo em que são negociados preços especiais de Gerenciamento de Risco. Dessa forma, o cliente passa a contar com um modelo de produto que alia o seguro ao serviço de gerenciamento. Dessa forma, tanto Transportador quanto Embarcador passam a contar com menor custo, mais agilidade e segurança na aceitação do seguro. Com as condições de gerenciamento de risco já estipuladas na subscrição pelo modelo integrado, o segurado também conta com mais agilidade na reparação de perdas e danos, caso ocorra um sinistro.

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Excesso de carga em motocicleta aumenta riscos de acidentes

Excesso de cargas aumenta riscos de acidentes
Excesso de cargas aumenta riscos de acidentes

Pilotar a motocicleta levando carga em excesso pode trazer riscos para a segurança no trânsito. A bagagem extra pode colocar em perigo a vida do condutor e de outros motoristas. Especialmente pela instabilidade, já que o peso extra pode causar o descontrole do veículo.

O motociclista deve considerar ainda o desgaste mais rápido da motocicleta, já que o desrespeito aos limites de peso reduz a vida útil das pelas como tração, freios e pneus. “O peso de bagagem e acessórios devem ser distribuídos da maneira mais nivelada possível em ambos os lados da motocicleta para minimizar o desequilíbrio ou instabilidade. É fundamental que o peso total do condutor, do passageiro, dos acessórios e da bagagem não excedam o limite máximo de carga”, orienta o diretor-geral do Departamento de Trânsito do Paraná, Marcos Traad.

Condutores preocupados com a segurança devem respeitar a cilindrada da moto. Quanto mais baixa for, menor é o peso que pode ser levado. Um ciclomotor de 50 cilindradas, por exemplo, suporta cerca de 90 quilos. Já as motocicletas de 100 a 150 cilindradas levam até 166 quilos.

“É importante verificar se os acessórios e as bagagens estão firmemente presos na motocicleta antes de pilotar, pois o deslocamento dos pesos podem criar um desiquilíbrio repentino”, complementa Traad.

Maio Amarelo
Para chamar a atenção para a prevenção de acidentes e redução do número de vítimas no trânsito, o Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) criou uma estratégia diferente. Como parte das ações do movimento Maio Amarelo, a autarquia criou 31 pequenas campanhas publicitárias, com duração de um dia cada uma, sobre atitudes que podem fazer a diferença.

O alerta é para o motociclista que pilota com carga incompatível. Assista ao vídeo, inspirado em fatos:

 

Bike x carro
Entre janeiro e abril, foram registradas 590 colisões entre automóveis e bicicletas no Paraná. Dados do Sistema Digital de Dados Operacionais da Polícia Militar do Paraná e do Corpo de Bombeiros revelam que das 602 vítimas, dez faleceram.

Seja pelos limites de espaço ultrapassados pelos condutores ou por desatenção dos ciclistas, o desrespeito à ciclovia é considerado uma das principais razões de acidentes pelo Departamento de Trânsito do Paraná (Detran). “Nos primeiros quatro meses deste ano, foram 30 acidentes envolvendo ônibus e bicicletas no Paraná. A diferença de tamanho torna mais grave a colisão. Por isso, reforçamos, no trânsito o maior sempre deve cuidar do menor”, lembra Traad.

Segundo a coordenadora do Programa Ciclo Paraná, Daniela Janaína Pereira Miranda, a educação no trânsito é fundamental para atingir a meta de transformar a bicicleta, atualmente usada no Paraná principalmente para o lazer, como meio de transporte. “O Ciclo Paraná tem promovido políticas estruturais por meio de educação no trânsito, relacionadas com o uso da bicicleta nas mais diversificadas situações de uso. Sendo essas ações realizadas por meio de seminários e outras ações educativas sobre os direitos e deveres no transito”, afirma.

Daniela explica ainda que um dos objetivos é fazer com que as pessoas entendam o quanto também é importante o respeito e cidadania na prevenção de acidentes de trânsito.

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Campanha alerta para riscos de acidentes por excesso de carga

Paraná registrou 5 mil acidentes com vítimas envolvendo caminhões em 2014
Paraná registrou 5 mil acidentes com vítimas envolvendo caminhões em 2014

Caminhões que levam carga além do permitido aumentam os riscos de acidentes nas estradas. O alerta é do Departamento Estadual de Trânsito do Paraná (Detran-PR), que lança a campanha “31 Dias para mudar o trânsito”, que tem início nesta quarta-feira, 4, em apoio ao movimento Maio Amarelo.

