Parcerias para a Mobilidade do Futuro

 

Jomar: "Estamos longe de termos uma estratégia em âmbito nacional"
Jomar: “Estamos longe de termos uma estratégia em âmbito nacional”

Por Jomar Napoleão* – O crescimento contínuo dos grandes centros urbanos lança desafios importantes para o setor da mobilidade, seja de passageiros ou de cargas, em todos os modais. Tais desafios evidenciam um conflito basilar entre o número vertiginosamente crescente de usuários com necessidade de transporte cada vez mais veloz e a sustentabilidade do sistema, além da preservação do meio ambiente.

Nos mercados asiático, europeu e norte-americano esse cenário de alta complexidade tem impelido empresas, centros de pesquisa, universidades e autoridades à busca de ações conjuntas e coordenadas para soluções não apenas tecnológicas, mas que incluem especialmente legislação.

Essa é uma tendência irreversível, com soluções específicas para cada região. Por exemplo, em Bangkok há investimento massivo na ampliação das redes de trens urbanos e metrôs enquanto em Frankfurt e Viena, os planos são para o desenvolvimento da integração de veículos por redes digitais inteligentes, que, com a introdução da condução autônoma, permite a melhoria dos fluxos.

Esses exemplos mostram que não há uma solução padrão para todos os países e cada um tem que desenvolver suas propostas mais eficientes.

Dentro desse escopo sobressaem como parte da solução para a mobilidade itens de segurança e conforto, frequentes na cesta das novas necessidades dos usuários de transporte, tanto público quanto individual. Há vários exemplos de tecnologias antes restritas a veículos do segmento de luxo, hoje aplicadas em todos os segmentos, como controle de estabilidade, tração entre outros.

Áreas importantes de inovação tecnológica surgem ainda no desenvolvimento de modelos de gerenciamento dos vários modais de transporte, na interconexão entre o transporte individual e de massas, e na complexidade dos algoritmos e softwares de gerenciamento tanto dos veículos como da malha viária.

No caso do Brasil, exceto por algumas iniciativas pontuais em algumas cidades de uso de carro compartilhado, estamos longe de termos uma estratégia em âmbito nacional. Temos que pensar em criar grupos de trabalho integrados rapidamente.

Um bom começo seria entregar as linhas de metrô, que estão atrasadas na maioria das cidades. É inconcebível no mundo atual que cidades do porte de Curitiba e Campinas, não tenham nenhuma linha de metrô. Fica difícil falar em integrar algo que não existe.

O lado bom é que as oportunidades existem, estão aí.

O conceito de veículo autônomo faz parte da solução, tanto no que afeta conforto e segurança como no que implica em melhoria do tráfego. As empresas do setor têm atualmente suas áreas de pesquisa e inovação totalmente dedicadas ao desenvolvimento e aperfeiçoamento de tecnologias para atender a essas demandas.

Engenheiros-chefes de corporações como Volkswagen, Ford, Daimler AG, Embraer e Bosch tendências e tecnologias para a mobilidade debaterão o tema no Painel de Engenheiros-chefes do Congresso SAE BRASIL 2016, em São Paulo.

 

*Jomar Napoleão é engenheiro e dirige o Painel Engenheiros-chefes do 25º Congresso SAE BRASIL.

IoT vai movimentar US$ 1,9  trilhão em logística

Tecnologia permite à empresa unificar processos e melhorar a cadeia logística
Tecnologia permite à empresa unificar processos e melhorar a cadeia logística

O setor de logística pode alavancar níveis mais elevados de eficiência operacional na Internet das Coisa (IoT), que conecta em tempo real milhões de embarques que são deslocados, rastreados e acondicionados diariamente. A conclusão é de um relatório de tendências da empresa DHL, apresentado na Conferência Global de Tecnologia da companhia e que estima a movimentação de 1,9 trilhão de dólares.

Por exemplo, no setor de armazenagem, paletes e itens conectados serão diferenciais importantes na gestão inteligente de estoques. Já no transporte, onde a conexão de sensores e atuadores é bastante difundida com rastreamento e telemetria, as novas tecnologias poderão extrair diferentes tipos de informações, principalmente na camada de inteligência, que reúne leitura de todos os dispositivos embarcados em plataforma única.

Essas informações permite à empresa unificar processos e melhorar a cadeia logística. “A Internet das Coisas permite a transformação de dados absolutos em conhecimento integrado e útil para a operação de transporte e logística. E as vantagens podem ir além: quando os veículos se conectam ao ambiente (estradas, sinais, outros veículos, relatórios de qualidade do ar e sistemas de inventário, etc), os custos caem e a segurança e a eficiência aumentam significativamente”, avalia Renato Carneiro, especialista em IoT.

