Produção de caminhões recua 24% no semestre

Produção de caminhões teve alta de 4,5% em junho frente a maio
Produção de caminhões teve alta de 4,5% em junho frente a maio

Na mesma linha dos automóveis leves, a produção de veículos pesados seguiu em queda no primeiro semestre. No caso dos caminhões houve recuo de 24,8%: 31,3 mil unidades deixaram as linhas de produção no acumulado de 2016 contra 41,6 mil, em igual período do ano passado. Já os ônibus tiveram queda ainda mais expressiva, de 33,4%. Foram fabricadas 9,2 mil unidades este ano e 13,9 mil no ano passado.

Em junho, no entanto, as linhas de produção ganharam fôlego. Foram 5,6 mil caminhões, 4,5% a mais com relação as 5,3 mil unidades de maio e 5,4 pontos percentuais acima da produção do sexto mês de 2015.

Resultado positivo também para as montadoras de ônibus, que tiveram elevação de 22,3 p.p. na produção em junho frente a maio, com 1,8 mil e 1,5 mil unidades, respectivamente. Na comparação com junho do ano passado – 1,8 mil unidades – houve alta de 1,4%.

Comércio
Já o licenciamento de caminhões no acumulado do ano retraiu 31,4%. Foram 25,6 mil unidades em 2016 no período de seis meses contra 37,3 mil no mesmo intervalo de 2015. Em junho foram vendidos 4,2 mil caminhões, volume 3% superior as 4,1 mil unidades de maio, e declínio de 32% sobre junho de 2015, com 6,2 mil unidades.

Com relação aos ônibus, as vendas caíram 7,8% na analise mês a mês, com 982 unidades em junho e 1,1 em maio. Ao defrontar o resultado com junho do ano passado, quando foram vendidos 1,4 mil ônibus, a queda é de 32%. No acumulado a retração é de 41,2%: 5,7 mil este ano e 9,7 mil em 2015.

Exportações
As exportações registraram baixa de 7,5% no resultado mensal, com 1,7 mil unidades em junho e 1,9 mil em maio, e de 13,2% na comparação com junho do ano passado, com 2,0 mil unidades. O resultado no acumulado é de 9,4 mil unidades, 8% inferior as 10,2 mil de 2015.

As exportações de 3,8 mil chassis para ônibus no acumulado de 2016 indica aumento de 17,7% sobre os 3,3 mil de 2015.

 

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Produção de motocicletas acelera em maio

Produção de motos cresceu 46,45 em maio sobre abril
Produção de motos cresceu 46,45 em maio sobre abril

A indústria de motocicletas manteve ritmo acelerado em maio na comparação com abril. No mês passado saíram das linhas 92.308 unidades frente as 63.036 fabricadas em abril, alta de 46,4%. Crescimento é atribuído pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) a um forte ajuste ao mercado.

“Em abril, ocorreu um forte ajuste na produção para que ficasse adequada ao mercado. Em maio, a produção retornou a patamares suficientes para atender a demanda e recompor os estoques que estavam abaixo das necessidades para alguns modelos”, disse o presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian.

Já em comparação com o mesmo mês do ano passado, os resultados acompanham a trajetória negativa. Em maio de 2015 foram produzidas 116.118 motocicletas, volume 20,5% superior. No entanto, maio registrou a menor baixa do ano nesta base de comparação.

Bons resultados também nas vendas. As negociações no atacado apresentaram alta de 20,9% frente a abril. Em maio foram vendidas 87.252 unidades contra 72.197 no mês anterior. Mas em relação ao quinto mês de 2015, que totalizou 108.420 vendas, voltou a registrar recuo, de 19,5%, também o menor patamar em relação a outros meses. Em janeiro, por exemplo, a indústria teve o seu pior resultado, com 43% de retração.