Veículos pesados com carga em excesso reduzem pela metade a eficiência dos freios. Em 2014, foram 5 mil acidentes com vítimas envolvendo caminhões no Paraná, segundo estatísticas das Polícias Rodoviárias Federal e Estadual, Polícia Militar e prefeituras.  “O problema é que quando o motorista precisa acionar os freios em uma situação inesperada, de forma brusca, o veículo está preparado tecnicamente para suportar o peso. Assim, além de colocar a própria vida em risco, acaba arriscando a segurança dos demais companheiros de estrada”, comenta o diretor-geral do Detran-PR, Marcos Traad.

Das indenizações pagas pelo seguro DPVAT em todo o Brasil, 38% são por morte de motoristas, 38% de pedestres e 24% de passageiros. “O sistema de frenagem está ajustado para um determinado peso que, se não corresponde ao que o veículo está transportando, derruba pela metade a eficiência dos freios”, explica o engenheiro da Transtech Engenharia e Inspeção Ltda, Rubem Melo.

O excesso de cargas é um dos principais problemas atribuídos ao desgaste precoce das estradas. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) calcula que um caminhão com o peso metade acima do permitido causa dez vezes mais danos ao piso do que se estivesse com a carga regular.

Campanha
O Detran paranaense encontrou uma forma diferente de chamar a atenção para a prevenção de acidentes e redução do número de vítimas no trânsito. Como parte das ações do movimento Maio Amarelo, a autarquia criou 31 pequenas campanhas publicitárias, com duração de um dia cada uma, sobre atitudes que podem fazer a diferença.

Os vídeos mostram depoimentos baseados em fatos reais e serão exibidos, um por dia, no site e nas redes sociais do Detran.

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Transportadores são prejudicados por burocracia nas fronteiras

Transportadores esperam até cinco dias por liberação nas fronteiras
Transportadores esperam até cinco dias por liberação nas fronteiras

Transportadores brasileiros ainda sofrem com a falta de integração entre os países que compõem o bloco econômico (Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela) mesmo depois de 25 anos de criação do Mercosul. Entraves nas fronteiras com a liberação de cargas prejudicam principalmente a circulação de caminhões nos países latino-americanos. A burocracia leva motoristas a esperar até cinco dias nas aduanas.

O Mercosul foi criado em 1991 com o objetivo de instituir um mercado comum e proporcionar a livre circulação de capitais, serviços e pessoas entre os países-membros. No entanto, segundo Pedro Lopes, presidente da Fetrancesc (Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística no Estado de Santa Catarina) e coordenador do capítulo do Brasil na CIT (Câmara Interamericana dos Transportes), não houve avanço nesse período. “Não há regramento nem fronteira livre como há na União Europeia. Os países que fazem parte do bloco têm legislações diferentes, o que torna o tempo de espera no transporte de mercadorias elevado”, afirma em entrevista à Confederação Nacional do Transporte (CNT).

Lopes debateu a questão na Geral Extraordinária da CIT, no México, no início deste ano. Para ele, é preciso criar um novo acordo que estabeleça as relações de transportes entre os países. “Os prejuízos gerados pelas barreiras comerciais entre os países-membros do bloco são inestimáveis. A saída é começar do zero. É preciso deixar as regras claras para todos os países que compõem o Mercosul para evitar entraves na hora da travessia ”, aponta.

A falta de integração também é uma queixa de transportadores internacionais. Eles sofrem com a demora nas entregas, pois precisam esperar por um longo período a liberação nas fronteiras.

O comércio dentro do Mercosul cresceu mais de 12 vezes, saltando de US$ 4,5 bilhões, em 1991, para US$ 59,4 bilhões, em 2013. Para ter a carga liberada em Uruguaiana (RS), a situação é bem mais complicada. Um caminhão, ao entrar ou sair do país, precisa passar duas vezes por processos de liberação, na aduanas brasileira e argentina, o que atrasa as entregas.