As plataformas de analytics, responsáveis pela camada de inteligência, permitem o embarque de ações que serão realizadas em cima das ocorrências, como no caso do furto de combustível, situação muito comum nas estradas brasileiras. A presença de uma câmera, acionada somente quando a soma de dois ou mais fatores – o sensor de tanque de combustível apresenta variação, o veículo está parado e o motorista não está na cabine –, permite o envio de imagens somente do momento da ocorrência, mantendo as demais imagens armazenadas no equipamento embarcado no veículo. Esse filtro realizado com os dados é o que a Cisco chama de armazenamento em fog, ou seja, os dados e imagens captados não vão todos para a nuvem, são enviados somente o que é considerado relevante, reduzindo o tráfego e o consumo de dados.

Para este processamento embarcado, é utilizado um roteador específico para o setor de transporte e o ambiente hostil de poeira, altas e baixas temperaturas e trepidações em que está inserido, uma novidade para o setor. O roteador funciona como centralizador de todos devices conectados ao veículo, ou seja, todos os dados captados pelos sensores são enviados para ele, onde é feito o processamento e o envio para a nuvem por sinal 3G ou 4G.

Quando o veículo passa por uma área sem cobertura, esse equipamento grava os dados coletados, que são descarregados e enviados para a plataforma de analytics assim que a conexão se reestabelece. Dessa forma, em momento algum há perda de conteúdo.

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Uber dos caminhões já fez 3 mil fretes. E sem roubos

CargoX atinge a marca de embarques sem sinistros
CargoX atinge a marca de embarques sem sinistros

Considerada a Uber dos caminhões, a CargoX comemora a marca de 3 mil embarques. Todos sem sinistros. Para a transportadora, que opera conectada com uma rede de mais de 100 mil caminhoneiros autônomos, a ausência de acidentes ou roubos nos fretes realizados para seus clientes merece destaque no país, onde o transporte rodoviário de cargas é alvo da criminalidade.

Os furtos de cargas cresceram 42% no país desde 2012. Os prejuízos nos últimos dois anos somam R$ 2 bilhões, conforme levantamento da Associação Nacional do Transporte de Cargas & Logística (NTC&Logística). A violência nas estradas também é alarmante. As taxas de mortes no trânsito correspondem a 23,4 para cada 100 mil habitantes, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

O monitoramento com tecnologia de ponta é um dos segredos da CargoX para garantir a segurança dos veículos em trânsito. O contato com sua rede de motoristas autônomos sobre oportunidades de cargas e rotas é feito por um aplicativo próprio, de uso interno. Os ados gerados diariamente por algoritmos oferecem os melhores trajetos, priorizando a segurança e otimização do percurso. “Nós utilizamos as informações produzidas por nosso BI para estabelecer procedimentos durante o transporte, para trazer mais segurança. A tecnologia e o big data são fortes aliados em nossa operação”, esclarece Alan Rubio, diretor de logística CargoX.

O treinamento dos caminhoneiros também é útil para a segurança em transporte, além da gestão da frota. “Os veículos passam por uma inspeção rigorosa que visa analisar todos os itens de segurança do veículo e o estado de conservação. A condição do caminhão tem impacto direto no aumento ou redução dos índices de acidentes”, informa o executivo.

Mesmo com os números crescentes de incidentes nas estradas brasileiras, a companhia pretende manter os resultados obtidos agora com relação à segurança no transporte de suas cargas. “A CargoX  está feliz com os resultados e vai continuar investindo nas melhores tecnologias para poupar o motorista e o embarcador de possíveis imprevistos. O nosso objetivo é fornecer um serviço de transporte inovador, de qualidade e seguro aos nossos clientes “, assegura Alan Rubio.

 

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Tecnologia convence motorista de que dirigir embriagado é uma má ideia

Dirigir embriagado ainda é um hábito comum no Brasil, mesmo no oitavo ano de endurecimento da Lei Seca. O Ministério da Saúde afirma em pesquisa que 24% dos motoristas brasileiros assumem essa atitude. Acabar com esse costume, que está diretamente associado a 15% das mortes no trânsito, ganha a tecnologia como mais uma aliada.

Uma solução tecnológica tornou capaz a reprodução em simuladores de direção veicular das situações enfrentadas por um condutor embriagado. A imersão no ambiente perto da realidade tem sido um importante processo na formação de futuros motoristas. “Adotado para auxiliar na formação do condutor, o simulador permite o aprendizado em uma ampla variedade de adversidades. Por exemplo, para que o aluno entenda o que é dirigir sob a influência de álcool, existe uma aula específica com esse fim”, ressalta Jobel de Araújo, gerente de negócios da Mobilis, empresas responsável pelo projeto.

