CNT é aceita em Organização Internacional de Empregadores

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CNT é aceita em Organização Internacional de Empregadores

by 14 de junho de 2016 1 comment
Clésio Andrade, ao centro, em Conferência Internacional do Trabalho

Clésio Andrade, ao centro, em Conferência Internacional do Trabalho

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) está oficialmente afiliada à Organização Internacional de Empregadores (OIE), que é porta-voz do setor patronal em todo o mundo perante a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Com aprovação unânime, a adesão foi formalizada na 105ª Conferência Internacional da OIT em Genebra, na Suíça, no final de maio. Para o presidente da OIE, há uma crescente participação de empregadores junto ao órgão representativo. Hoje, a entidade conta com 156 organizações de empregadores afiliadas.

“A criação de emprego está localizada no centro da agenda política. É crucial que o gerador de empregos – o setor privado – tenha uma voz representativa nos foros internacionais onde se elaboram as políticas. A OIE proporciona essa voz”, disse ele.

A organização é formada por mais de 150 membros de 143 nações. A CNT divide a representação do Brasil na entidade com a CNI (Confederação Nacional da Indústria).  “Com isso, a CNT poderá, juntamente com a CNI, representar os anseios do empresariado nacional no que diz respeito, principalmente, às relações de trabalho”, explica o presidente da Confederação Nacional do Transporte, Clésio Andrade.

Em 2015, na 104ª Conferência Internacional do Trabalho, Clésio Andrade chefiou a delegação do Grupo de Empregadores do Brasil. Na ocasião fez um discurso, no qual falou sobre a necessidade de se reformar a legislação trabalhista brasileira de modo a adequá-la às novas relações de trabalho da sociedade contemporânea.

Desemprego
Um dos desafios do setor é retomar a oferta de trabalho, que há pouco tempo era maior do que o número de profissionais presentes na praça. A recessão econômica atinge em cheio o transporte. Só nos dois primeiros meses do ano foram fechados 25,3 mil postos de trabalho nas empresas de transporte e logística. Total equivale a um terço dos resultados do ano passado, quando 76,4 mil pessoas que atuavam no setor foram demitidas, revela levantamento do Ministério do Trabalho e Previdência Social.

Do total de vagas encerradas, 20,8 mil são do segmento de transporte terrestre. A demanda por serviços de transporte rodoviário caiu 9,6% no período. Já no acumulado de 12 meses, houve recuo de 10,4%. Em 2015, foram 53,4 mil demissões.

De acordo com a CNT, os resultados confirmam as expectativas do transportador divulgadas em pesquisa feita no ano passado. Para 68% dos empresários ouvidos, a recuperação da economia só ocorrerá a partir de 2017. Desses, 20% creem que os resultados só começarão a melhorar em 2018.

De 1.066 autônomos e profissionais contratados por empresas, 85,6% sofreram com a queda na demanda por serviços em 2015. Para 74,1%, a crise é o principal motivo no freio da atividade.

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