Exportações
Exportações tiveram um salto de 36% no mês de maio na comparação com abril. Foram enviadas para outros países 5.606 motocicletas frente as 4.122 exportadas no quarto mês. Em relação a maio do ano passado, quando saíram do país 3.653 unidades, o resultado é uma alta de 53,5%, mesmo patamar de janeiro em índices percentuais.

No período acumulado, Honda é a montadora que mais exportou com 83,5% de participação nas vendas para o mercado externo. Foram 19.607 unidades, retração de 218% se comparado com as 8.588 comercializadas nos cinco primeiros meses do ano passado. Já a Yamaha representa 16,4% do volume exportado, com 3.846 unidades, redução de 7,9% em relação as 4.177 unidades exportadas em período igual de 2015.

 

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Cenário econômico aumenta pessimismo de montadoras

Produção deve recuar 5,5% em 2015
Produção deve recuar 5,5% em 2015

O grau de pessimismo das montadoras com relação ao mercado nacional aumentou e levou a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) a revisar novamente as projeções para o ano. As vendas, que no primeiro trimestre tinham estimativa de recuo de 13,2%, agora devem encerrar o ano com retração de 19%, ante 2015. Assim, o comércio de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus devem chegar a 2,08 milhões de unidades.

Já a produção deve atingir 2,30 milhões de unidades, recuo de 5,5%. Na contramão dos indicadores, as exportações devem aliviar o setor de um quadro ainda mais desfavorável, com alta de 21,5%, com 507 unidades embarcadas rumo a outros países. “As novas previsões consideram as dificuldades do cenário econômico neste começo de ano, que afetaram negativamente as vendas de veículos leves, mas principalmente de bens de capital, como os segmentos de pesados e de máquinas agrícolas e rodoviárias”, avalia o presidente da Anfavea, Antonio Megale. “No entanto, a sazonalidade do segundo semestre e a expectativa de recuperação gradual do PIB levaram a entidade a considerar uma queda anual menor do que a acumulada até maio. No caso das exportações, a busca por novos mercados aliada ao câmbio favorável puxaram os números para cima”, explica.   

No segmento de máquinas agrícolas e rodoviárias a entidade espera que as vendas cheguem a 38 mil unidades, o que representa baixa de 15,5%. A estimativa para produção é de queda de 16,4%, com 46,2 mil unidades no final do ano. E para as exportações é esperado um cenário de retração de 18,6%, com 8,2 mil unidades.

Sobe-desce
As vendas de veículos registraram aumento de 2,8% no mês de maio, com 167,5 mil unidades ante 162,9 mil em abril. Mas, em relação ao mesmo período de 2015, quando foram negociadas 212,7 mil unidades, a baixa foi de 21,3%. No acumulado de cinco meses, quando foram vendidas 811,7 mil unidades, houve redução de 26,6% em relação as 1,11 milhão do ano passado.

“O nível de confiança do consumidor e do investidor ainda está abalado devido à conjuntura econômica e política que o país enfrenta. Há certa expectativa quanto às mudanças estruturais e isso ainda está postergando novas compras”, afirma Megale.

Na mesma tendência de vendas, a produção registra alta na comparação mensal. Subiu 3,2% em maio, com 175,3 mil unidades contra 169,8 mil em abril. Confrontado com o mesmo mês do ano passado, maio sofreu retração de 18% com 213,8 mil unidades naqueles mês.

O setor automotivo produziu no acumulado deste ano 834,1 mil unidades, o que mostra contração de 24,3% no comparativo com as 1,10 milhão de unidades do ano anterior. A indústria exportou em maio 46,9 mil unidades, crescimento de 23,9% sobre as 37,9 mil de abril, e de 15% contra mesmo mês do ano passado, com 40,8 mil. No acumulado, o resultado ficou maior em 21,8% – 183,3 mil unidades este ano e 150,5 mil em 2015. 

