Base de dados de veículos é nova arma de combate à corrupção no PR

Base de dados de veículos é a mais nova ferramenta de combate à corrupção e enriquecimento ilícito de agentes públicos. Acordo firmado entre o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR) e Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PR) estabelece a integração de seus bancos de dados com informações sobre a frota que circula em poder dos entes e órgãos, de forma a identificar possíveis irregularidades.

O intercâmbio tornou-se possível com termo aditivo ao convênio nº 16/2013, firmado com o órgão de trânsito, que na cláusula terceira tem incluído o item XII, que prevê: “Disponibilizar, por meio da base de dados, as informações referentes aos veículos de propriedade de pessoa jurídica, por meio do CNPJ consultado, incluindo data de aquisição e transferência, contribuindo para a identificação de enriquecimento ilícito”.

“Este termo aditivo amplia o escopo do convênio, ampliando a quantidade e qualidade das informações que nos serão repassadas pelo Detran”, explica o presidente do TCE, conselheiro Ivan Bonilha, relator do processo. “O cruzamento de informações vai multiplicar as possibilidades de identificação de falhas e irregularidades no registro da frota de veículos dos entes e órgãos fiscalizados, ajudando-nos a evitar o desperdício do dinheiro público”.

O aditamento permitirá confrontar as informações declaradas ao TCE aos jurisdicionados da identificação de suas frotas nos sistemas com as existentes no banco da autarquia. Divergências levarão o órgão a desencadear operações de fiscalização. Entre as irregularidades que poderão ser investigadas estão o cadastramento de veículos particulares na frota do poder público e ônus financeiros não declarados.

Casa Civil
Convênio também foi homologado entre a corte e a Casa Civil do Estado. Pelo acordo, o órgão de controle terá acesso à base de dados do Sistema de Gestão Governamental – G-GOV.

Desta forma será possível pesquisar os dados cadastrais e emissão de relatórios voltados para a elaboração de políticas públicas, que ajudarão o TCE a coibir o desperdício de recursos públicos.

 

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Cabotagem é essencial para logística brasileira, segundo especialista

O modal aquaviário é essencial para a cadeia logística, especialmente no Brasil, que tem 7.400 quilômetros de litoral e 80% da população a 200 km da costa. Julian Thomas, diretor-superintendente da Hamburg Süd no Brasil, empresa alemã do setor de transporte marítimo, e um dos especialistas das áreas de comércio exterior logística e transportes, afirma que o serviço de navegação de cabotagem desempenha papel indispensável no desenvolvimento da multimodalidade e que é, por sua vez, ponto decisivo para a competitividade.

Thomas chama a atenção em artigo publicado na BrasilAlemanha News, plataforma de informações das Câmaras de Comércio e Indústria dos dois países, que é preciso desmistificar a navegação entre portos de um mesmo país de que é mais cara e inacessível para empresas menores. Especialista acredita que romper barreiras mentais e culturais mostrarão que o serviço é mais prático que o rodoviário.

Entre outras vantagens da cabotatem, o executivo cita a rastreabilidade em qualquer ponto, integração entre modais e menor índice de avarias.  “O segredo de uma logística eficiente é a utilização apropriada de todos os modais, cada um desempenhando o seu importante papel na cadeia. O que não devemos é incorrer novamente no erro de priorizar apenas um deles”, diz.

Transporte aquaviário
 Pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) em 2013 mostra que existem entraves no modal para o desenvolvimento da atividade. Uma análise qualitativa por meio da sondagem com 92 clientes que utilizam a cabotagem frequentemente revela que deficiências na infraestrutura portuária são consideradas um programa grave para 80% das empresas.

Outra dificuldade relacionada por 63% dos entrevistados é a precariedade dos acessos terrestres aos portos e a falta de manutenção dos canais de acesso e dos braços. Tarifas elevadas surgem na sequência (56%),  assim como a baixa oferta de navios (55,4%), o excesso de burocracia (53,3%) e a carência de linhas regulares (52,2%).

