Brasil perde R$ 115 bi com contrabando. E o que SP tem a ver com isso?

A economia brasileira sofre um duro golpe quando a questão é o contrabando de mercadorias, responsável por uma evasão fiscal de R$ 115 bilhões anuais. É um montante que contribuiria significativamente com a educação e a saúde, pois daria para construir com esse dinheiro 974 hospitais, ou 57 mil creches ou, ainda 22 mil escolas públicas. Mas afinal, o que São Paulo tem a ver com isso?

O estado é nada menos que o principal prejudicado com a evasão fiscal provocada pelo contrabando de mercadorias.  E o cigarro é o principal item na lista dos criminosos. Estima-se que quatro entre dez cigarros vendidos ilegalmente em território paulista tenham passado pelas fronteiras. E tem até a marca preferida dos bandidos: o cigarro Eight, que corresponde a 25% do market share.

Venda indiscriminada que fez o estado deixar de arrecadar R$ 751 milhões no ano passado, uma alta de 169% na comparação com 2010, conforme dados do Ibope. Em cinco anos, os cigarros contrabandeados somam uma evasão fiscal superior a R$ 2 bilhões.

Perdas aos cofres públicos que deixam de recolher impostos que vão custear áreas importantes para a sociedade, o contrabando também compromete a empregabilidade e financia o crime. “O contrabando ameaça a sustentabilidade de diversos setores da economia formal. Os cigarros proveniente dos Paraguai não têm qualquer fiscalização e controle de qualidade”, declara Rodolpho Ramazzini, diretor da Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF).

E a culpa é de quem?
O aumento do contrabando é explicado pelos ajustes indiscriminados de impostos que incidem sobre diversos produtos e a negligência do governo em proteger as fronteiras.

“Quanto maior os impostos sobre os produtos nacionais, mais competitivo se torna o produto ilegal e mais a população sofre com o aumento da criminalidade”, pondera presidente da Frente Nacional Contra a Pirataria (FNCP), Edson Vismona.

A Coalizão Estadual quer propor às autoridades a criação de um Plano Estadual para o enfrentamento deste grave problema. Entre as medidas propostas estão: recalibrar a alíquota de tributo estadual (ICMS) incidente sobre os produtos; reforçar a fiscalização das estradas consideradas as principais rotas do contrabando; e trabalho integrado junto a outros órgãos públicos e entidades para coibir o comércio de mercadorias ilegais.

 

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Paraná aumenta incentivos para financiamento de táxis

Taxistas podem financiar até 100% do valor de veículo novo
Taxistas podem financiar até 100% do valor de veículo novo

Taxistas paranaenses terão mais recursos disponíveis para o financiamento de veículos novos. A Fomento Paraná, instituição financeira do governo estadual, ampliou em R$ 5 milhões a linha de crédito Banco do Empreendedor Taxista para este ano. A linha foi reaberta em janeiro com previsão de liberar R$ 10 milhões durante o ano, montante consumido no meio de abril, período em que mais de 250 propostas de financiamentos foram apresentadas por profissionais.

Segundo o presidente da Associação das Centrais de Rádio Táxi (Acert), Luiz Carlos Kubitzki, medida representa um avanço na renovação da frota de táxis paranaense, com uma idade média de dois anos e meio. “Isso facilitou muito a vida do taxista. É um benefício que vem diretamente para a população da cidade porque tem carros melhores, mais novos, com mais segurança, o que melhora muito o serviço”, afirmou Kubitzki.

O diretor de Mercado e Relações Institucionais da Fomento Paraná, Luiz Renato Hauly, afirma que o objetivo da linha é dar mais segurança e conforto ao motorista e usuários. “Não somente o taxista é beneficiado, mas toda a população paranaense, assim como os turistas nacionais e internacionais que vem ao nosso Estado e têm hoje um serviço de primeiríssima qualidade”, afirma. “São carros novos, que poluem menos e a linha oferece também recursos para adaptação do automóvel para o uso de Gás Natural Veicular, o GNV”, completa.

Desde dezembro de 2012, a linha de crédito disponibilizou R$ 54 milhões em financiamentos, que possibilitaram a troca de mais de 1,5 mil táxis em todo o Paraná. O montante mínimo financiado é de R$ 3 mil e o máximo de R$ 50 mil, podendo chegar a até 100% do valor do automóvel. O crédito é destinado para a aquisição de veículos novos para táxi mediante concessão ou autorização do poder público.

