Ford faz parceria com gigante para popularizar veículo elétrico na China

Ford quer ampliar participação no mercado de veículos elétricos

A Ford vai produzir veículos elétricos com a Anhui Zotye Automobile. A joint venture com a grande fabricante na China prevê também a venda e manutenção da nova linha de autos elétricos no mercado chinês.

A parceria está alinhada ao objetivo da montadora americana de tornar veículos elétricos mais acessíveis para consumidores e contribuir com a sustentabilidade ambiental. “Poder lançar uma nova linha de veículos totalmente elétricos no maior mercado automotivo do mundo é um passo empolgante para a Ford na China”, diz Peter Fleet, presidente da Ford Ásia Pacífico. “Os veículos elétricos terão uma participação importante na China no futuro e a Ford quer ser líder em novas soluções nesse segmento.”

A China é destaque no cenário global quando o assunto é a criação de energias alternativas no mercado automotivo. Em 2025, a meta da Ford é chegar a 6 milhões de unidades produzias por ano, sendo 4 milhões totalmente elétricos.

Entre as marcas pioneiras na produção de veículos elétricos, destaque no segmento aqui no Brasil, a Zotye Auto lidera no mercado chinês de compactos com propulsão elétrica. Há dois meses, a montadora vendeu mais de 16 mil unidades, um incremento de 56% nas vendas em relação ao mesmo período de 2016.

Os veículos que serão produzidos pelas marcas aliadas serão vendidos sob uma nova marca. Detalhes serão revelados somente após ser estabelecido acordo definitivo. “A parceria entre a Zotye Auto e a Ford fortalece ambas as partes para que possamos ter uma participação importante no crescente mercado de veículos elétricos na China”, diz Jin ZheYong, presidente da Anhui Zotye Automobile Co., Ltd., com sede em Huangshan, província de Anhui.

A Ford planeja lançar globalmente 13 novos veículos elétricos nos próximos cinco anos, com um investimento de US$ 4,5 bilhões, e anunciou uma ambiciosa estratégia de eletrificação na China: até 2025, 70% dos veículos da marca vendidos no país terão uma opção elétrica.

Negócios sobre rodas #2: a customização do truck business

Busguer: Ônibus food truck é sucesso na Grande São Paulo
Busguer: Ônibus food truck é sucesso na Grande São Paulo

Desde a fase de planejamento até a hora de colocar o food truck pela primeira vez para circular, o empreendedor deve ficar ligado em certos cuidados para que tudo saia dentro do esperado. E uma das etapas mais importantes é a customização do veículo. Algo que vai muito além da estética da unidade móvel.

A projeção do truck deve ser confiada a profissionais. De acordo com Alcides Braga, proprietário da Truckvan, uma das empresas líderes em customização de veículos para negócios no mercado brasileiro, o processo envolve uma equipe formada por especialistas em engenharia, arquitetura, elétrica, mecânica e hidráulica. “Cada projeto é muito peculiar e precisa de uma personalização exclusiva. Deve atender e, principalmente, superar as expectativas dos clientes”, afirma.

Os padrões de segurança também exigem atenção. As customizações sobre rodas devem seguir padrões de ARTs (Anotação de Responsabilidade Técnica) de mecânica, gás e elétrica, que garantem à sociedade que o projeto foi executado por um profissional habilitado seguindo todas as normas de segurança.

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Na Truckvan, por exemplo, a customização de um veículo leva entre 60 e 120 dias. O prazo varia de acordo com o nível de dificuldade e as especificações de cada produto. Dos moldes de alumínio até a pintura e adesivagem, são sete etapas.

BRASAA unidade primeiro é nivelada e é feito o isolamento térmico. Depois o compartimento passa pela fase de instalação de elétrica e hidráulica. Em seguida, começa o revestimento interno. Os materiais usados neste processo são inox, MDF revestido com melaninico, entre outros.

