Base de dados de veículos é nova arma de combate à corrupção no PR

Base de dados de veículos é a mais nova ferramenta de combate à corrupção e enriquecimento ilícito de agentes públicos. Acordo firmado entre o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR) e Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PR) estabelece a integração de seus bancos de dados com informações sobre a frota que circula em poder dos entes e órgãos, de forma a identificar possíveis irregularidades.

O intercâmbio tornou-se possível com termo aditivo ao convênio nº 16/2013, firmado com o órgão de trânsito, que na cláusula terceira tem incluído o item XII, que prevê: “Disponibilizar, por meio da base de dados, as informações referentes aos veículos de propriedade de pessoa jurídica, por meio do CNPJ consultado, incluindo data de aquisição e transferência, contribuindo para a identificação de enriquecimento ilícito”.

“Este termo aditivo amplia o escopo do convênio, ampliando a quantidade e qualidade das informações que nos serão repassadas pelo Detran”, explica o presidente do TCE, conselheiro Ivan Bonilha, relator do processo. “O cruzamento de informações vai multiplicar as possibilidades de identificação de falhas e irregularidades no registro da frota de veículos dos entes e órgãos fiscalizados, ajudando-nos a evitar o desperdício do dinheiro público”.

O aditamento permitirá confrontar as informações declaradas ao TCE aos jurisdicionados da identificação de suas frotas nos sistemas com as existentes no banco da autarquia. Divergências levarão o órgão a desencadear operações de fiscalização. Entre as irregularidades que poderão ser investigadas estão o cadastramento de veículos particulares na frota do poder público e ônus financeiros não declarados.

Casa Civil
Convênio também foi homologado entre a corte e a Casa Civil do Estado. Pelo acordo, o órgão de controle terá acesso à base de dados do Sistema de Gestão Governamental – G-GOV.

Desta forma será possível pesquisar os dados cadastrais e emissão de relatórios voltados para a elaboração de políticas públicas, que ajudarão o TCE a coibir o desperdício de recursos públicos.

 

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Paraná aumenta incentivos para financiamento de táxis

Taxistas podem financiar até 100% do valor de veículo novo
Taxistas podem financiar até 100% do valor de veículo novo

Taxistas paranaenses terão mais recursos disponíveis para o financiamento de veículos novos. A Fomento Paraná, instituição financeira do governo estadual, ampliou em R$ 5 milhões a linha de crédito Banco do Empreendedor Taxista para este ano. A linha foi reaberta em janeiro com previsão de liberar R$ 10 milhões durante o ano, montante consumido no meio de abril, período em que mais de 250 propostas de financiamentos foram apresentadas por profissionais.

Segundo o presidente da Associação das Centrais de Rádio Táxi (Acert), Luiz Carlos Kubitzki, medida representa um avanço na renovação da frota de táxis paranaense, com uma idade média de dois anos e meio. “Isso facilitou muito a vida do taxista. É um benefício que vem diretamente para a população da cidade porque tem carros melhores, mais novos, com mais segurança, o que melhora muito o serviço”, afirmou Kubitzki.

O diretor de Mercado e Relações Institucionais da Fomento Paraná, Luiz Renato Hauly, afirma que o objetivo da linha é dar mais segurança e conforto ao motorista e usuários. “Não somente o taxista é beneficiado, mas toda a população paranaense, assim como os turistas nacionais e internacionais que vem ao nosso Estado e têm hoje um serviço de primeiríssima qualidade”, afirma. “São carros novos, que poluem menos e a linha oferece também recursos para adaptação do automóvel para o uso de Gás Natural Veicular, o GNV”, completa.

Desde dezembro de 2012, a linha de crédito disponibilizou R$ 54 milhões em financiamentos, que possibilitaram a troca de mais de 1,5 mil táxis em todo o Paraná. O montante mínimo financiado é de R$ 3 mil e o máximo de R$ 50 mil, podendo chegar a até 100% do valor do automóvel. O crédito é destinado para a aquisição de veículos novos para táxi mediante concessão ou autorização do poder público.