 

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CAIXA promove mega feirão de financiamento de veículos

Feirão vai até sábado, com mais de mil concessionárias participantes
Feirão vai até sábado, com mais de mil concessionárias participantes

Cerca de mil concessionárias de todo o país participarão do 10º Salão Auto CAIXA, que tem início nesta quinta-feira, 16, com a promessa de oferecer condições especiais para financiamentos de carros e motocicletas. Até sábado, 18, três mil agentes da CAIXA e 900 operadores do Banco Pan estarão mobilizados para o atendimento aos clientes.

O evento tem o apoio de entidades ligadas a montadoras e distribuidoras de veículos. A intenção é garantir rapidez e estimular a concessão de créditos de até 90% para a aquisição de automóveis. As condições oferecidas pelo banco são de taxas a partir de 1,24% ao mês e prazo de pagamento de até 60 meses para aquisição de novo ou usado.

Para saber qual a concessionária participante mais próxima, basta clicar no link e selecionar estado, cidade e bairro. É possível ainda refinar a busca de acordo com marca, modelo e ano do veículo de interesse. A CAIXA orienta os consumidores que pretendem financiar um veículo a levar RG, CPF, comprovante de renda e de endereço atualizados.

Financiamentos
No mês de maio, o volume de veículos financiados no Brasil atingiu 376.535 unidades, retração de 13,6% na comparação com igual período do ano passado. Entre automóveis leves, motocicletas e pesados foram 145.498 novos e 231.037 usados. Os dados são da Cetip, que opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG) base de dados que impede fraudes nas operações de crédito.

Mesmo em queda, os financiamentos de usados tiveram melhor desempenho em relação aos novos, com recuo de 3,7% na mesma base de comparação, enquanto que o segmento de novos retraiu 25,7%.

No quinquimestre, o cenário se repete. Foram 1.139.024 vendas de usados, 8,7% a menos em relação a maio de 2015. Já os novos , que somaram 729.866 unidades comercializadas, tiveram queda de 28,4%.

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Caminhoneiros e produtores rurais terão benefícios na renegociação de dívidas

Proposta de facilitar renegociação de dívidas será votada no Senado
Proposta de facilitar renegociação de dívidas será votada no Senado

A reabertura de prazos e a concessão de benefícios para a quitação de dívidas de produtores rurais e caminhoneiros, previstas na Medida Provisória 707/15, foram aprovadas pelo Plenário da Câmara dos Deputados. Texto segue para análise do Senado.

A MP em sua redação original prorrogava prazos somente para evitar que pagamentos de produtores rurais em atraso fossem cobrados judicialmente ou encaminhados para a Dívida Ativa da União. Com o parecer, o prazo é ampliado para dezembro de 2017.

A prorrogação para o refinanciamento de dívidas de empresas de transporte e caminhoneiros com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no âmbito da linha de crédito Procaminhoneiro, destinada à compra de caminhões, reboques, carretas e semelhantes também está prevista.

Originalmente, a Medida Provisória estendia o prazo de dezembro de 2015 para junho de 2016. Os contratos que poderão ser refinanciados são os assinados até dezembro do ano passado.

Perdões
As novas regas e descontos devem conceder ainda o perdão do saldo devedor de até R$ 10 mil em dezembro de 2015, desde que o valor original fosse de até R$ 15 mil e contratado até dezembro de 2006.

No caso de débitos com valor original de até R$ 100 mil e com saldo devedor de até R$ 50 mil em dezembro de 2015, a medida prevê a amortização de pelo menos 50%.

Poderão se beneficiar disso:

– produtores rurais de municípios do semiárido do norte do Espírito Santo e do norte de Minas Gerais, do Vale do Jequitinhonha e do Vale do Mucuri;

– municípios com estado de calamidade pública ou situação de emergência em decorrência de seca ou estiagem reconhecidos pelo governo federal no período de 1º de dezembro de 2011 até a data de publicação da futura lei;

– cidades integrantes das microrregiões classificadas pela tipologia da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) como de baixa renda, estagnada ou dinâmica;

– municípios que apresentem Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) caracterizado como de extrema pobreza, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

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Novas condições de financiamento para exportação animam indústria automotiva

Para Anfavea, medida vai contribuir com aumento das exportações de veículos
Para Anfavea, medida vai contribuir com aumento das exportações de veículos

A indústria automotiva avaliou positivamente o anúncio feito na tarde desta quinta-feira, 14, de novas condições da linha BNDES destinada ao financiamento de produtos destinados à exportação. A medida, formalizada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), vem, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), em um bom momento de negócios com o mercado externo.

“Recebemos com grande entusiasmo a notícia das novas condições de financiamento. Afinal, vivemos um período de excelentes oportunidades no comércio exterior e, neste contexto, medidas para reduzir custos, tornar mais ágil e simplificar os processos são extremamente benéficas para alavancar as exportações brasileiras”, afirma o presidente da Associação, Luiz Moan.