Os cenários percorridos durante as aulas de alcoolemia são idênticos aos demais, exceto pelas percepções alteradas do motorista que está sob efeito de bebida alcoólica. “Para reproduzir este efeito, o aluno perde o controle sobre o simulador, pois o volante responde com atraso aos comandos. O sensor de movimento que o aluno usa em todas as aulas preso à cabeça também reproduz a sensação de lentidão, similar ao que sente o motorista alcoolizado”, detalha. Além da aula de alcoolemia, o aluno tem a possibilidade de dirigir em outras situações que seriam impossíveis de ser trabalhadas durante o aprendizado na rua, pois estariam expondo a risco o aluno e seu instrutor, bem como todos os usuários da via.

O chefe do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), Dirceu Alves Junior, afirma que os acidentes provocados por motoristas embriagados ocorre por falta de senso de compreensão, uma vez que ele subjuga o teor alcóolico ingerido, apesar de conhecer os riscos. Os casos crônicos, por sua vez, são desprovidos tanto de limites quanto dessa consciência mais clara. “Em ambas as situações, a confiança sobre a capacidade de dirigir sob influência da bebida é exacerbada, o que leva o motorista a transgredir as leis de trânsito”, resume.

O especialista alerta que os condutores precisam ter em mente as consequências de atitudes como essas. “O simulador de direção veicular age justamente no sentido de trazer este risco à tona”, destaca. Ele acredita que sem o equipamento o aluno aprende, simplesmente, a fazer o carro andar, sem dedicar atenção a possíveis adversidades, inclusive às provocadas pela ingestão de bebidas alcóolicas.

Alves Junior esclarece que, assim como no consumo de drogas, a ingestão de álcool desestabiliza as funções responsáveis por garantir uma direção segura, são elas: sensório-perceptiva, responsável pelos sentidos; cognitiva, responsável pela percepção e concentração; e motora, responsável pelo tempo de resposta do usuário. “Em condições normais, o processamento entre ver algo e tomar uma atitude é de 0,75 segundos. Sob influência do álcool, este tempo chega, no mínimo, a 1,3 segundos, intervalo suficiente para um acidente”, compara. Outros efeitos da bebida são ainda a visão tubular no lugar da panorâmica e possíveis delírios, que intensificam a aceleração aplicada ao veículo.

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Hora da verdade: App avalia se motorista é bom de volante

App oferece descontos em serviços para bons motoristas
App oferece descontos em serviços para bons motoristas

Para quem se considera um bom motorista ou tem dúvidas sobre as habilidades ao volante, agora ficou fácil saber definitivamente a resposta. Com uma mãozinha da tecnologia, é possível mensurar o grau de experiência do condutor e o domínio sobre o automóvel. E com recompensas para quem se sobressai. 

Ferramenta desenvolvida pela Ford e apresentada na Semana de Tecnologia de Londres atribui pontos ao motorista de acordo com seu comportamento em trânsito. Na prática, é usada a mesma lógica dos aplicativos de ginástica e condicionamento físico para classificar o modo de dirigir do usuário. 

Com um bom comportamento, o motorista avaliado ganha pontuações que podem ser revertidas em descontos em serviços de compartilhamento, aluguel e seguro de carros. “Como os aplicativos que mostram a distância percorrida e as calorias que queimamos, a pontuação do motorista incentiva as pessoas a dirigir de modo mais inteligente”, diz Jonathan Scott, líder do projeto Ford Smart Mobility. “Queríamos entender melhor como as pessoas usam nossos produtos e ajudá-las a melhorar seu comportamento. A pontuação, combinada com orientações, torna isso mais fácil”.

Pesquisa
Sensores colheram dados de mais de 40 Ford Fiesta conduzidos nas ruas de Londres por voluntários por um período de quatro meses. A análise incluiu desde movimentos mais leves como frenagem bruscas, além das condições de dirigibilidade. 

Esses dados, segundo a Ford, são propriedade dos consumidores e poderão ser usados para lhes oferecer vantagens por mecanismos ainda em estudo.

Além disso, o aplicativo vai instruir o motorista sobre como melhorar a sua direção. A ferramenta explicará coisas como usar a marcha corretamente, manter a aceleração constante e fazer curvas suaves. Também calcula a pontuação de cada trajeto a partir de dados de aceleração, frenagem e uso da direção. Por meio de gráfico, o motorista poderá ver quais dias dirigiu melhor. 

 

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Mobilidade verde é saída para reduzir poluição veicular

Apelos emocionais de beleza e rapidez dos automóveis já não atraem o cidadão urbano
Apelos emocionais de beleza e rapidez dos automóveis já não atraem o cidadão urbano

Está cada vez mais difícil respirar em meio ao trânsito. Especialmente nos grandes centros, os veículos representam 86% das emissões de gases poluentes, sendo os carros de passeio responsáveis por 47% deste total. Ao analisar o trânsito como um local democrático, considera-se fundamental o estímulo de soluções criativas e econômicas de deslocamento. E sim, há caminhos fáceis para se construir uma mobilidade urbana sustentável.