Depois os profissionais avançam para a etapa de revestimento do piso, podendo ser em chapa recalcada, xadrez ou vinílico. Enfim é feita a instalação dos equipamentos solicitados pelo cliente. E depois a comunicação visual. Cada projeto é customizado por cerca de seis profissionais, sendo dois eletricistas, dois marceneiros e dois montadores.

Orçamento
Para quem pretende dar a partida rumo à montagem de um food truck ou outro negócio sobre rodas, a pesquisa é fundamental. É importante verificar qual tipo de veículo se adapta ao seu negócio, seja um trailer, um furgão ou um baú sobre chassi.

O custo da customização varia bastante. Na Truckvan, por exemplo, parte de R$ 50 mil, no caso de projetos mais simples em utilitários pequenos e chega a R$ 3 milhões, neste caso, em carretas de 15 metros de comprimento com dois avanços, cerca de 100 m² de área útil, com equipamentos de última geração, como simuladores de máquinas pesadas, tomografia móvel e assim por diante.

Outro detalhe importante é estar de acordo com as licenças junto aos órgãos competentes e poder trabalhar nas ruas sem problemas.

Inovação
Caprichar no visual do negócio móvel é mais um chamariz que pode fazer a diferença em meio ao boom dos food trucks, que já passam de 1,2 mil unidades no Brasil, segundo o Sebrae. E foi justamente a necessidade de fazer algo diferente da concorrência que motivou os empresários Rodrigo Arjonas e Luciano Oberle a investir em um formato diferente para a hamburgueria sobre rodas: um ônibus americano escolar.

Em um ano de negócio, os sócios já venderam 80 mil hambúrgueres e já seguem em direção à ampliação do empreendimento. “O primeiro Busger foi feito em um ônibus escolar americano. Agora fomos ainda mais ousados e levamos um ônibus londrino Double Decker, de 1965, único modelo no Brasil, que era de uma empresa de cosméticos, para a Truckvan customizar”, destaca Arjonas.

O Busger 2 possui um ambiente interno aconchegante para acomodar 24 pessoas no andar superior, composto por seis mesas, nove poltronas duplas e dois sofás. Já no primeiro andar, há uma cozinha completamente equipada, incluindo freezers, armários, fritadeiras e chopeira.

Após circular por eventos na capital, o ônibus londrino deve ficar em um ponto fixo em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo. “Nossa expectativa é ter mais seis ônibus até 2019”, finaliza o empresário.

 

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CNH de graça está de volta. Confira se tem para seu estado

CNH de graça: veja como participar
CNH de graça: veja como participar

Interessados em tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de graça têm uma nova chance este mês. Foram abertas inscrições para vagas remanescentes em alguns estados. Podem se candidatar pessoas de baixa renda que desejam ter a primeira habilitação ou para profissionais que queiram mudar de categoria.

Podem participar do processo seletivo para a primeira CNH cidadãos jovens entre 18 e 27 anos e que tenham renda comprovada de até três salários mínimos.

O financiamento dos documentos é feito integralmente pelo SEST SENAT. Quem possui habilitação por pelo menos um ano e quer mudar de categoria precisa ter entre 21 e 50 anos. Para a inserção de novos motoristas é preciso comprovar renda de até três salários mínimos, saber ler e escrever. O candidato também não pode ter cometido infração de trânsito grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias durante 12 meses, como prevê o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Leia também: Programa paraibano de CNH de graça tem inscrições até dia 10

O SEST SENAT orienta o interessado ainda a ficar atendo ao seu e-mail, já que a comunicação com o inscrito será feita por meio do endereço eletrônico. A efetivação da inscrição não garante a participação no projeto.

Consta no Edital que o sistema informatizado de gestão de inscrições organizará aleatoriamente a listagem dos candidatos aptos. Serão considerados os requisitos de idade e renda. O ordenamento aleatório resultante será obedecido para convocação dos candidatos.