 

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Indústria automotiva ajuda PR a recuperar espaço nas exportações

Maior alta nas vendas para o mercado externo foi no setor de caminhões, de 231,8%
Maior alta nas vendas para o mercado externo foi no setor de caminhões, de 231,8%

Fortemente impulsionada pelo setor automotivo, a indústria do Paraná tem recuperado espaço no mercado externo neste ano, depois de sofrer nos últimos anos com o câmbio desfavorável. A Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, e o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes) apontam um crescimento de 116,2% nas exportações de automóveis fabricados no Paraná no acumulado do ano em relação a período igual de 2015.

As vendas externas representam US$ 224,2 milhões. A maior alta foi no setor de caminhões, de 231,8%, que totalizam US$ 87,4 milhões – no período acumulado de 2015 as vendas somaram US% 26,3 milhões. Encomendas de partes de motores também registraram alta, de 44,9%,  passando de US$ 37 milhões para US$ 48,3 milhões. Já o comércio de tratores subiu 34,5% uma evolução de US$ 53,9 milhões para US$ 72,5 milhões.

“A indústria, especialmente a automotiva, vem aproveitando o dólar favorável para retomar exportações e compensar a queda nas vendas no mercado interno”, diz Julio Suzuki Júnior, diretor presidente do Ipardes.

Os automóveis ocupam a quinta posição entre os produtos mais exportados pelo Paraná, atrás de soja em grão, carne de frango, farelo de soja e papel. O câmbio favorável e a retomada de encomendas da Argentina impulsionam as exportações das montadoras paranaenses. Uma das principais alterações na relação comercial com o país vizinho foi a queda de barreiras para a entrada de automóveis, o principal destino dos veículos produzidos no Estado.

Empregos
A recuperação das montadoras nas vendas externas beneficia o polo automotivo do Estado, sediado na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Renault, Volkswagen, Audi e Volvo investiram na ampliação da produção e geração de empregos, mesmo com a crise econômica.

“A recuperação do mercado externo tem um impacto importante do ponto de vista social, porque a cadeia do setor automotivo gera 40 mil empregos somente na RMC”, lembra Suzuki Júnior. Para atender encomendas no exterior, a Renault, por exemplo, já anunciou a contratação de 500 funcionários temporários.

Acima da média
As exportações de automóveis do Paraná estão acima da média brasileira. No acumulado do ano, os embarques cresceram 56,3%. Desse total, 13% foram exportados pelo Paraná.

A previsão da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) é de um crescimento de 21,5% nas exportações de automóveis pelo Brasil em 2016.

As exportações devem a ajudar a indústria a compensar a queda na produção provocada pela queda nas vendas internas. De acordo com dados divulgados na última quarta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a indústria paranaense acumula uma queda de 8,4% na produção em relação a igual período do ano passado. Ainda assim, o recuo é menor do que no Brasil, que registrou queda de 10,5%. 

 

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PR tem 1,4 mil vítimas de atropelamentos em 2016

Atropelamentos tiveram alta de 3% em dois anos
Atropelamentos tiveram alta de 3% em dois anos

As vítimas de atropelamentos chegam a 1,4 mil só neste ano no Paraná. Entre as 1.387 ocorrências registradas, o Sistema Digital de Dados Operacionais da Polícia Militar do Paraná e Corpo de Bombeiros contabilizou 34 óbitos. A falta de respeito pelo pedestre às leis de trânsito é tida como a principal causa da violência.

Conforme apurado pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PR), muitos pedestres acidentados ignoram a faixa de travessia. “Quando o pedestre ignora a faixa, ele tem mais chances de não ser visto pelos motoristas e, dessa forma, coloca a própria vida em risco. A pressa de chegar em algum lugar ou a impaciência de esperar a sinalização também podem ser alguns motivos que estimulam essa ação, mas temos problemas de uso de fones de ouvido, falta de atenção e uso de celular”, explica o diretor-geral do Detran, Marcos Traad.