Um grupo de investidores iranianos desembarcará no Brasil na próxima semana para discutir uma compra robusta. A negociação que encheu os olhos do mercado nacional representaria a compra de 140 mil automóveis de passeio, 35 mil caminhões e 17 mil ônibus. Uma remessa que interessa muito os fabricantes que têm um estoque que equivale a 43 dias de vendas.

A comitiva iraniana dará detalhes na reunião com representantes das montadoras sobre os veículos que pretendem adquirir. A possível encomenda equivale ao volume total da produção brasileira de veículos em março.

Condições
As novas condições anunciadas pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, permitirão a redução de custos, a aceleração e simplificação no acesso aos financiamentos de pré-embarque realizados pelos bancos.

A estimativa do BNDES com as novas regras é que os financiamentos para 2016 somem R$ 15 bilhões. Mais de 3,5 mil empresas de alto valor agregado devem ser beneficiadas e, segundo o banco, terão condições de aumentar sua competitividade no mercado externo.

As linhas de pré-embarque permitem que as empresas…[LEIA MAIS]

STJ obriga banco a cancelar financiamento de carro defeituoso

Ministro Moura Ribeiro, relator do caso, decidiu que contrato deve ser suspenso
Ministro Moura Ribeiro, relator do caso, decidiu que contrato deve ser suspenso

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) cancelou o contrato de financiamento de veículo estabelecido em São Paulo com o Banco Volkswagen S.A. depois que o automóvel zero quilômetro foi devolvido pelo comprador à concessionária por apresentar defeito. No entendimento da Terceira Turma do STJ, que votou unanimemente em favor do cliente, o cliente tem o direito de romper o contrato com a instituição financeira que concedeu o crédito.

Leia também: Quitei o financiamento do meu carro. E agora?

Segundo o ministro Moura Ribeiro, relator do caso, há responsabilidade financeira vinculada à concessionária do veículo. O banco da montadora, que fez o financiamento, integra a mesma cadeia de consumo.

Em recurso, o banco alegou que não é parte legítima e que não forneceu o produto. Sustentou ainda que, ao adquirir o veículo, o consumidor é livre para escolher qualquer instituição financeira para obter crédito. Ainda segundo o banco da montadora, o financiamento…[LEIA MAIS]

Os 10 modelos zero km mais financiados

Ka é o terceiro do ranking em fevereiro e tem alta de 30% nas vendas
Ka é o terceiro do ranking em fevereiro e tem alta de 30% nas vendas

Mesmo com retração de 27,8% nas vendas financiadas em fevereiro sobre janeiro, o Chevrolet Onix mantém a liderança isolada no ranking dos emplacamentos de veículos adquiridos a prazo. No segundo mês do ano, o modelo registrou 6.888 unidades comercializadas nesta modalidade, contra 9.459 em janeiro.

Levantamento divulgado pela Cetip aponta que a segunda posição do ranking é do Hyundai HB20, que subiu um degrau no pódio. A vice-liderança foi assumida com leve alta no desempenho do modelo, que subiu de 4.835 para 4.960 unidades financiadas, de janeiro para fevereiro.

Na terceira colocação, o Ford Ka foi um dos destaques em fevereiro, subindo duas posições no ranking em relação a janeiro. O modelo atingiu 4.198 unidades vendidas a prazo, alta de 30,4% em comparação com as 3.218 unidades comercializadas em janeiro.

Prisma, da Chevrolet, é o quarto do ranking em fevereiro com 3 mil unidades. Já o Fiat Palio, que em 2015 manteve a liderança por quatro meses entre os modelos financiados, fica na quinta posição em fevereiro, com 2.878 unidades, queda de 40% em relação a janeiro, quando foram emplacadas 2.878 unidades financiadas.

A Volkswagen mantém sexta e sétima posições do ranking, respectivamente, com Fox e Gol. Os modelos tiveram queda nas vendas a prazo na base de comparação. O Fox emplacou 2.642 unidades em fevereiro contra 2.726 em janeiro. Já o Gol baixou de 2.757 para 2.587 unidades, no mesmo cenário.

A picape Strada é a oitava na lista dos dez mais vendidos. O modelo…[LEIA MAIS]

ANEF: Concessão de crédito para setor automotivo despenca em 12 meses

Taxa de inadimplência entre pessoas físicas bate a casa dos 6%
Taxa de inadimplência entre pessoas físicas bate a casa dos 6%

A concessão de créditos para o setor automotivo segue ladeira abaixo, abalada pelo cenário econômico conturbado. Balanço divulgado nesta quarta-feira, 16, pela Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (ANEF), referente ao mês de janeiro, registra recuo de 28,4% do total de recursos liberados no acumulado de um ano.