Vagas e inscrições
Nesta etapa, o programa oferece 1.902 vagas, das quais…[LEIA MAIS]

Santuário de Aparecida atrai mais turistas que Torre Eiffel

Santuário de Aparecida atrai 12 milhões de fiéis todos os anos
Santuário de Aparecida atrai 12 milhões de fiéis todos os anos

Fé, história e cultura têm trazido cada vez mais visitantes às atrações do turismo religioso no Brasil, que supera até mesmo roteiros que são referência mundial. O Santuário de Nossa Senhora de Aparecida é o principal destino de fiéis, por onde passaram 12 milhões de peregrinos em 2014, o dobro de visitantes à Torre Eiffel em 2013. Os dados são de relatório sobre as tendências de viagens na América Latina produzido pela World Travel Market.

Apresentado todos os anos na Inglaterra, o documento que destaca as tendências emergentes para o mercado de viagens latino-americano enfatiza a devoção e a fé como motores do turismo religioso no Brasil. Patrimônios religiosos são considerados destinos expressivos que atraem cerca de 330 milhões de turistas por ano. Além disso, os valores político-sociais também são um capital, já que o nicho, de acordo com o relatório, estimula a tolerância respeito e empatia por meio de interações entre visitantes e as comunidades que os recebem.

Em 2014, foram 7,7 milhões de viagens domésticas no Brasil motivadas pela fé, de acordo com o Ministério do Turismo – o equivalente ao total de viagens domésticas no Uruguai em 2012. As viagens representam um papel importante na economia de cidades como Juazeiro do Norte, no Ceará, e Cachoeira Paulista, em São Paulo. A cidade cearense é destino de cerca de 2,5 milhões de peregrinos devotos de Padre Cícero todos os anos – o dobro do total de viagens domésticas no Paraguai no ano de 2014.

Planeje sua viagem
Localizada a 189 quilômetros da capital paulista e a 269 km do Rio de Janeiro, Aparecida é acessada pela Via Dutra (BR-116) e está perto de outros atrativos para os católicos como a Canção Nova, Guaratinguetá e Lorena. O Radar Nacional levantou os custos para paulistanos e cariocas que pretendem viajar ao município sede do segundo maior templo católico do mundo, seja de carro ou de ônibus.

Partindo de São Paulo, quem vai de carro gastará…[LEIA MAIS]

Dilma aprova aumento em valores de multas de trânsito

Infrações gravíssimas terão reajuste de 66%
Infrações gravíssimas terão reajuste de 66%

Motoristas autuados por infrações de trânsito vão sentir o peso no bolso na hora de pagar as multas. A Lei nº 13.281/16, entre uma série de mudanças que traz no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) – Lei nº 9.503/97, também reajusta os valores da tabela. A atualização passa a valer em novembro.

Redação sancionada pela presidente Dilma Rousseff, publicada na edição de quinta-feira, 5, no Diário Oficial da União (DOU), aumenta de R$ 53,20 para R$ 88,38 o valor base de infrações leves, alta de 66%; de R$ 85,13 para R$ 130,16, médias (+52%); de R$ 127,69 para R$ 195,23 (+53,5%), graves; e de R$ 191, 54 para R$ 293,47, gravíssimas (+53,4%). As pontuações na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), no entanto, seguem inalteradas: três, quatro, cinco e sete pontos, respectivamente.

Leia também: Usar celular ao volante agora é infração gravíssima

As multas agora serão corrigidas monetariamente pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), respeitando o limite de variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a infração. O órgão deverá divulgar os reajustes com 90 dias de antecedência. E deverá publicar ainda a arrecadação anual com multas e o direcionamento dos recursos.

Arrecadação
Considerando apenas as 476,5 mil infrações gravíssimas registradas em rodovias federais em 2014, se os novos valores estivessem valendo já naquele ano, a arrecadação passaria de R$ 91,2 milhões para R$ 139,8 mi, um incremento de R$ 48,6 milhões.

A receita gerada com a cobrança das multas de trânsito é direcionada para a sinalização, engenharia de tráfego, fiscalização, educação de trânsito e o policiamento. Parte dos recursos, 5%, ficam retidos no Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito (Funset). Em 2015, a Medida Provisória 699, incluída no artigo 320 do CTB, permitiu a integração na fiscalização de trânsito entre órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito e o compartilhamento da receita arrecadada com as multas.