Ainda assim, a navegação de cabotagem cresceu nos últimos anos. De 2006 a 2012 houve uma alta de 22,9%. Um ano antes da pesquisa foram movimentadas 200 milhões de toneladas por toda a costa brasileira, 3,9% a mais em relação a 2011. Entre os principais produtos transportados destacaram-se os combustíveis e os óleos minerais, com 77,2% de participação, a bauxita, com 10,1% e os contêineres, com 5,1%.

Entre as vantagens oferecidas pelo modal destacam-se a eficiência energética, elevada capacidade de transporte, segurança, redução de acidentes, custo operacional e impacto ambiental.

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Ford faz parceria com gigante para popularizar veículo elétrico na China

Ford quer ampliar participação no mercado de veículos elétricos

A Ford vai produzir veículos elétricos com a Anhui Zotye Automobile. A joint venture com a grande fabricante na China prevê também a venda e manutenção da nova linha de autos elétricos no mercado chinês.

A parceria está alinhada ao objetivo da montadora americana de tornar veículos elétricos mais acessíveis para consumidores e contribuir com a sustentabilidade ambiental. “Poder lançar uma nova linha de veículos totalmente elétricos no maior mercado automotivo do mundo é um passo empolgante para a Ford na China”, diz Peter Fleet, presidente da Ford Ásia Pacífico. “Os veículos elétricos terão uma participação importante na China no futuro e a Ford quer ser líder em novas soluções nesse segmento.”

A China é destaque no cenário global quando o assunto é a criação de energias alternativas no mercado automotivo. Em 2025, a meta da Ford é chegar a 6 milhões de unidades produzias por ano, sendo 4 milhões totalmente elétricos.

Entre as marcas pioneiras na produção de veículos elétricos, destaque no segmento aqui no Brasil, a Zotye Auto lidera no mercado chinês de compactos com propulsão elétrica. Há dois meses, a montadora vendeu mais de 16 mil unidades, um incremento de 56% nas vendas em relação ao mesmo período de 2016.

Os veículos que serão produzidos pelas marcas aliadas serão vendidos sob uma nova marca. Detalhes serão revelados somente após ser estabelecido acordo definitivo. “A parceria entre a Zotye Auto e a Ford fortalece ambas as partes para que possamos ter uma participação importante no crescente mercado de veículos elétricos na China”, diz Jin ZheYong, presidente da Anhui Zotye Automobile Co., Ltd., com sede em Huangshan, província de Anhui.

A Ford planeja lançar globalmente 13 novos veículos elétricos nos próximos cinco anos, com um investimento de US$ 4,5 bilhões, e anunciou uma ambiciosa estratégia de eletrificação na China: até 2025, 70% dos veículos da marca vendidos no país terão uma opção elétrica.

Brasil perde R$ 115 bi com contrabando. E o que SP tem a ver com isso?

A economia brasileira sofre um duro golpe quando a questão é o contrabando de mercadorias, responsável por uma evasão fiscal de R$ 115 bilhões anuais. É um montante que contribuiria significativamente com a educação e a saúde, pois daria para construir com esse dinheiro 974 hospitais, ou 57 mil creches ou, ainda 22 mil escolas públicas. Mas afinal, o que São Paulo tem a ver com isso?

O estado é nada menos que o principal prejudicado com a evasão fiscal provocada pelo contrabando de mercadorias.  E o cigarro é o principal item na lista dos criminosos. Estima-se que quatro entre dez cigarros vendidos ilegalmente em território paulista tenham passado pelas fronteiras. E tem até a marca preferida dos bandidos: o cigarro Eight, que corresponde a 25% do market share.

Venda indiscriminada que fez o estado deixar de arrecadar R$ 751 milhões no ano passado, uma alta de 169% na comparação com 2010, conforme dados do Ibope. Em cinco anos, os cigarros contrabandeados somam uma evasão fiscal superior a R$ 2 bilhões.