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Brasil fabrica 83,6% dos veículos que rodam em países do Mercosul

Em 2014, Brasil exportou 3,1 milhões de veículos para países do bloco
Em 2014, Brasil exportou 3,1 milhões de veículos para países do bloco

Brasil é responsável por 83,6% dos veículos que rodam em países do Mercosul. Os dados, que constam no anuário dos transportes da Confederação Nacional do Transporte (CNT), consideram as exportações de 2014, um total de 3,1 milhões de unidades – de lá para cá, montadoras como a Volkswagen e Ford ampliaram suas gamas comercializadas no mercado externo. 

A maior parte foi de automóveis, com 2,5 milhões. Comerciais leves, caminhões e ônibus soam 644,1 mil unidades.  Ainda de acordo com o balanço, a Argentina representa 16,4% da produção que abastece países vizinhos, com 617,3 mil unidades no mesmo período. 

Em relação à América Latina, o Brasil é o segundo maior produtor de veículos, atrás do México. Argentina, Equador e Venezuela aparecem em seguida. 

Na comparação com outros países o Brasil ocupava a oitava posição na produção veicular mundial, perdendo para China Estados Unidos, Japão, Alemanha, Coreia do Sul, Índia e México. Fica à frente, no entanto, de Espanha, Canadá e Rússia.

Salvação
As exportações são consideradas a salvação da indústria automotiva brasileira em 2016 e será intensificada a partir de acordo firmado com o governo peruano. A parceria inclui o livre comércio de veículos leves e picapes, além de compras governamentais, serviços e investimentos.

O Brasil passa a contar com Acordos de Cooperação e Facilitação de Investimentos com todos os países da Aliança do Pacífico (Peru, Chile, Colômbia e México). O livre-comércio imediato de veículos leves e picapes deve ampliar em pouco tempo o volume exportado pelo Brasil, que hoje tem a participação de apenas 3% sobre cerca de 160 mil unidades.

Os países anteciparam a desoneração para comércio de veículos leves e picapes. A medida estava prevista em um acordo anterior, mas só se consolidaria em 2019.

O acordo internacional de compras governamentais abre a empresas brasileiras a participação em licitações de bens e serviços, benefício também estendido ao Peru. A participação de empresas brasileiras em algumas licitações vinha sendo prejudicada pela exigência de depósito em instituição financeira peruana de montante não inferior a 5% de sua capacidade máxima de contratação.  Com a implementação do acordo assinado, essa situação passa a ser superada e as empresas brasileiras passam a ter condições equivalentes de acesso.

A oferta peruana é ampla e abrange a totalidade das entidades de nível central e algumas estatais. Na área de serviços, os compromissos peruanos são equivalentes aos consolidados pelo país no âmbito do Tratado Trasnspacífico (TPP) e da Aliança do Pacífico. Prestadores de serviços brasileiros passam, portanto, a ter condições de participação em setores de grande interesse, como tecnologia de informação e comunicação, serviços de turismo, de transporte, de engenharia, de arquitetura e de entretenimento.

Impulso
Brasil e Argentina reconhecem a necessidade de haver um “impulso efetivo” para solucionar entraves no comércio bilateral. E devem estabelecer parcerias estratégicas na formação de uma plataforma automotiva regional que possibilite maior produtividade e competitividade em nível global.

Os objetivos comuns de integração produtiva, geração de empregos, agregação de valor tecnológico e acesso a novos mercados, acreditam os ministros, serão alcançados com o fortalecimento das estruturas e capacidades produtivas de ambas as partes.

Diretrizes que conforma o plano de trabalho do Comitê Automotivo para a renegociação do regime automotivo bilateral serão examinas e monitoradas por seus membros. As propostas devem fazer parte de um novo acordo automotivo, que será estabelecido no final deste semestre.
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Vendas de automóveis recuam 25,49% no acumulado do ano

Vendas caíram 21,73% em maio
Vendas caíram 21,73% em maio

As vendas de automóveis leves zero quilômetro recuaram 25,49% de janeiro a maio, segundo balanço da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). No total, foram emplacadas 671.137 ante 900.681 unidades, em igual período de 2015. O desempenho ruim do setor reforça o quadro negativo do PIB, divulgado pelo IBGE nesta quarta-feira, 1º.