O total de óbitos por atropelamento registrou alta de 3,13% nos últimos dois anos. Em 2014 foram 128 mortes e, em 2015, 132 vítimas fatais. No ano passado foram registrados ao longo do ano 4.687 atropelamentos com 4.953 feridos.

Pelo Brasil, os pedestres ocupam o segundo lugar nas indenizações pagas pelo Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DVAT) por acidentes fatais, o equivalente a 27%%. Já nos acidentes com Invalidez Permanente, os passageiros de veículos e pedestres apresentaram a mesma participação nas indenizações: 92.518 e 92.271 (18%), respectivamente.

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Símbolo do Movimento

O laço usado como símbolo do Maio Amarelo já é um velho conhecido. Utilizado também em outros movimentos, como o Outubro Rosa, de combate ao câncer de mama, e o Novembro Azul, que combate o câncer de próstata, ele estimula atividades voltadas à conscientização e ao debate sobre os assuntos a que se refere. A cor amarela foi escolhida por ser a cor de advertência no trânsito. Mas por que o laço, que, até então, era usado para chamar atenção de doenças, foi escolhido para o trânsito? Porque os acidentes de trânsito são considerados uma epidemia. O trauma é uma doença e, portanto, na maioria dos casos, pode ser evitado. É isso o que o Movimento quer passar.

Por quê Maio?

A escolha do mês de maio para marcar essa mobilização foi motivada pelo fato da ONU (Organização das Nações Unidas) ter instituído a Década de Ação para Segurança no Trânsito, num mês de maio, em 2011. A cor amarela foi escolhida por simbolizar Atenção no trânsito. E o laço remete e à preservação da vida, imagem que também é usada em diversos movimentos, com cores diferenciadas. Basta lembrarmos a conscientização o laço da campanha contra a AIDS, em dezembro; o Outubro Rosa, movimento de conscientização contra o câncer de mama; e assim por diante.[/alert]

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A cada hora, três motociclistas sofrem acidentes no Paraná

Campanha alerta para riscos de acidentes com motocicleta
Campanha alerta para riscos de acidentes com motocicleta

Três acidentes são registrados por hora com motocicletas no trânsito paranaense. O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PR) revela que cerca de 500 motociclistas perdem a vida todos os anos no trânsito e 20 ficam feridos nestas ocorrências.

No Brasil, os motociclistas são o principal grupo de risco. A Seguradora Líder DPVAT aponta que 76% das indenizações pagas por morte e invalidez permanente, de janeiro a setembro do ano passado, foram para motociclistas.

O impacto prejudica diretamente a economia, já que grande parte dos acidentados são jovens dos 18 aos 34 anos. No mesmo período, verificou-se que 53% dos acidentes tiveram mortos e 56% das vítimas sofreram sequelas permanentes.

Imprudência e falta de itens de segurança, como o capacete, agravam o quadro. “A legislação de trânsito serve, antes de tudo, para a própria segurança do condutor. O capacete diminui consideravelmente o risco de traumas graves e o uso é essencial, no campo ou na cidade, para viagens na estrada e para pequenos trajetos”, lembra o diretor-geral do Detran Paraná, Marcos Traad.

A Associação Brasileira de Prevenção dos Acidentes de Trânsito estima que o risco de morrer em um acidente sobre uma motocicleta é 20 vezes maior que em uma colisão com um automóvel. Se o condutor estiver sem capacete, o risco é 60 vezes maior.

Campanha
O detran paranaense veiculará neste mês 31 peças publicitárias para chamar a atenção sobre a prevenção de acidentes e redução do número de vítimas no trânsito. As ações em torno do Movimento Maio Amarelo buscam despertar atitudes que podem fazer a diferença.