De acordo com o auditor fiscal e coordenador geral de administração aduaneira da Receita Federal, José Carlos de Araújo, grande parte do tempo de espera ocorre…[LEIA MAIS]

Bandidos levam carga com registros de veículos

Bandidos levaram dois lotes com 2,4 mil registros de veículos
Bandidos levaram dois lotes com 2,4 mil registros de veículos

Mais de 2,4 mil Certificados de Registros de Licenciamento de Veículo (CRLV) que eram transportados com destino ao Departamento Estadual de Trânsito do Ceará (Detran-CE) foram furtados. Os dois lotes seriam entregues pela Gollog à transportadora responsável pelo transporte dos formulários para todos os Detrans do país, mas não chegaram à autarquia.

O crime foi descoberto pela transportadora que constatou a violação da embalagem lacrada no terminal de cargas, no Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza. Os documentos têm o mesmo padrão em todo o país e são produzidos pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), que além da confecção é responsável pelo transporte. Os lotes saíram do Rio de Janeiro no dia 27 de janeiro e tinham como destino o Estado do Ceará.

Por meio de nota, o Detran-CE informou que o fato foi comunicado ao Denatran, bem como foi feito pedido para que sejam tomadas providências. A autarquia cancelou os documentos furtados, agora considerados inválidos para o licenciamento ou emplacamento de quaisquer veículos. A Delegacia de Roubos e Furtos…[MAIS]

Setor de transportes já declara 2016 um ano perdido

Confiança em baixa no governo eleva pessimismo de transportadores
Confiança em baixa no governo eleva pessimismo de transportadores

A crise econômica reduziu drasticamente as expectativas do setor de transportes para 2016 e a confiança na gestão Dilma Rousseff. A Sondagem Expectativas Econômicas do Transportador, um estudo da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) revela um quadro de pessimismo e de pouca perspectiva de melhora.

Para 86% dos transportadores entrevistados, o atual governo não tem capacidade de reverter o cenário desfavorável. O país só vai voltar a crescer e a oferecer novas oportunidades de negócios para o setor a partir de 2017, na avaliação de 49% dos entrevistados. Outros 19,6% acreditam que a retomada só vai acontecer em 2018.

Na edição de 2015 da consulta, 54% dos participantes revelaram que tiveram perdas de receita em comparação com 2014. A retração na demanda das cadeias produtivas e o fraco desempenho econômico levaram a maior parte dos transportadores a demitir funcionários, uma realidade para 79,1% dos respondentes. Outros 29,3% já programam reduções nos quadros de trabalhadores em 2016.

“O momento é de alerta e inspira cuidados nos diversos segmentos do transporte. No ano passado, os transportadores já não se mostravam otimistas, mas, agora, a situação está ainda mais grave. É a pior expectativa em relação ao desempenho de suas atividades desde o início da Sondagem da CNT, em 2012”, diz o presidente da Confederação Nacional do Transporte, Clésio Andrade. Foram ouvidos representantes de todos…[MAIS]

Transportadores debatem marco regulatório para setor

Transportadores querem desburocratização na concessão de licenças
Transportadores querem desburocratização na concessão de licenças

Representantes de empresas de transporte rodoviário de cargas querem que seja criado o marco regulatório do setor. O assunto foi debatido em audiência pública na Câmara dos Deputados.

De acordo com o presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas, Flávio Benatti, é necessário regulamentar a entrada no mercado de minérios e grãos. Na última discussão sobre o tema no Congresso Nacional foi criada a Lei 11.442/07, mas que não tratou da reserva de mercado nem organizou a concorrência.

“[A lei] saiu de forma tão mutilada que acabou criando distorções. Por essa concorrência desleal, houve um desaquecimento da economia do setor, com uma sobra de 300 mil caminhões no mercado que estão se batendo para levar a carga no País”, criticou.

Ainda segundo Benatti, a nova lei deve tratar de pontos gerais. “Cada segmento dos transportes já tem regras e especificidades previstas na regulação. Se quisermos fazer um marco para prever todas as regulamentações de cargas no País, vamos discutir por 100 anos e não vamos chegar a lugar nenhum”, disse ele, ao lembrar que hoje 43 leis federais regulam a atividade.