Dentro do conceito da mobilidade verde, uma das soluções que tem ganhado popularidade é o compartilhamento de veículos, seja por carona ou locação. De qualquer forma, é mais uma maneira de contribuir com menos veículos nas ruas. “Mas estes esforços só fazem sentido se acompanhados do incentivo do poder público. Para reduzir o uso do carro, uma boa cidade oferece condições melhores aos cidadãos, investindo em um conjunto de ações, que vão da tecnologia de tráfego aos sistemas de gerenciamento da demanda de transportes”, afirma à Perkons Lincoln Paiva, diretor da Green Mobility, consultoria especializada no desenvolvimento de mecanismos para melhorar a mobilidade sustentável de empresas e governos.

Ainda que existam várias experiências, compartilhar carro ainda é algo pouco popular no Brasil. O governo federal até incentivou a carona solidária em 1970, quando estourou a crise do petróleo. Já em 2009, a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo estimulou a prática como forma de reduzir a emissão de poluentes. “Ambas as propostas não surtiram o efeito desejado por muitos motivos, sendo o fator cultural possivelmente o mais forte”, completa.

Há sete anos, no entanto, o país tem as primeiras experiências sobre a locação de veículos como alternativa para gastar efetivamente pelo uso do automóvel que, no caso de particular, gera despesas constantes. É um nicho que atende parcela específica da sociedade, capaz de trocar a tarifa do transporte pública por uma mais cara, mas sua ressonância pode abalar o segmento automotivo. “Os apelos emocionais de beleza e rapidez dos automóveis já não atraem o cidadão urbano”, pondera.

Em Recife, por exemplo, foi adotado em 2014 o Carro Leve, primeiro sistema de aluguel de carros elétricos do país. A iniciativa é estimular o desenvolvimento de soluções para mobilidade, da mesma forma que Porto/Bike, iniciativa também no Estado de Pernambuco, que permite ao usuário ir de bicicleta até uma das cinco estações, retirar o veículo e devolvê-lo.

Economia colaborativa
A cultura do car sharing, popularizada nos Estados Unidos, serviu de motivação para amigos aqui no Brasil converterem o tempo ocioso de carros no trânsito em algo lucrativo. A Fleety nasceu em Curitiba para viabilizar o aluguel de carros entre usuários privados por meio de uma plataforma online.

A proposta revela o seu caráter colaborativo. As negociações quanto ao valor de retirada e devolução do veículo acontecem diretamente entre motorista e proprietário. O processo de locação é feito pelos site ou aplicativo que categoriza os veículos cadastrados. “Somos responsáveis pelas questões de segurança na operação. Para o motorista, o Fleety surge como uma oportunidade de ter um carro à mão sem burocracia”, define o Chief Design Officer (CDO) da empresa, Guilherme Nagueva.

A experiência bem sucedida no Paraná levou os empreendedores a testarem o sistema também em São Paulo, Florianópolis e Rio de Janeiro. Conforme explica Nagueva, a escolha das cidades baseou-se na diversidade de porte e comportamento da população e perfil do consumidor de cada município. “A expectativa é abranger todo território nacional nos próximos meses e expandir para América Latina até o fim do ano”, ressalta.

Na contramão do atual momento econômico vivenciado pelo país, os resultados do sistema têm superado expectativas. “Ao final de 2015, contávamos com mais de 18 mil usuários e cerca de 2.500 carros cadastrados. Só no primeiro trimestre deste ano, a taxa de crescimento foi maior que de todo ano de 2015”, compara Nagueva. Ele afirma que este modelo de compartilhamento P2P (peer to peer) ainda é escasso no país, sendo maciçamente representado por empresas internacionais como Uber e Airbnb. “Por outro lado, todos temos o hábito de compartilhar algo entre amigos e família. O que propomos é que essa troca vá além da zona de conforto”, pondera.

 

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Olli: Ônibus usa inteligência artificial para levar passageiros aonde quiserem

Olli: Ônibus autônomo com inteligência artificial
Olli: Ônibus autônomo com inteligência artificial

Esqueça aquela lembrança terrível de ônibus lotado e parado no trânsito e de motorista mal humorado, uma realidade nas capitais brasileiras. A montadora Local Motors pretende oferecer uma experiência muito mais agradável de transporte compartilhado. E ela já tem nome: Olli, um ônibus que usa inteligência artificial para levar os passageiros em seus destinos com as melhores rotas.

Compacto, o ônibus inteligente tem capacidade para levar 12 pessoas e segue a tendência de compartilhamento de veículos já consolidada por meio de apps de carona remunerada e de serviços on demand que montadoras como a General Motors começam a implementar em um tempo no qual a forma de uso de veículos individuais tem sido repensada. 