Perdas aos cofres públicos que deixam de recolher impostos que vão custear áreas importantes para a sociedade, o contrabando também compromete a empregabilidade e financia o crime. “O contrabando ameaça a sustentabilidade de diversos setores da economia formal. Os cigarros proveniente dos Paraguai não têm qualquer fiscalização e controle de qualidade”, declara Rodolpho Ramazzini, diretor da Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF).

E a culpa é de quem?
O aumento do contrabando é explicado pelos ajustes indiscriminados de impostos que incidem sobre diversos produtos e a negligência do governo em proteger as fronteiras.

“Quanto maior os impostos sobre os produtos nacionais, mais competitivo se torna o produto ilegal e mais a população sofre com o aumento da criminalidade”, pondera presidente da Frente Nacional Contra a Pirataria (FNCP), Edson Vismona.

A Coalizão Estadual quer propor às autoridades a criação de um Plano Estadual para o enfrentamento deste grave problema. Entre as medidas propostas estão: recalibrar a alíquota de tributo estadual (ICMS) incidente sobre os produtos; reforçar a fiscalização das estradas consideradas as principais rotas do contrabando; e trabalho integrado junto a outros órgãos públicos e entidades para coibir o comércio de mercadorias ilegais.

 

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Carro “baixado”: melhor tomar cuidado antes de comprar um

Carro rebaixado é classificado como sucata pelo Denatran
Carro rebaixado é classificado como sucata pelo Denatran

Pelo menos 6% dos veículos registrados no país têm o status de “carro baixado”. O que aparentemente pode ser algo sem grandes problemas na realidade tem tudo para ser um péssimo negócio.

Carro baixado na realidade não se trata de um automóvel com a suspensão baixa, mas um auto que teve sua circulação vetada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Significa, na prática, que o carro já foi batido com danos irreparáveis ao chassi. Assim, o chassi sofre baixa no cadastro do órgão de trânsito, pois representa perigo e pode causar acidentes se estiver em circulação.

Leia também: Vai comprar um carro usado? Saiba como fazer a melhor escolha

Fora do sistema, esse veículo só pode ser vendido como sucata ou peça de reposição. “O maior problema é que a cultura do “jeitinho brasileiro” faz com que alguns vendedores ajam de má fé. Eles compram esses carros, fazem reparos e consertos para maquiar os problemas e conseguem, de maneiras ilegais e em estados que não possuem a Vistoria de Transferência, regularizar essa documentação para vendê-los como se estivessem em conformidade”, explica José Félix, gerente responsável pelos serviços de varejo DEKRA e pela Checkauto. “Nos estados em que existe vistoria para transferência, como São Paulo, por exemplo, essa fraude é mais difícil, se não impossível, de ser levada a cabo”.

Mas como evitar cair em um golpe? O recomendável é fazer uma consulta veicular completa e confirmar o histórico do automóvel antes de fechar o negócio. Tentar reaver o dinheiro depois de bater o martelo fica difícil, principalmente se o negociante for um golpista.

No caso da compra de um carro com essa restrição, o comprador sai em um prejuízo enorme, pois pode pagar por um carro que irá apresentar problemas graves em pouco tempo. “As avarias externas podem até ser consertadas, mas a estrutura do carro está comprometida. Quem compra um carro assim coloca sua família em risco e pode ficar na mão a qualquer momento”, alerta Félix.

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Vida no trânsito: Uma questão multidisciplinar

Oliver: "Você sabe quantas pessoas ficam feridas e morrem por ano em acidentes de trânsito no Brasil?"
Oliver: “Você sabe quantas pessoas ficam feridas e morrem por ano em acidentes de trânsito no Brasil?”

Por Oliver Schulze* – Todo dia de manhã levo minhas filhas à escola. Hoje em menos de cinco minutos presenciei três barbaridades no trânsito. Primeiro uma criança aparentando menos de 10 anos sentada no banco da frente do carro sem cinto de segurança afivelado.

Em geral a justificativa dos pais para dispensar a segurança é a de que moram muito perto do colégio, porém não escolhemos o momento em que seremos envolvidos em um acidente, e é sabido que muitas das colisões ocorrem próximo à residência das vítimas.