Considerando também o segmento de comerciais leves, houve retração de 26,32% no acumulado, com 784.813 vendas contra 1.065.211, nos cinco primeiros meses do ano passado.

No mês de maio foram vendidos 137.448 veículos de passeio, alta de 4,08% se comparado com o desempenho de abril, quando foram registrados 132.062 emplacamentos. Já em relação ao mesmo mês do ano passado – 175.618 licenciamentos – as vendas caíram 21,73%. No consolidado de automóveis e comerciais leves, maio apresentou avanço no desempenho na comparação com abril, com alta de 2,89% nas vendas, com 161.170 ante 157.610 unidades. Se comparado com maio do ano passado – 204.956 -, o resultado é um recuo de 20,88%.

Desempenho ruim também no setor de duas rodas. As vendas no período acumulado sofreram retração de 13,79%, passando das 540.668 unidades para 466.136 motocicletas emplacadas em 2015 e 2016, respectivamente. Em maio foram vendidas 86.489 unidades, queda de 7,47% na comparação com abril – 93.475 unidades. O pior cenário para o setor é na avaliaçao com maio do ano passado – 105.506 – , que mostra uma baixa de 18,02% nos licenciamentos.

Pesados
A retração na economia e a queda na demanda pelo transporte continuam a exercer forte influência no mercado de veículos pesados, o mais impactados entre os segmentos da indústria automobilística. Considerando as vendas de caminhões e ônibus, os cinco primeiros meses do ano apresentaram baixa de 34,48%, com 27.010 emplacamentos, ante 41.226 unidades de igual período do ano passado. Emplacamentos de ônibus tiveram o pior resultado, com recuo de 42,80%. Foram 5.745 unidades ante 10.043 em 2015.

Em maio, as vendas de caminhões e ônibus totalizaram 5.339 unidades, alta marginal de 0,06% se consideradas as 5.336 unidades de abril e queda de 30,99% na comparação com os 7.737 emplacamentos no quinto mês do ano passado.

Implementos rodoviários avançaram 13,93% nas vendas em maio, a maior alta em todos os segmentos analisados. Foram 2.274 unidades antes 1.996 unidades em abril. Em relação a maio do ano passado – 2.624 – o recuo foi de 13,34%. Já no período acumulado, houve retração de 12,68% – foram 12.024 emplacamentos no ano passado e 10.499 neste ano.

Em todos os segmentos, foram emplacadas 1.329.198 unidades no acumulado do ano, recuo de 21,98% se comparado com o mesmo período do ano passado, quando foram comercializadas 1.703.683 unidades. Maio tem um desempenho similar a abril, com 264.655 unidades vendidas ante 266.557, queda de 0,71%. Confrontado com o mesmo mês do ano passado, quando foram registradas 329.819 vendas, houve retração de 19,76%.

Produção
Balanço divulgado pelo IBGE aponta que houve forte influência do setor de veículos no desmpenho da produção nacional, que acumula queda de 10% no ano. A retração foi verificada em 22 de 26 ramos, sendo que a de veículos automotores, reboques e carrocerias apresentaram baixa de 26,1% na atividade.

A indústria extrativa também sofreu baixa de 15% pressionada pelos itens automóveis, caminhões, autopeças, veículos para transporte de mercadorias, chassis com motor para ônibus e caminhões.

No mês de abril o setor industrial recuou 7,2% na comparação com o mesmo mês de 2015. Entre as atividades, indústrias extrativas (-15,7%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-20,6%) exerceram as maiores influências negativas sobre a média da indústria, pressionadas, em grande parte, pelos itens minérios de ferro e óleos brutos de petróleo, na primeira; e automóveis, caminhões, autopeças, veículos para transporte de mercadorias, motores a diesel para ônibus e caminhões e carrocerias para caminhões, na segunda.