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Dilma aprova alterações e agora falar ao celular é multa de trânsito gravíssima

Uso de celular ao volante agora é infração gravíssima
Uso de celular ao volante agora é infração gravíssima

A presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei 13.281/2016, um pacotão do Poder Legislativo que estabelece dezenas de alterações no Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97). Publicada na edição desta quinta-feira, 5, do Diário Oficial da União (DOU), redação propõe o aumento da penalidade por uso de telefone celular ao volante, atitude que passa a ser considerada gravíssima se o condutor for pego segurando ou manuseando o aparelho.

Motoristas que se recusam a fazer o teste do bafômetro agora responderão a ação específica. A multa aplicada é de dez vezes o valor base, ou seja, R$ 1915,40, valor dobrado na reincidência no período de um ano.

A pena de reclusão de dois a quatro anos por homicídio culposo provocada em racha ou por condutor embriagado foi retirada do Código. Medida põe fim à controvérsia de enquadramento do crime no CTB e permite ao juiz julgar a causa com base no Código Penal, que prevê pena de um a três anos de detenção por homicídio culposo e de reclusão de seis a 20 anos por crime doloso.

Também passa a considerar infração gravíssima o bloqueio de vias, com multa de R$ 191,54 e a apreensão do veículo. A redação tipifica a ação como uma nova infração: “usar o veículo para interromper, restringir ou perturbar a circulação na via”. Originalmente, o aumento dessa multa seria de 30 vezes o valor normal, ou seja, R$ 5,7 mil, mas o Congresso aprovou o valor 20 vezes maior, de R$ 3,8 mil, que poderá ser dobrado em caso de reincidência. Já os responsáveis pelo bloqueio serão multados em R$ 11,4 mil, 60 vezes o valor base.

Apreensões
A nova lei estabelece ainda mudanças nos serviços dos pátios de apreensão de veículos. A redação permite que a remoção e guarda pelo órgão de trânsito ou de forma terceirizada. Estados estão autorizados a fazer a cobrança por meio de taxa instituída em lei, o que, na prática, dá ao governo direito de licitar depósitos e serviços de guincho.

O projeto de lei de conversão muda a forma como os Detrans lidarão com os carros apreendidos. Mesmo se o…[LEIA MAIS]

Carros bons de venda e de economia. Veja a lista

O Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) divulga pelo oitavo ano a lista dos carros mais econômicos e que emitem menos poluentes. O Radar Nacional selecionou os modelos com maior saída no mercado, desde a categoria subcompactos até compactos, que oferecem maior rendimento. O levantamento considera a avaliação mista, que calculou a autonomia dos veículos rodando na cidade e na estrada. Confira a seguir:

Renault Sandero

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A versão Dynamique do compacto com motor 1.6 litro e oito válvulas roda 8 quilômetros por litro de etanol na combinação de rodagem na estrada e na cidade. Na mesma situação, mas abastecido com gasolina, o carro consome um litro a cada 11,4 quilômetros. Na classificação entre outros compactos, Sandero recebeu nota C no programa de etiquetagem.

Volkswagen Fox Highline

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A versão do compacto da VW rendeu 8,3 quilômetros por litro de etanol abastecido. Já com gasolina rodou 11,7 km/l. Modelo é nota B na comparação com outros carros do segmento.

Fiat Novo Uno Way

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Nota C na comparação entre outros modelos da categoria, o compacto da Fiat roda 8,2 quilômetros por litro de etanol na combinação dos ciclos urbano e na estrada. Com gasolina, o rendimento chega a 11,8 km/l. Novo Uno ganhou a nota máxima pelo baixo índice de emissões de poluentes.

Chevrolet Onix LT

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Líder de vendas no Brasil, o compacto consome um litro de etanol por 8,4 quilômetros rodados.  Abastecido com gasolina, faz 12,3 quilômetros por litro. Onix é nota A na avaliação entre outros modelos do segmento e também na emissão de poluentes.