Logo em seguida fui ultrapassado pela contramão por um motoqueiro, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Mais à frente quando cheguei ao cruzamento lá estava ele caído no chão ao lado da moto. Teve sorte de não ser atropelado. Como não fosse suficiente, na estrada um pedestre caminhava na pista de rolagem apesar do espaço exclusivo destinado para isso.

Outro dia nessa mesma estrada parei para uma pessoa atravessar na faixa de pedestre. A motorista do veículo que vinha atrás começou a buzinar muito e passou berrando “aqui não é lugar de parar não! Aqui não é Estados Unidos”. Realmente aqui não é os Estados Unidos e nunca será enquanto tivermos motoristas despreparados, descontrolados e desinformados.

Você sabe quantas pessoas ficam feridas e morrem por ano em acidentes de trânsito no Brasil? Fica chocado quando ocorre um acidente aéreo e morrem mais de 100 pessoas? Pois saiba que nas estradas do nosso País temos o equivalente a um grave acidente aéreo ou uma tragédia da boate Kiss por dia. Isso mesmo! Morrem mais de 50 mil pessoas por ano, ou quase 200 pessoas por dia.

Precisamos agir mais rápido diante de tanta violência. Sabemos que acidentes podem ocorrer por diversas razões, de problemas no veículo, falta de infraestrutura viária, condições climáticas adversas até o comportamento do motorista. Sim, a vida no trânsito depende de ações multidisciplinares.

No tocante à segurança veicular, seja por força da legislação brasileira, da concorrência cada vez mais forte em todos os segmentos da indústria automobilística, ou até mesmo de avaliações regulares feitas por organismos como a LATINNCAP, a evolução tem sido constante.

Nos últimos anos os veículos produzidos no País agregaram segurança, que alcançou com mais intensidade os carros mais luxuosos, que já oferecem recursos tecnológicos como o controle eletrônico de estabilidade (ESP), que evita que o veículo perca o controle em situações de risco. As melhorias não se restringem apenas à eletrônica, mas também à parte estrutural dos veículos com carroçarias que oferecem mais proteção ao ocupante.

No que diz respeito à infraestrutura viária é possível afirmar que há estradas em boas condições no Brasil, mas ainda há um longo caminho a percorrer para um sistema eficiente. Segundo a pesquisa CNT de Rodovias 2015, que percorreu e avaliou mais de 100 mil quilômetros de rodovias pavimentadas por todo o País, (19,7% concedidas 80,3% sob gestão pública) 57,3% delas são deficientes no estado de conservação. Na avaliação da pesquisa, o estado geral das rodovias sob concessão foi 78,3% bom e ótimo, enquanto nas vias públicas esse porcentual foi de 34%. Em relação à geometria das vias, 38,9% é o percentual de ótimo e bom nas concedidas, e de 18,8% nas públicas.

Ainda no quesito infraestrutura, projetar estradas mais seguras e intensificar a sinalização especial de advertência para condições de pista e climáticas, são ações mais que necessárias para a segurança de quem dirige em um país de dimensão continental com incontáveis variações de clima. Não há como alterar o clima, mas a prudência está ao alcance de todos os que dirigem.

O comportamento ao volante pode fazer a diferença entre a vida e a morte. O motorista precisa conhecer suas próprias limitações, as restrições do veículo e da estrada e se adequar à realidade. Situações diferentes exigem cuidados diferentes. Imagine um automóvel de mil cilindradas conduzido por alguém cansado, com cinco ocupantes, porta-malas cheio e pneus carecas, subindo a serra em um dia de chuva e neblina. Agora pense em um veículo com todos os equipamentos de última geração, dois ocupantes e motorista descansado dirigindo em uma estrada em boas condições de conservação, em um dia ensolarado. O motorista tem que se adequar às condições de dirigibilidade para tomada de decisões seguras.

Obviamente há inúmeros outros fatores que podem influenciar a habilidade de dirigir. Por isso e, antes de tudo, é necessário que prioritariamente haja respeito à vida. No Brasil ainda precisamos de um trabalho intenso e permanente de educação no trânsito, de conscientização, com abordagem em escolas, cursos de direção defensiva, palestras e demais treinamentos.