Leia também: Transporte público à beira de um colapso

O veículo pode ser pedido por aplicativo. Por meio de comando de voz, o passageiro informa ao sistema para onde levá-lo. E também é possível interagir de outras formas: perguntar como ele funciona, saber do tempo ou até pedir dicas de restaurantes, cafés ou locais para praticar esportes. O motorista robô sinaliza uma transição de condutores humanos para máquinas.

Conhecida por suas criações de veículos em impressoras 3D, a Local Motors, com sede em Arizona, desenvolveu o Olli com o sistema de inteligência artificial Watson, da IBM. O veículo é movido a motor elétrico e utiliza sistema de câmeras e GPS. 

Olli já circula em ruas de Washington D.C. e, ainda neste ano, deve começar a rodar em Miami e Las Vegas. A companhia também planeja implementar o serviço nas estradas de Berlim, Copenhague, Camberra e não descarta a ideia de instalar fábricas em pontos estratégicos do mundo para ampliar o projeto de ônibus com internet das coisas. Um exemplar é fabricado em cerca de 11 horas.

 

Assista ao vídeo sobre o conceito do Olli:

 

 

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CNT: Renovação da frota é solução para reduzir emissão de poluentes

Transportadoras gastariam 10% a menos com combustíveis se frota fosse renovada
Transportadoras gastariam 10% a menos com combustíveis se frota fosse renovada

A frota de transportes de cargas e passageiros no país é formada por 440 mil veículos com mais de 30 anos de circulação. São modelos de tecnologia ultrapassada e que poluem mais, além de oferecerem mais riscos nas estradas.

A renovação da frota é vista como  uma saída para promover ganho de sustentabilidade ambiental da transportadora. De acordo com a Confederação Nacional do Transporte (CNT), daria para reduzir em 10% o consumo de combustíveis. AS novas tecnologias de motores ajudariam a diminuir expressivamente as emissões de gases que resultam da queima do óleo diesel , segundo o o professor do curso de Engenharia de Energia da UnB (Universidade de Brasília) e vice-diretor da UnB Gama, Augusto César de Mendonça Brasil.

À CNT, o especialista afirma que renovar a frota é o caminho mais rápido. “Isso teria impacto considerável, ao longo dos anos, nas emissões de poluentes do ar. Depois, continuar com o programa de investimento em biocombustíveis, especialmente em razão do diesel, seria uma boa ação. Mas com cuidados com toda a cadeia”, pondera. “Essa seriam as medidas mais óbvias e imediatas. Depois, é necessário um programa de mais longo prazo, com planejamento e gestão das rotas, qualidade das estradas. Aí seria um programa mais abrangente, de governo e instituições não governamentais”, ressalta.

Ainda de acordo com Brasil, a má qualidade da infraestrutura rodoviária contribui com o aumento das emissões. “Quando se tem estradas de má qualidade, você tem um ciclo de velocidade baixo: anda, para, anda, para. Além disso, as rotas são prolongadas: quando o motorista não pode ir por uma rodovia mais curta e vai por outra, com aumento das distâncias, para evitar as estradas de péssima qualidade, interfere diretamente no consumo de combustível”, afirma.

Consumo
Um caminhão que trafega em pavimento inadequado consome 5% mais combustível. O prejuízo gerado é de cerca de R$ 2 bilhões pelo consumo desnecessário e de 749 milhões de litros de combustível quando se fala de transporte no país.

As novas tecnologias ajudariam a reduzir estes gastos. “Por meio da introdução de novas tecnologias de propulsão, veículos híbridos e elétricos. Vamos ter isso ao longo dos próximos anos, das próximas décadas. Mas, quando falamos de veículos elétricos, não significa que estamos migrando para uma plataforma mais limpa. Por exemplo: temos uma matriz de eletricidade no Brasil que vem, em grande parte, das hidrelétricas. Elas têm lá seus problemas ambientais, mas é uma energia renovável. E temos as termoelétricas, da indústria da cana e de combustíveis fósseis, que têm uma emissão de poluentes considerável. Se começamos a expandir a propulsão para elétrica, vamos migrar, naturalmente, para outra matriz. Então, vamos ter que usar mais as termoelétricas, na situação atual do Brasil. Vamos ter energias mais limpas? Temos que ter cuidado ao afirmarmos isso”, comenta.

Já em relação ao transporte coletivo, o especialista afirma que o setor também carece de investimentos para se tornar amplamente sustentável. “No transporte urbano, precisamos de mais investimento, para que as pessoas migrem do modo individual para o coletivo. Do contrário, vamos continuar com cidades muito voltadas para os veículos particulares, com excesso de trânsito, poluição… Mas o cidadão também precisa saber que ele faz parte dessa migração para uma solução melhor, com uso menos intensificado de um veículo particular, com a otimização desse uso, fazer mais rotas a pé ou de bicicleta. Ou seja, no primeiro nível, é o próprio cidadão que precisa de alguma consciência. Isso, às vezes, vem do pior modo, quando se percebe que a situação está insustentável. Por outro lado, tem a postura de país, de maneira geral, com investimentos públicos em transporte, e deixar claro, para o cidadão, que aquilo é um bem do cidadão e que deve ser usado como tal”, finaliza.

