Simuladores: Detran-PR consegue prazo, mas acelera autoescolas

Simuladores: Detran-PR consegue prazo, mas acelera autoescolas

Simuladores: Detran-PR consegue prazo, mas acelera autoescolas

by 27 de junho de 2016 0 comments

image1-800x500_c-800x500_cO uso do simuladores de direção veicular como parte obrigatória da carga horária de aulas práticas para emissão da Carteira Nacional de Habilitação(CNH) foi estendido para julho em autoescolas do Paraná. Na reta final, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PR) cobra a adequação dos estabelecimentos.

Atualmente, de acordo com a autarquia, são 156 centros de formação de condutores (CFCs) já oferecem as aulas, enquanto que 291 encaminharam projetos para a instalação dos simuladores.

“Qualquer mudança de prazos depende do Governo Federal, não é uma negociação que dependa do Detran ou do Governo Estadual. O Paraná está tecnicamente preparado para cobrar as aulas, mas nos preocupamos que as empresas se adequem e consigam implantar os simuladores de forma efetiva, sem prejuízo algum aos alunos e aos prestadores de serviço”, conta o diretor-geral do Detran PR, Marcos Traad.

“A decisão pelo uso dos equipamentos é de abrangência nacional e cabe ao órgão estadual acatar as decisões proferidas pelo Denatran, que é o órgão máximo do Sistema Nacional de Trânsito”, completa ele. Traad, que ocupa a presidência da Associação Nacional dos Detrans, adianta que a entidade pediu extensão do prazo para a cobrança para todos os Estados brasileiros e aguarda decisão.

Credenciamento
O credenciamento dos fabricantes e fornecedores dos simuladores é feito somente pelo Denatran e os Detrans dependem de que estas empresas estejam cadastradas nos Estados. Hoje, cinco estão homologadas e duas se cadastraram na autarquia paranaense. Outras empresas já demonstraram interesse.

Levantamento da autarquia aponta que as empresas já estão prontas para entregar 40 equipamentos ainda em junho e outros 200 em julho.

Compartilhamento
A possibilidade do uso compartilhado dos equipamentos reduziu os custos das autoescolas. Um grupo de CFCs pode dar aulas em um mesmo aparelho dividindo os gastos com aluguel do simulador e infraestrutura.

“Hoje nós temos 97 empresas que compartilham o uso dos aparelhos. È uma forma de economizar e evitar repasses aos usuários”, conta o Controlador Regional do Detran, Leonardo Napoli.

Sem choro
Um grupo de CFCs pediu ao Detran a ampliação do prazo da obrigatoriedade do uso de simuladores. Mas o órgão afirma que não tem base legal para determinar a extensão do cronograma, que foi determinado pelo órgão federal.

“O Paraná seguirá cumprindo a legislação e lembra que, caso o Denatran não prorrogue novamente a exigência, os candidatos que não passarem pelas cinco horas/aulas obrigatórias terão os processos bloqueados no Registro Nacional de Condutores Habilitados (Renach), que é de responsabilidade do órgão federal e sobre o qual o Detran não tem controle”, afirma o órgão em nota.

Exigência
A exigência foi analisada por Detrans preocupados com a qualidade do aprendizado dos futuros condutores. Em 2013, o simulador foi instituído para a categoria B e, no ano seguinte, seu uso se tornou opcional.

A obrigatoriedade do uso de simuladores em autoescolas credenciadas teve o prazo estendido para junho, por meio da Resolução nº 571, publicada em dezembro pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). A medida foi tomada depois que o órgão constatou a falta de equipamentos no mercado para suprir a demanda em todo o país. Anteriormente, a medida deveria ser cumprida no primeiro dia de janeiro.

No país, seis empresas vendem o aparelho, que custa cerca de R$ 50 mil. Para que o impacto financeiro não seja um impeditivo, o Denatran permitiu o uso compartilhado dos equipamentos.

 

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