Nossa parte enquanto motoristas é respeitar o pedestre e a sinalização; manter a devida distância do veículo à frente; priorizar a segurança das crianças com equipamentos adequados à idade; reduzir a velocidade em caso de forte chuva e vento. Enfim, dirigir com consciência é contribuir para mais vida no trânsito e para a redução da triste estatística de mortes em nosso País. Um trânsito seguro depende de todos nós. Esse será o tema central do Painel de Segurança Veicular no 25º Congresso SAE BRASIL, que será realizado em outubro, em São Paulo.

 

*Oliver Schulze é engenheiro e dirige o Comitê de Segurança Veicular do Congresso SAE BRASIL 2016

 

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Negócios sobre rodas #2: a customização do truck business

Busguer: Ônibus food truck é sucesso na Grande São Paulo
Busguer: Ônibus food truck é sucesso na Grande São Paulo

Desde a fase de planejamento até a hora de colocar o food truck pela primeira vez para circular, o empreendedor deve ficar ligado em certos cuidados para que tudo saia dentro do esperado. E uma das etapas mais importantes é a customização do veículo. Algo que vai muito além da estética da unidade móvel.

A projeção do truck deve ser confiada a profissionais. De acordo com Alcides Braga, proprietário da Truckvan, uma das empresas líderes em customização de veículos para negócios no mercado brasileiro, o processo envolve uma equipe formada por especialistas em engenharia, arquitetura, elétrica, mecânica e hidráulica. “Cada projeto é muito peculiar e precisa de uma personalização exclusiva. Deve atender e, principalmente, superar as expectativas dos clientes”, afirma.

Os padrões de segurança também exigem atenção. As customizações sobre rodas devem seguir padrões de ARTs (Anotação de Responsabilidade Técnica) de mecânica, gás e elétrica, que garantem à sociedade que o projeto foi executado por um profissional habilitado seguindo todas as normas de segurança.

Leia também: Negócio sobre rodas é saída para escapar da crise

Na Truckvan, por exemplo, a customização de um veículo leva entre 60 e 120 dias. O prazo varia de acordo com o nível de dificuldade e as especificações de cada produto. Dos moldes de alumínio até a pintura e adesivagem, são sete etapas.

BRASAA unidade primeiro é nivelada e é feito o isolamento térmico. Depois o compartimento passa pela fase de instalação de elétrica e hidráulica. Em seguida, começa o revestimento interno. Os materiais usados neste processo são inox, MDF revestido com melaninico, entre outros.

Depois os profissionais avançam para a etapa de revestimento do piso, podendo ser em chapa recalcada, xadrez ou vinílico. Enfim é feita a instalação dos equipamentos solicitados pelo cliente. E depois a comunicação visual. Cada projeto é customizado por cerca de seis profissionais, sendo dois eletricistas, dois marceneiros e dois montadores.

Orçamento
Para quem pretende dar a partida rumo à montagem de um food truck ou outro negócio sobre rodas, a pesquisa é fundamental. É importante verificar qual tipo de veículo se adapta ao seu negócio, seja um trailer, um furgão ou um baú sobre chassi.

O custo da customização varia bastante. Na Truckvan, por exemplo, parte de R$ 50 mil, no caso de projetos mais simples em utilitários pequenos e chega a R$ 3 milhões, neste caso, em carretas de 15 metros de comprimento com dois avanços, cerca de 100 m² de área útil, com equipamentos de última geração, como simuladores de máquinas pesadas, tomografia móvel e assim por diante.

Outro detalhe importante é estar de acordo com as licenças junto aos órgãos competentes e poder trabalhar nas ruas sem problemas.

Inovação
Caprichar no visual do negócio móvel é mais um chamariz que pode fazer a diferença em meio ao boom dos food trucks, que já passam de 1,2 mil unidades no Brasil, segundo o Sebrae. E foi justamente a necessidade de fazer algo diferente da concorrência que motivou os empresários Rodrigo Arjonas e Luciano Oberle a investir em um formato diferente para a hamburgueria sobre rodas: um ônibus americano escolar.