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Produção de veículos tem queda de 25,8% no quadrimestre

Fábricas desaceleraram novamente em abril, que registrou queda de 13%  na produção frente a março
Fábricas desaceleraram novamente em abril, que registrou queda de 13% na produção frente a março

A produção de veículos no país encerrou o primeiro quadrimestre do ano com queda de 25,8%. Segundo balanço divulgado nesta quinta-feira 5, pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), foram fabricados 658,7 mil veículos este ano contra 887,8 mil no ano passado.

No mês de abril, 169,8 mil veículos deixaram as montadoras. O volume é 13% inferior frente a março, com 196,5 mil unidades, e 22% menor considerando as 220,3 mil unidades de abril de 2015.

As vendas no quarto mês apontam queda de 25,7%: foram 162,9 mil unidades no mês contra 219,4 mil em abril do ano passado. Comparado com março, quando foram licenciados 179,2 mil veículos, houve retração de 9,1%. Já no período acumulado foram negociadas 644,3 mil unidades, baixa de 27,9% sobre as 8937 mil unidades do mesmo período de 2015.

Os estoques no mês de abril chegaram a 251,7 mil unidades, uma redução de 3% em relação a março. O total de veículos disponíveis em concessionárias e nas fábricas equivale a 46 dias de vendas.

Para o presidente da Anfavea, o desempenho ruim está diretamente ligado com a crise política. “O cenário político ainda conturbado afeta toda economia brasileira. Vivemos um momento de grande instabilidade e a falta de confiança, tanto dos consumidores quanto dos investidores, tem impactado negativamente o setor automotivo. Precisamos fazer a economia girar novamente com ações que sinalizem um horizonte estável e de recuperação”.

As exportações encerraram o mês com alta de 26,3%, ao se comparar as 37,9 mil unidades de abril deste ano com as 30 mil de igual período do ano passado, mas caíram 1,9% ante as 38,6 mil unidades que deixaram o Brasil em março. Na análise anual, as exportações seguem em alta de 24,3%, com 136,4 mil unidades este ano e 109,7 mil em 2015.

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BMW rompe parceria com Dafra e anuncia produção própria

Montadora aposta em motocicletas de baixa cilindrada para ciclo urbano
Montadora aposta em motocicletas de baixa cilindrada para ciclo urbano

A fábrica própria do BMW Group para a produção de motocicletas entrará em operação no segundo semestre em Manaus (AM). Da célula sairão unidades da BMW G 310 R – aposta da marca para o mercado nacional – e outros oito modelos já em produção no país.

Para o ano que vem, a previsão é de que siam da linha de produção mais de 10 mil unidades. A nova fábrica substituirá a linha de montagem também localizada em Manaus e que opera por meio de parceria com a Dafra Motos desde 2009. A nova unidade deve gerar 170 empregos no período inicial das atividades.

De acordo com o BMW Group, o Brasil é um mercado estratégico, especialmente em seus planos de introduzir o modelo abaixo das 500 cilindradas. “Com nossa estratégia de crescimento global, reforçamos nossa presença em mercados emergentes como o Brasil. Nesse contexto, a G 310 R desempenhará um papel fundamental na atração de novos públicos para a BMW Motorrad”, comenta Stephan Schaller, Presidente da BMW Motorrad globalmente.

“Hoje é um marco importante para a BMW Motorrad no Brasil, que consolida a grande expansão nacional que tivemos desde o início da montagem no País, em 2009. A nova fábrica da BMW Motorrad em Manaus reforça a relevância do Brasil nas estratégias do BMW Group em médio e longo prazos. Temos expectativas positivas em relação ao mercado brasileiro no futuro”, afirma Federico Alvarez, Diretor da BMW Motorrad Brasil.

A transição entre a Dafra e a fábrica própria da BMW será feita gradualmente, sem impacto no abastecimento de produtos ao mercado nacional.