Ford KA SE

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O modelo 1.0 mais vendido em 2015 é também o líder da Ford em relação à economia. A média, se abastecido com etanol, é de 9,5 quilômetros por litro. Já a gasolina, o rendimento é de 13,8 km. Ka é nota A na classificação entre os modelos do segmento e também na emissão de poluentes.

Fiat Palio

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Abastecido com etanol, a versão Fire Way do Palio faz 8,9 quilômetros na combinação cidade/estrada. No mesmo cenário, mas rodando com gasolina, o consumo é de um litro a cada 12,9 km. O subcompacto, carro-chefe da Fiat, recebe nota B na comparação do rendimento em relação a outros veículos da categoria e nota A na emissão de poluentes.

Hyundai HB20 Plus

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O compacto da marca sul-coreana rendeu 9,1 quilômetros por litro na avaliação do Inmetro feita com etanol. Quando abastecido com gasolina, consumiu 13,2 km/l. Também obteve as maiores pontuações na emissão de poluentes e no comparativo com outros modelos da categoria.

Toyota Etios

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A versão Platinum no hatchback rodou 8,9 quilômetros com um litro de etanol e 13,1 quilômetros por litro de gasolina. É nota A entre outros modelos compactos.

Volkswagen UP!

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Entre os membros da família do subcompacto da VW, a versão Cross I-Motion é a mais econômica. Abastecida com etanol roda 9,3 por litro e, com gasolina, faz 13,7 quilômetros. Entre os veículos da mesma categoria, UP! é nota A, mas obteve nota B na emissão de poluentes.

Volkswagen Gol

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Trendline, versão mais vendida do Gol, rodou 9,5 km por litro de etanol na cidade e na estrada. Já com gasolina obteve um rendimento de 13,6 km/l. O carro mais vendido da VW recebeu nota A na comparação com outros veículos do segmento.

100% de adesão
O Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) atingiu pela primeira vez 100% de adesão das montadoras e importadoras. As informações sobre eficiência de consumo e emissão de gases estarão presentes em 90% dos veículos comercializados no país. Dos atuais 795 modelos e versões avaliados, serão incluídos outros 131 modelos e versões, fechando 2016 com 926 veículos enquadrados no programa.

Outra novidade neste ano é a entrada dos veículos leves a diesel na avaliação, como picapes, SUVs e off-roads, que serão etiquetados já em maio. Também foram inseridas duas novas categorias: picapes e os microcompactos, veículos de até seis metros de comprimento.

“Na hora de escolher o seu carro, o consumidor encontrará de forma mais clara as informações de eficiência energética, que vão impactar no consumo em toda a sua vida útil, e poderá escolher o modelo menos poluente e mais econômico. O objetivo é estimular que o cidadão procure a etiqueta para comparar veículos de uma mesma categoria, auxiliando-o a tomar uma decisão de compra consciente”, diz Alfredo Lobo, diretor de Avaliação da Conformidade.

Automóveis que forem mais eficientes e obtiverem as melhores classificações em sua categoria e também no ranking geral serão contemplados adicionalmente com o Selo Conpet de Eficiência Energética, concedido pela Petrobras, parceira do Inmetro no PBEV.

Confira AQUI a tabela completa de avaliação dos veículos.

 

“Peladões”: Os modelos de entrada mais vendidos

A procura por veículos de entrada aumentou no mês de março em relação a fevereiro. No acumulado do ano, são 83,594 mil unidades emplacadas, o que representa 20,81% se considerado o volume de vendas de veículos leves novos no período – 401.644 unidades.

O Radar Nacional mostra a seguir os detalhes dos modelos mais baratos que as montadoras emplacaram no trimestre:

1º Fia Palio

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O hatch da Fiat emplacou 18.229 unidades no acumulado do ano, com 21,81% de market share no segmento. O compacto pode ser adquirido no mercado ao preço de R$ 21,9 mil. Vem com ar-condicionado e direção hidráulica.

2º Ford Ka

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A principal aposta da Ford, que em 2015 foi líder de vendas entre os modelos com motor 1.0 litro, registra 20,48% de participação no mercado dos veículos de entrada com 17.118 unidades vendidas. O modelo tem versão inicial que custa R$ 41,5 mil que inclui conectividade.