Em um ano de negócio, os sócios já venderam 80 mil hambúrgueres e já seguem em direção à ampliação do empreendimento. “O primeiro Busger foi feito em um ônibus escolar americano. Agora fomos ainda mais ousados e levamos um ônibus londrino Double Decker, de 1965, único modelo no Brasil, que era de uma empresa de cosméticos, para a Truckvan customizar”, destaca Arjonas.

O Busger 2 possui um ambiente interno aconchegante para acomodar 24 pessoas no andar superior, composto por seis mesas, nove poltronas duplas e dois sofás. Já no primeiro andar, há uma cozinha completamente equipada, incluindo freezers, armários, fritadeiras e chopeira.

Após circular por eventos na capital, o ônibus londrino deve ficar em um ponto fixo em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo. “Nossa expectativa é ter mais seis ônibus até 2019”, finaliza o empresário.

 

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Farol de dia passa a valer em rodovias. Conheça as regras de uso das lanternas

Luzes diurnas tornam-se obrigatórias a partir desta sexta
Luzes diurnas tornam-se obrigatórias a partir desta sexta

Como noticiado exaustivamente, passa a valer nesta sexta-feira, 8, a obrigatoriedade do uso de luzes durante o dia nas rodovias brasileiras. Contrariar a Lei nº 13.290, sancionada em maio, prevê enquadramento do condutor em infração média, com perda de quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e multa de R$ 85,13. Mas existem dúvidas do que pode ou não com as novas regras, que esclarecemos a seguir.

Usar faróis baixos ou faróis de rodagem diurna (DRL) é suficiente para o cumprimento da Resolução nº 227/2007 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). O órgão, que aprovou recentemente o uso dos DRLs, já enviou ofício para órgãos responsáveis pela fiscalização de trânsito. 

Já o uso de faróis de neblina, de milha ou faroletes não cumpre a função exigida pela lei. Também não será multado o motorista que conduzir veículo com luzes LED. “Embora o texto legal não contemple expressamente a possibilidade dos faróis de rodagem diurna serem utilizados para os fins exigidos pela Lei 13.290, o Código de Trânsito Brasileiro deu competências ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para complementar os dispositivos de sinalização e os dispositivos e equipamentos de trânsito, bem como dirimir conflitos sobre competência de trânsito no âmbito da União, dos Estados e do Distrito Federal, conforme dispõem os incisos XI e XIV do Art. 12 do CTB. Ademais, o § 1º do Art. 105 do CTB determinou que o Contran discipline o uso de equipamentos obrigatórios dos veículos”, afirma o Contran em nota.

Prevenção
O uso das luzes durante o dia é mais uma norma de segurança. Estudos apontam que a maioria das colisões frontais é causada pela não percepção do outro veículo por parte do motorista a tempo de reagir para evitar o acidente ou pelo julgamento errado da distância e velocidade do veículo que trafega na direção contraria em casos de ultrapassagem. A maioria dos estudos sobre este assunto conclui que a presença de luzes acesas reduz significativamente o número de colisões entre veículos durante o dia, especialmente colisões frontais, onde a visibilidade do veículo é um fator crítico. A magnitude da redução varia bastante dependendo do estudo e do tipo de colisão, mas muitos estudos constataram uma redução entre 5% e 10%.

Para as motos, o uso das luzes já era obrigatório durante…[LEIA MAIS]

Produção de caminhões recua 24% no semestre

Produção de caminhões teve alta de 4,5% em junho frente a maio
Produção de caminhões teve alta de 4,5% em junho frente a maio

Na mesma linha dos automóveis leves, a produção de veículos pesados seguiu em queda no primeiro semestre. No caso dos caminhões houve recuo de 24,8%: 31,3 mil unidades deixaram as linhas de produção no acumulado de 2016 contra 41,6 mil, em igual período do ano passado. Já os ônibus tiveram queda ainda mais expressiva, de 33,4%. Foram fabricadas 9,2 mil unidades este ano e 13,9 mil no ano passado.