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GM testa compartilhamento de carros no Brasil

Maven é testado no Brasil por funcionários da GM
Maven é testado no Brasil por funcionários da GM

Depois da popularização dos serviços de compartilhamento de caronas, chega ao Brasil uma nova tendência: o car-sharing, ou compartilhamento de veículos. A ideia trazida pela GM consiste em ter um carro à disposição quando precisar e pagar somente pelas horas de uso, seja para programas do dia a dia ou até mesmo para uma viagem com a família.

“Maven”, como foi batizado o programa de compartilhamento, está em fase de testes no Complexo Industrial de São Caetano do Sul e faz parte do movimento global da montadora para o desenvolvimento de opções de mobilidade urbana. “GM está na vanguarda de redefinir o futuro da mobilidade pessoal com o lançamento do nosso piloto de serviço de compartilhamento de carros, com a inovação e a liderança em conectividade veicular através de OnStar. Estamos numa posição única para fornecer o alto nível de serviços personalizados de mobilidade urbana que os nossos clientes esperam hoje e desejam no futuro”, disse Santiago Chamorro, presidente da GM do Brasil.

A forma de funcionamento é simples. O usuário reserva o veículo, que pode ser travado e destravado pelo aplicativo. Na primeira fase do teste, os deslocamentos são feitos de ponto a ponto. Retirada e entrega são feitas dentro do complexo. O uso do veículo custo R$ 35 por hora ou R$ 210 para uma reserva de 24 horas, incluindo combustível e seguro do veículo. Valores são descontados da folha de pagamento do proprietário.

Inicialmente, a frota oferece o Chevrolet Cruze LTZ, com todas as unidades equipadas com o OnStar, que oferece ao motorista serviços de emergência, segurança, navegação, concierge e conectividade como jamais visto no mercado automotivo nacional. “Ao lançar o “Maven” no Brasil, a GM assume a liderança em soluções de mobilidade urbana e proporciona mudanças na vida dos nossos empregados. O acesso rápido e fácil a um carro é um divisor de águas que altera fundamentalmente a abordagem ao transporte, com novas oportunidades que antes não eram possíveis”, disse Marcos Munhoz, vice-presidente da GM do Brasil.

Ao contrário de outras ofertas de serviços de mobilidade, o “Maven” aproveita de tecnologias de conectividade integradas e do serviço do OnStar já existente no Brasil, como ajudar no processo de recuperação em caso de roubo do veículo, notificar automaticamente a assistência em caso de acidentes por meio de uma central de atendimento e de informações 24 horas, com o acesso a consultores OnStar com o apertar de um botão no retrovisor do carro.

Maven é parte de uma estratégia de mobilidade global da GM que começa a enxergar as mudanças na experiência de dirigir e de consumo dos carros. As oportunidades reais, de acordo com a direção de marketing da GM do Brasil, são incluídas rapidamente nas capacidades existentes, como OnStar.

Fiat e Uber
O Uber é um inovador serviço de transporte que concorre com táxis e coletivos nas grandes cidades. No entanto, não possui um único veículo em seu nome. Os carros são de pessoas comuns que fazem o trabalho e levam passageiros do ponto A para o ponto B. A montadora Fiat produz carros, mas não entende nada de transportar gente. Isso fica com quem compra seus produtos. Essas duas empresas podem ser parceiras em um futuro próximo nesse mercado monumental de gente querendo ir do ponto A para o Ponto B.

Só que o mundo está evoluindo e o mercado está cada dia mais complexo. Uma parceria entre Uber e Fiat tem como alvo os veículos, mas não os motoristas. As duas empresas pretendem juntar forças para dominarem o mercado de carros robôs, ou carros autônomos. São aqueles que dispensam uma pessoa no volante e todo o espaço dentro dele é destinado ao passageiro.

As conversas estão acontecendo há algum tempo e pretendem unir a tecnologia da Fiat com o serviço do Uber. O resultado seria aquilo que se conhece dos carros pretos que são odiados pelos taxistas – só que o veículo viria sozinho até o cliente e o levaria para onde ele quer. Não haveria ninguém no volante e tudo seria controlado com sensores, ferramentas de localização e o poderoso banco de dados do Uber que conecta pessoas querendo ir do ponto A para o ponto B com quem tem a condição de realizar isso.