3º Volkswagen Gol

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O compacto da Volkswagen, que acaba de avançar mais uma geração, emplacou 13.104 unidades, de janeiro a março. Com 15% de participação nas vendas entre os modelos de entrada, a versão mais básica do popular sai por R$ 34,8 mil e inclui nos itens e série direção hidráulica, trava e vidros elétricos.

4º Fiat Uno

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Uno soma 10.561 unidades vendidas no período, com 12,63% de market share. O compacto da Fiat sai por R$ 30 mil “peladão”.

5º VW Up

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A quinta posição é de mais um compacto da Volkswagen. Up! soma 10.306 licenciamentos até…[LEIA MAIS]

Leilão em SP tem modelos desejados com lances a partir de R$ 6 mil

Civic tem lance inicial de R$ 14 mil
Civic tem lance inicial de R$ 14 mil

Pelo menos 26 veículos poderão ser arrematados em leilão pela internet e presencial realizado pelo Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) na terça (29) e quarta-feira (30) em Embu das Artes. Entre os modelos que podem ser adquiridos por valores muito abaixo do preço de tabela estão carros desejados como o Honda Civic, Fiat Punto e Ford Ecosport.

O sedan da Honda, por exemplo, pode ser adquirido por lances a partir de R$ 14 mil. O modelo, ano 2009, e com motor 1.8 litros, é avaliado pela Tabela Fipe com preço mínimo de R$ 32 mil no Estado.

Leia também: Confira dicas para não entrar numa fria na hora de comprar carro em leilão

Já o Punto pode ser arrematado pelo lance inicial de R$ 6 mil. Nas mesmas configurações, o carro ano 2008 com motor 1.4L é encontrado no mercado convencional a partir de R$ 20 mil. O utilitário esportivo da Ford, ano 2006 e com motor 1.6L, tem lance inicial de R$ 10 mil. Pelo valor de tabela, o Ecosport nessas configurações é vendido a partir de R$ 19,5 mil.

Outro modelo de sucesso entre os brasileiros que está..[LEIA MAIS]

Raio-x: Sudeste concentra metade das locadoras de veículos

Faturamento das locadoras de veículos atingiu R$ 16,2 bilhões em 2015
Faturamento das locadoras de veículos atingiu R$ 16,2 bilhões em 2015

Das 7.455 locadoras de veículos em atividade no país, 55% se concentram na Região Sudeste. O mercado regional também se destaca pela diversificação de perfis, com participação expressiva tanto na terceirização de frotas quanto na demanda para o turismo de negócios e locações para viagens de lazer.

A região possui 4.195 locadoras e 619.648 veículos. Os dados são da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA), que divulgou na semana passada as principais informações do setor referentes a 2015. O Estado de São Paulo é líder isolado com 374.645 veículos. Em seguida aparece Minas Gerais, com 143.450. O Espírito Santo fecha a lista dos estados do Sudeste e registra crescimento anual da frota. No entanto, o mercado regional ainda poderia ter um desempenho melhor, segundo a ABLA, com políticas públicas de incentivo ao setor para baratear o crédito.

Na região Norte, a terceirização de frotas para empresas públicas e privadas é o principal nicho para o mercado de locação. Já as grandes distâncias e condições de infraestrutura ajudaram a diminuir a demanda das locações diárias pelo turismo. Entre os Estados, o Pará concentra a maior frota com 55.618 veículos.

O Nordeste brasileiro, que tem locações diárias intensas para viagens de negócio e de lazer, tem reflexo ainda mais positivo na temporada de verão, quando cresce a demanda diária por veículos de aluguel na maior parte dos estados. O veículo preferido na região ainda é o 1.0, com ar e direção hidráulica, mas a procura por motores mais potentes está em alta. Pernambuco, Bahia e Ceará são os estados com as frotas mais volumosas.

O agronegócio, ponto forte da economia no Centro-Oeste, também…[LEIA MAIS]