Os vídeos mostram depoimentos baseados em fatos reais e serão exibidos, um por dia, no site www.detran.pr.gov.br/maioamarelo e nas redes sociais do Detran.

Assista ao vídeo da campanha:

 

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Quadrilha acusada de fraudar DPVAT é desarticulada no Paraná

Armas e dinheiro foram apreendidos em mandados
Armas e dinheiro foram apreendidos em mandados

Operação deflagrada pela Polícia Civil desarticulou uma quadrilha especializada em praticar golpes para obter o seguro DPVAT e driblar o rodízio de empresas funerárias em Curitiba. Doze pessoas foram presas acusadas de envolvimento no esquema, entre elas, donos de funerárias, motoristas do Instituto Médico Legal (IML) e empresários.

Outras pessoas foram detidas por associação criminosa, corrupção ativa, corrupção passiva, estelionato e falsidade ideológica. Um médico da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Colombo, um advogado e um gerente de banco foram levados até a delegacia para prestar depoimento.

Os policiais cumpriram mandados de busca e apreensão e apreenderam armas e R$ 4,8 mil em dinheiro. A investigação foi conduzida pelo Núcleo de Repressão a Crimes Econômicos (Nurce) e a operação aconteceu em Curitiba, Almirante Tamandaré, Colombo, Pinhais, Piraquara e Ponta Grossa, contando com a atuação de 60 policiais.

“Alguns dos suspeitos são funcionários públicos e deveriam zelar pela administração pública. Casos esses servidores sejam concursados, a Secretaria da Segurança Pública vai abrir um procedimento administrativo que pode resultar até na expulsão do servidor. Nossa gestão não vai compactuar com desvios de conduta”, afirmou o secretário da Segurança Pública e Administração Penitenciária, Wagner Mesquita.

Crimes

Os investigados procuravam corpos de vítimas de acidentes de trânsito ou morte natural e corrompiam motoristas do IML para que passassem informações privilegiada dos óbitos ocorridos na Capital, Região Metropolitana e em Ponta Grossa.

A quadrilha pagava R$ 700 para cada corpo. Dos investigados do Instituto, dois usavam telefones celulares em nome dos suspeitos para facilitar o repasse das informações. Investigações apontam que os dados privilegiados chegavam até a quadrilha também por socorristas do Siate. Não há informações de que eles recebiam dinheiro da quadrilha.

De posse dos dados do morto, os membros da quadrilha entravam…[LEIA MAIS]

Detran-PR pede a laboratórios celeridade com exames toxicológicos

Reunião com representantes de laboratórios
Reunião com representantes de laboratórios

Dificuldades na realização dos exames toxicológicos por parte de cidadãos que precisam renovar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou adicionar categoria para o exercício da profissão de transportador levaram o Departamento Estadual de Trânsito do Paraná (Detran-PR) a convocar representantes de laboratórios credenciados pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para uma reunião. O encontro ocorreu em Curitiba, na sede da autarquia.

“A ideia é estabelecer um canal de comunicação com as empresas, dividir com elas nossas preocupações e tentar resolver os problemas que os usuários têm nos relatado. Este diálogo nunca existiu, pois, todo o processo foi implantado pelo Denatran, sem a participação dos Estados. Assim, havia muitas dúvidas que precisavam ser esclarecidas, de ambas as partes”, explicou o diretor-geral do Detran Paraná, Marcos Traad.

“No Paraná, adotamos esta postura desde 2011 e conversamos com todos nossos parceiros externos. No caso dos laboratórios, apesar de não estarem ligados diretamente ao Detran, estão prestando um serviço aos motoristas. Nos reunimos repetidas vezes com o Denatran e estamos preocupados com a falta de informações sobre o toxicológico”, completou.