Em junho, no entanto, as linhas de produção ganharam fôlego. Foram 5,6 mil caminhões, 4,5% a mais com relação as 5,3 mil unidades de maio e 5,4 pontos percentuais acima da produção do sexto mês de 2015.

Resultado positivo também para as montadoras de ônibus, que tiveram elevação de 22,3 p.p. na produção em junho frente a maio, com 1,8 mil e 1,5 mil unidades, respectivamente. Na comparação com junho do ano passado – 1,8 mil unidades – houve alta de 1,4%.

Comércio
Já o licenciamento de caminhões no acumulado do ano retraiu 31,4%. Foram 25,6 mil unidades em 2016 no período de seis meses contra 37,3 mil no mesmo intervalo de 2015. Em junho foram vendidos 4,2 mil caminhões, volume 3% superior as 4,1 mil unidades de maio, e declínio de 32% sobre junho de 2015, com 6,2 mil unidades.

Com relação aos ônibus, as vendas caíram 7,8% na analise mês a mês, com 982 unidades em junho e 1,1 em maio. Ao defrontar o resultado com junho do ano passado, quando foram vendidos 1,4 mil ônibus, a queda é de 32%. No acumulado a retração é de 41,2%: 5,7 mil este ano e 9,7 mil em 2015.

Exportações
As exportações registraram baixa de 7,5% no resultado mensal, com 1,7 mil unidades em junho e 1,9 mil em maio, e de 13,2% na comparação com junho do ano passado, com 2,0 mil unidades. O resultado no acumulado é de 9,4 mil unidades, 8% inferior as 10,2 mil de 2015.

As exportações de 3,8 mil chassis para ônibus no acumulado de 2016 indica aumento de 17,7% sobre os 3,3 mil de 2015.

 

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Semestre tem retração de 25% em licenciamento de veículos

Semestre tem 983 mil veículos vendidos
Semestre tem 983 mil veículos vendidos

Os licenciamentos de veículos novos registraram recuo de 25,4% no primeiro semestre. Números divulgados nesta quarta-feira, 6, pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos (Anfavea), apontam 983,5 mil unidades comercializadas neste ano contra 1,32 milhão no ano passado.

Já na análise mensal, junho obteve bom resultado, com 171,8 mil emplacamentos, alta de 2,6% frente as 167,5 mil unidades de maio. Na comparação com junho do ano passado, quando foram vendidas 212,5 mil unidades, houve queda de 19,2%.

De acordo com o presidente da Associação, Antonio Megale, o desempenho segue em ritmo estável. Mas o clima de preocupação prevalece. “Os números de junho representam o segundo melhor mês do ano e confirmam a estabilidade de mercado dos últimos meses, mas a situação vivida pela indústria automobilística brasileira é preocupante, pois os patamares atuais são os mesmos de dez anos atrás. É importante notar que tivemos feriados religiosos, as famosas festas juninas, em diversas cidades e paralizações pontuais nos licenciamentos no Estado de São Paulo em função de algumas greves, que impactaram o balanço do mês. Não fosse isso, o desempenho teria sido ainda melhor”.

No mês de junho, a produção encerrou com 182,6 mil unidades deixando as linhas de montagem, expansão de 4,2% ante as 175,3 mil unidades de maio e retração de 3% quando confrontado com as 188,2 mil unidades de junho do ano passado. No acumulado de seis meses o recuo foi de 21,2%, com 1,0 milhão de unidades este ano e 1,3 milhão em igual período de 2015.

As exportações seguem em alta. Entre janeiro e junho deixaram as fronteiras brasileiras 226,6 mil unidades, alta de 14,2% frente as 198,5 mil unidades exportadas no primeiro semestre de 2015. Na análise mensal as 43,4 mil unidades de junho representam baixas de 7,5% sobre as 46,9 mil de maio e de 9,6% se comparado com as 48,0 mil unidades do mesmo mês do ano passado.

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