Uberização do mercado
A grande transformação que o Uber e outras empresas da economia compartilhada estão fazendo é essa nova visão sobre como as coisas são. Antigamente falávamos que iríamos pegar um táxi. Na realidade, só queríamos ir do ponto A para o ponto B. Não queríamos um táxi, desejávamos somente o serviço de transporte.

O Uber entendeu isso e começou a conectar quem queria se locomover e quem tem carro para fazer isso. Nem bem começou a fazer sucesso, a empresa descobriu que poderia ir ainda mais fundo nessa refinação do conceito. “Motorista pra quê?”, se só o carro pode realizar a tarefa se algumas tecnologias novas forem usadas?

As conversas estão em fase inicial, relatam Bloomberg e Wall Street Journal. A Fiat-Chrysler é só uma das montadoras que estão batendo à porta do Uber, oferecendo uma tecnologia de self driving car. A da Fiat é robusta e vem sendo desenvolvida desde 1995.

Segundo especialistas, o futuro da parceria depende do dinheiro que ambas ganharão. A parte do Uber é cristalina. Carros autônomos seriam mais baratos – ao longo dos anos – do que os motoristas associados. Também teriam mais confiabilidade em horários, roteiros e problemas legais seriam minimizados. O lado da Fiat é mais complicado, a empresa perderia parte do mercado comprador se existir um serviço de transporte de sucesso que substitua a aquisição de um veículo. A saída seria viver de lucro sobre as patentes da tecnologia de carros autônomos. Algo ainda arriscado.

Outras parcerias
A união de startups de tecnologia com montadoras não seria novidade. A GM investiu no Lyft e a Volkswagen fez o mesmo no Gett. Um movimento da Apple também é esperado para breve, algo além do dinheiro que colocou na chinesa Didi. BMW, Daimler e quase todas as marcas de carros possuem ou investem em tecnologia de carros autônomos no momento. Além disso, o Google já é forte candidato a dominar esse mercado.

A parceria entre Uber e Fiat, como se vê, já está cercada de concorrência, mesmo antes de acontecer. Sinal dos tempos nessa uberização da economia.

Com informações do Portal Voit – Voz da Tecnologia e Informação

  

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Setor de seguros viverá grande transformação com internet das coisas e digital

Clientes da Geração Y se comunicam com mais frequencia com seguradoras, principalmente pela internet
Clientes da Geração Y se comunicam com mais frequencia com seguradoras, principalmente pela internet

A transformação digital, impulsionada pelo consumidor conectado, e a invasão de novos dispositivos inteligentes é o grande desafio para as empresas de seguros para os próximos anos. O Relatório Mundial sobre Seguros (World Insurance Report) 2016, pesquisa feita pela Capgemini e pela Efma, identificou várias ameaças que empurram o setor para uma ruptura massiva. A evolução contínua da Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês), combinada com a mudança do comportamento e preferências dos clientes daGeração Y, está sinalizando a necessidade urgente das seguradoras implementarem uma transformação significativa, com o risco de ficarem atrás de novos concorrentes como as startups financeiras de tecnologia.

A pesquisa “Voice of the Consumer” (Voz do Consumidor, em Português), que entrevistou mais de 15.500 usuários de seguradoras do mundo inteiro, revela que os clientes da Geração Y apresentam uma probabilidade muito menor de passarem por experiências positivas com suas seguradoras se comparados aos consumidores de outras faixas etárias, apesar de estarem se comunicando com elas com mais frequência. Esse público interage mais em todos os canais de comunicação, principalmente nos digitais, sendo até 2,5 mais vezes nas mídias sociais do que os outros clientes e 2 vezes mais por meio de dispositivos móveis.

No entanto, essas interações resultam em níveis positivos de experiência do consumidor quase 20% menores do que os apresentados pelos clientes de outras faixas etárias, o que sugere que as expectativas dos clientes da Geração Y em relação aos canais digitais tradicionais são maiores do que as de seus colegas mais velhos. Considerando que mais de um quarto de todos os clientes planejam comprar ou renovar o seguro por meio de canais digitais nos próximos 12 meses, o nível de experiência desse público é particularmente preocupante para esta indústria. Além disso, aproximadamente um quarto dos clientes da Geração Y diz que provavelmente contrataria seguros de empresas de tecnologia não tradicionais, destacando a ameaça que os novos concorrentes representam para a base de clientes das seguradoras tradicionais.

“Deixando de oferecer o engajamento adequado para os clientes digitalmente avançados, as seguradoras correm o risco de empurrá-los para um grupo crescente de novos entrantes do mercado e para concorrentes não-tradicionais impulsionados pela tecnologia”, diz o vice-presidente corporativo e líder do setor de seguros da Capgemini, John Mulen. “A Geração Y está indicando claramente que a forma como fazem negócios é diferente, e as seguradoras que atendê-los conforme as suas preferências terão uma vantagem competitiva clara”.