O órgão de trânsito pede a padronização dos laudos de exames. Cada laboratório adotou um modelo, o que dificulta os lançamentos dos dados nos sistemas de habilitação. “Faremos as correções imediatamente, seguindo a solicitação do Detran e priorizando os campos obrigatórios”, adiantou o diretor do Laboratório Psychemedics, Eduardo Bloch.

O que mais preocupa a direção do Detran, no entanto, é a…[LEIA MAIS]

Carga de Xbox One é saqueada por índios na BR-277/PR

Carga é saqueada por indígenas
Carga é saqueada por indígenas

Um carregamento de videogames Xbox One foi saqueado por índios nos último sábado em Laranjeira do Sul, no centro-oeste do Paraná. O veículo, que seguia rumo ao Paraguai com outros componentes eletrônicos, tombou na BR-277.

Logo os índios aglomeraram-se e começaram a subtrair consoles, fones de ouvido e outros equipamentos eletrônicos do baú do veículo. A carga tem um valor estimado de R$ 2,5 milhões.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) deteve nove pessoas em posse dos eletrônicos.  Conforme apurado pelo site TN Online, os policiais não descartam a hipótese de o acidente ter…[LEIA MAIS]

Calote no IPVA diminui no Paraná

Inadimplência equivale a 29% da frota paranaense
Inadimplência equivale a 29% da frota paranaense

A inadimplência do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) diminuiu em 2016. No ano passado, os veículos sem recolhimento do imposto no fechamento do prazo somavam 1.325.242 unidades, o equivalente a 30,44% da frota tributável. Já neste ano, o percentual é e 29,72 pontos (1.306.007 veículos).

O IPVA é a maior fonte de receita para muitos municípios. “Cerca de 60 mil contribuintes a mais optaram pelo pagamento do IPVA no calendário de vencimento neste ano, o que é bastante expressivo, ainda mais quando se leva em conta que o aumento de 0,6% em relação à frota do ano de 2015 foi pequeno”, comenta o coordenador da Receita Estadual, Gilberto Calixto. No atual exercício, 4.394.608 veículos foram tributados no Estado, ante 4.354.334 no ano passado.

A quantidade de inadimplentes deverá ser reduzida nos próximos meses, a exemplo do que aconteceu nos anos anteriores, especialmente no período de vencimentos dos prazos de licenciamento dos veículos, no segundo semestre. Neste período, o governo aguarda queda nas pendências. Em 2015, por exemplo, a inadimplência ficou em 11,5%.

De acordo com a Secretaria de Estado da Fazenda, a inadimplência em valores…[LEIA MAIS]

Caminhoneiro paranaense leva 15 dias para renovar CNH com exame toxicológico

Exames toxicológicos são feitos por seis laboratórios credenciados
Exames toxicológicos são feitos por seis laboratórios credenciados

A renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do motorista Elenilson José Lopes, primeiro profissional paranaense que fez o exame toxicológico para a emissão do documento atualizado, levou três vezes mais que o tempo convencional. Em processos sem a exigência de cumprimento à norma federal, o Detran do Paraná emite a CNH nova em até cinco dias.

O exame é obrigatório desde 2 de março, por força da Lei Federal 13.103/15, que determina a realização de exame que reconhece se o motorista consumiu drogas num período de 90 dias. Desde o início do mês, cerca de 7,5 mil paranaenses ainda aguardam resultados dos exames para prosseguirem com o processo de renovação da CNH.

Leia também: Detrans irão ao STF contra exame toxicológico

Lopes precisou se deslocar até outra cidade para fazer o exame. De Telêmaco Borba, onde mora, até Ponta Grosso, onde está sediado o laboratório em que fez a coleta, a viagem levou uma hora e meia. Com o laudo em mãos dez dias depois, o motorista levou a cópia para o médico credenciado no Detran e fez os exames de saúde física e mental. Agora, Lopes espera para receber a CNH em casa.

Credenciamento
Seis laboratórios em todo o país foram credenciados…[LEIA MAIS]