A meta da BMW Motorrad é atingir o patamar de 200 mil unidades vendidas por ano até 2020. Presente em 27 países, montadora tem investido nos mercados da Ásia e da América do Sul e com foco cada vez maior na mobilidade urbana.

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Importados têm queda de 44% nas vendas no trimestre

Discovery Sport é o modelo importado mais vendido, com pouco mais de 1 mil emplacamentos no trimestre
Discovery Sport é o modelo importado mais vendido, com pouco mais de 1 mil emplacamentos no trimestre

Balanço divulgado pela Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa) aponta retração de 44,2% nas vendas no primeiro trimestre do ano, que encerrou com 9.860 unidades. No mesmo período do ano passado foram comercializados 17.670 veículos.

Leia também: Trimestre tem queda de 23% nas vendas de veículos

Indústria automotiva encerra trimestre com 28,6% de baixa nas vendas

Em março, as vinte marcas filiadas à Associação registaram o comércio de 3.317 importados, alta de 15% em relação a fevereiro. Já na comparação com março do ano passado, quando foram licenciadas 5.834 unidades, houve queda de 43,1%.

No setor que contempla a produção local, associadas BMW, Chery, Mini e Suzuki encerram março com 710 emplacamentos, alta de 36,3% na comparação com fevereiro e…[LEIA MAIS]

Eixos produzidos pela VW no Paraná serão exportados para a Argentina

Peças serão usadas na produção da Space Fox
Peças serão usadas na produção da Space Fox

Parte da produção de eixos da fábrica da Volkswagen do Brasil em São José dos Pinhais (PR) começa a ser exportada para Pacheco, na Argentina. As peças, pela primeira vez exportadas, serão usadas para a fabricação da Spacefox, chamada de Suran no país hermano, e da Space Cross. Os modelos são vendidos no mercado global e importados para o Brasil.

Leia também: De olho em encomenda robusta, montadoras negociam com Irã

A expectativa é de que 25 mil eixos sejam exportados até o fim do ano.  “Além da exportação de veículos, temos trabalhado para diversificar nosso portfólio de produtos e de mercados também para componentes. Assim como os eixos produzidos no Paraná, temos exportado blocos de motores produzidos em São Carlos, que são enviados para a Alemanha, para equipar os modelos Polo e up! na Europa. Esses novos negócios são resultados da evolução constante em termos de qualidade e tecnologia em nossos processos produtivos, que se equiparam às instalações mais modernas do Grupo Volkswagen no mundo”, diz David Powels, presidente e CEO da Volkswagen do Brasil.

Os eixos, considerados peça de segurança, são submetidos…[LEIA MAIS]

De olho em encomenda robusta, montadoras negociam com Irã

Encomenda do Irã equivale a toda produção de março das montadoras brasileiras-800x500_c
Encomenda do Irã equivale a toda produção de março das montadoras brasileiras

O Irã é o principal alvo das montadoras de veículos que veem seus estoques aumentarem mês a mês no Brasil. A expectativa de estabelecer um acordo que envolverá a exportação de milhares de unidades ao país aumenta com a reunião que ocorrerá neste mês com representantes iranianos no Brasil, conforme divulgado pela Agência Reuters.

A negociação que encheu os olhos do mercado nacional representaria a compra de 140 mil automóveis de passeio, 35 mil caminhões e 17 mil ônibus. Uma remessa que interessa muito os fabricantes que têm um estoque que equivale a 43 dias de vendas.

Leia também: Indústria de veículos fecha trimestre com queda de 28% nas vendas

A comitiva iraniana dará detalhes na reunião com representantes das montadoras sobre os veículos que pretendem adquirir, segundo informou o presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), Luiz Moan. A possível encomenda equivale ao volume total da produção brasileira de veículos em março.

De acordo com o presidente da Anfavea, o Brasil tem como…[LEIA MAIS]