Índice brasileiro de experiência do cliente cresce
No Brasil, a experiência positiva da geração Y com os canais tradicionais chegou a 40.7%, atingindo 39.2% quando o assunto são os canais digitais. Considerando o índice de experiência do cliente como um todo, o País apresentou crescimento de 6.3 pontos em relação a 2014, chegando a 74.0 – enquanto, globalmente, este número subiu 6.1 pontos, alcançando 73.9.

A pesquisa constatou que mais de 50% dos usuários brasileiros de seguros, pertencentes à geração Y, se comunicam frequentemente pelos canais digitais por meio de desktops, dispositivos móveis e mídias sociais. Apesar disso, os canais tradicionais não serão substituídos – as seguradoras precisarão oferecer uma experiência integrada e perfeita em todos os canais.

Quando o assunto são novos entrantes no mercado, uma proporção significativamente alta de clientes brasileiros se mostraram dispostos a trocar de seguradora caso empresas de tecnologia, como o Google, entrassem nesta indústria. 53.6% da geração Y e 40.3% das outras faixas etárias disseram que trocariam sua seguradora atual caso o Google começasse a oferecer serviços de seguros. Sendo assim, as seguradoras devem inovar continuamente para superar a ameaça representada por estes novos players.

Cresce o domínio da IoT
Uma ameaça mais fundamental, ou facilitadora, para o futuro das seguradoras é a próxima onda de tecnologias conectadas, sob a forma de inovações como casas inteligentes, dispositivos “vestíveis” e drones, robôs e carros ativados por meio de máquinas. Essas tecnologias de IoT devem transformar os modelos de negócio tradicionais do setor de seguros, desde a forma como as seguradoras se conectam com seus clientesaté a análise e gestão dos riscos. Mas, apesar dessa ameaça, este mercado está subestimando, e muito, a dimensão da adoção das tecnologias conectadas. Apenas 16% das empresas acreditam que os clientes aceitarão carros sem motoristas, por exemplo, enquanto 23% dos clientes demonstram esse interesse.

Mais significativo do que a idade, a riqueza é o fator que mais leva o cliente a abraçar as tecnologias relacionadas à IoT. Mais de 45% dos clientes abastados da Geração X devem adotar ecossistemas inteligentes, dispositivos conectados e ‘vestíveis’, comparados a apenas 30% a 35% de pessoas mais jovens e com menorpoder aquisitivo. Para clientes da Geração Y com maior poder aquisitivo, a probabilidade de adotarem as tecnologias conectadas é maior (50%). No entanto, os clientes mais ricos também tendem a contratar seguros de empresas não-tradicionais. Globalmente, aproximadamente 31% dos clientes ricos afirmam que podem vir a contratar seguros de empresas de tecnologia, percentual que sobe para 47% entre os clientes mais abonados da Geração Y.

Redefinindo o risco
Além do impacto nas conexões com o cliente, a Internet das Coisas deve impactar ainda mais os princípios básicos do setor de seguros. Em um mundo conectado, os dados gerados por dispositivos móveis, ecossistemas inteligentes e tecnologias vestíveis aumentarão a transparência dos riscos, uma dinâmica que provavelmente levará a um novo modelo de negócio, principalmente na precificação e no controle de riscos. A apropriação dos riscos também mudará com as tecnologias conectadas, assim como a responsabilidade pelas ações, como, por exemplo, no caso dos carros sem motorista, que deixa de ser do proprietário e passa a ser da montadora.

Finalmente, e mais importante, IoT se destaca na gestão do nível de exposição ao risco, devido aos ambientes mais seguros. Isso mudará significativamente os prêmios, ameaçando algumas operadoras, mas oferecendo oportunidades para aqueles que podem compreender os riscos emergentes que são inerentes, conforme a mudança tecnológica torna-se mais difundida na vida das pessoas e comércio.

As seguradoras devem começar a se preparar para a transformação do seu negócio. O relatório aconselha as seguradoras a criar bases sólidas, porém ágeis, no curto prazo. No médio prazo, devem refinar sua proposta de valor por meio de alianças estratégicas e insights baseados em dados. As estratégias de longo prazo devem se concentrar em transformar o negócio para ficar à frente dos perfis de risco emergentes, com novos modelos de interação, mudando o comportamento do cliente e a influência esperada de IoT na seleção de risco, precificação e prevenção de perdas.

“Enquanto já vivencia a transformação digital, o setor de seguros precisa se preparar para a ruptura massiva e inevitável trazida pela Geração Y e pela Internet das Coisas”, afirma o secretário geral da Efma, Vincent Bastid. “As seguradoras que colocarem como prioridade máxima a melhoria da sua habilidade em gerenciar e influenciar dados e riscos serão as mais preparadas”.

Do Portal Voit – A Voz da Tecnologia e Informação

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