Para o presidente da Federação das Empresas de Transportes de Cargas da Amazônia, Irani Bertolini, a concessão de licenças demanda processos menos burocráticos. Uma licença de R$ 100 pode chegar a R$ 5 mil devido à documentação. “Uma indústria, para operar, tem de ter de 30 a 50 licenças. Se não cumprir, multa e cadeia”, frisou.

Para Bertolini, o setor precisa ser terceirizado. Segundo ele, os empresários não têm como arcar com custos extras, pois 60% dos transportadores são terceirizados.

O presidente da Associação Brasileira de Transporte Logística e Carga, Nilson Gibson Sobrinho, criticou a redução das linhas de crédito para o financiamento de tratores e colheitadeiras. Segundo ele, os bancos não têm respeitado os contratos sobre a aplicação de taxas de juros, o que comprometeu a meta de renovação da frota.

O coordenador do Grupo Transportando Ideias, Marcio Lopes, defendeu…[MAIS]

Delegacia de combate a roubos de cargas é criada no Paraná

Roubos de carga somaram prejuízos de R$ 2 bi em 2014
Roubos de carga somaram prejuízos de R$ 2 bi em 2014

Foi instalada em Curitiba (PR) a Delegacia de Furtos e Roubos. Subordinada à Divisão de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP), a unidade é especializada no combate a furtos e roubos de cargas. Apesar de não contar ainda com infraestrutura completa, ainda em fase de conclusão, a equipe já está formada e presta atendimento na sede, localizada em Campina do Siqueira.

Na avaliação do delegado-chefe da DCCP, Francisco Caricati, a criação da delegacia representa um avanço para o setor de transportes. “Afunilando a atuação da equipe é possível que ela interaja mais com os problemas do setor, criando uma especialização”, afirma Caricati.

O estado é o sétimo do Brasil a ter uma delegacia com atuação direta na repressão ao roubo de cargas, unindo-se Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Bahia e Pernambuco. A criação da delegacia foi oficializada no dia 9 de outubro, com a publicação no Diário Oficial do Paraná. Até então, furtos…[MAIS]

Caminhoneiros serão obrigados a fazer exame toxicológico em admissões

Exame toxicológico será obrigatório em contratações a partir de março
Exame toxicológico será obrigatório em contratações a partir de março

O motorista profissional que trabalha com o transporte rodoviário de carga e de passageiros terá que fazer o exame toxicológico no momento da contratação ou rescisão contratual. A medida, válida a partir de março do ano que vem, está prevista na Portaria nº 116 do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MPTS) que regulamentou os testes.

A partir da coleta de material genético, os testes vão identificar se o motorista consumiu drogas como maconha, cocaína, crack, anfetaminas e metanfetaminas até 90 dias antes do teste. O exame detecta ainda o consumo de analgésicos ou medicamentos usado para o tratamento contra a obesidade à base de anfetaminas como anfepramona, femproporex e mazindol.

“Essas substâncias agem fortemente no sistema nervoso central do indivíduo. Ele perde a concentração, a percepção e as respostas motoras, que passam a ser tardias. Também é prejudicada a sensibilidade tátil, a audição e a visão, que são habilidades essenciais na direção”, explica o chefe do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), Dirceu Rodrigues Alves Júnior.

O trabalhador receberá laudo detalhado que constará a relação de…[MAIS]

Transportador pode receber hora extra por carga e descarga

Hora extra para transportador pode passar de R$ 1 para R$ 1,80
Hora extra para transportador pode passar de R$ 1 para R$ 1,80

O transportador autônomo de cargas poderá ter direito a reajuste sobre o recebimento de hora extra por carga e descarga de caminhões. O Projeto de Lei 5736/13, que aumenta de R$ 1 para R$ 1,80 o valor pago por tonelada ou fração pelo tempo excedente às cinco horas estabelecidas por lei foi aprovada pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e segue para análise da mesa de Constituição e Justiça e de Cidadania.

O valor atual é estabelecido pela Lei 11.4228/07, que trata do transporte rodoviário de cargas por conta de terceiros e mediante remuneração. O prazo máximo para carga e descarga do veículo de transporte rodoviário de cargas é de cinco horas.

Segundo o relator na comissão, deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP), a inflação passou a ser um dos fatores primordiais para os custos dos caminhoneiros, que buscam a recuperação do poder de compras…[MAIS]