Para a modalidade de CDC foram liberados R$ 6,08 bilhões. A retração mais acentuada foi verificada nos recursos para pessoa jurídica, que só em janeiro encolheu 33,6%.

A ANEF avalia que é impossível prever a retomada da economia nacional até a estabilização do desemprego e o mercado voltar a ter poder de compra. Em um ano, o saldo de carteiras de crédito caiu 13,9%, totalizando R$ 181,5 bilhões. Entre as modalidades de financiamento, houve retração de 13,2% nas carteiras de CDC, que registra um saldo de R$ 175,6 bilhões no acumulado de um ano.

A taxa de inadimplência manteve tendência alta, chegando a 6,2% em janeiro para pessoa física e 4,7% para pessoa jurídica. A inadimplência, avalia a ANEF, decorre da perda da renda familiar e a retração no volume de negócios para as empresas.

Os atrasos acima de três meses na carteira de CDC foi de 0,7%, alcançando 4,2% dos contratos…[MAIS]

Vendas de veículos caem 24% no bimestre, afirma Fenabrave

Média diária de vendas cresceu 3,52%
Média diária de vendas cresceu 3,52%

As vendas de veículos sofreram retração de 24,01% no primeiro bimestre do ano, informou nesta terça-feira, 1º, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores. Em comparação com os dois primeiros meses de ano passado, o mercado vendeu 159,2 mil unidades a menos, com um total de 503.958 emplacamentos entre veículos e utilitários leves, motocicletas, caminhões, ônibus e implementos rodoviários.

O desempenho do segmento no mês de fevereiro, que totalizou 243 mil vendas, também deixou as concessionárias no vermelho. Houve retração de 6,83% com relação a janeiro – naquele período foram licenciadas 260,8 mil unidades. Na comparação com o mesmo período do ano passado (290.193 unidades), a queda foi de 16,24%.

Leia também: Aumenta o calote em financiamentos de veículos

A entidade avalia que o mês de fevereiro afetou o segmento por conta do menor número de dias úteis – foram 18 contra 20, em janeiro. Mesmo assim, a média de emplacamentos por dia útil no mês passado, de 13,5 mil unidades, superou as 13 mil de janeiro. “Apesar da retração registrada em dias corridos, vale ressaltar que, em fevereiro, na comparação dos dias úteis, foi observada uma alta de 3,52% nos emplacamentos, com relação ao mês anterior. Este crescimento é importante, ainda que já esperado, pois o mês de janeiro é, historicamente, prejudicado pelas antecipações de compras realizadas em dezembro e pelas despesas escolares e decorrentes de impostos no início do ano”, comentou o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior.

Ainda que o resultado seja positivo na média de vendas diárias, a Federação tem…[MAIS]

No RS, vendas de veículos financiadas despencam

Modelos entre oito e 12 anos foram os mais financiados
Modelos entre oito e 12 anos foram os mais financiados

As vendas de veículos financiados despencaram no mês de janeiro no Rio Grande do Sul. Levantamento feito pela Cetip aponta que houve queda de 46,1% no volume de operações em relação ao mesmo mês de 2015. Foram financiadas 23.612 unidades entre automóveis de passeio, motocicletas e veículos pesados contra 43.781.

Na mesma base de comparação, o setor mais impactado foi o de veículos pesados, com retração de 52,4%. Em janeiro de 2015 foram comercializadas 1.926 unidades a crédito, contra 917 no mês passado. As vendas financiadas de carros de passeio, que totalizaram 20.491 unidades em janeiro, retraíram 47% ante as 38.651 do primeiro mês de 2015. Já as vendas de motocicletas recuaram 35,8%: de 2.992 em 2015 para 1.920, em 2016.

O Estado, que corresponde a 76% dos financiamentos na Região Sul, atingiu 15.299 automóveis leves usados financiados no mês, superando os volumes dos outros segmentos. As vendas financiadas de automóveiz zero km totalizaram 5.192 unidades.

Entre modelos novos e usados, foram vendidos a crédito 20.491 automóveis leves, 1.920 motocicletas e 917 veículos pesados.

Na Região Sul foram financiadas em janeiro 75.705 unidades, o segundo maior volume de financiamentos no país. Ao todo foram vendidos a prazo 65.133 automóveis leves, 6.668 motocicletas e 3.524 pesados.

Carro velho
A procura por veículos com idade maior em financiamentos é mais um indicador que reflete a perda do poder de compra do brasileiro. No ano passado, a procura por autos usados era maior na frota jovem, entre quatro e oito anos de idade. Já em janeiro deste ano, o consumidor buscou modelos mais antigos, entre nove e 12 anos de idade. O volume representa uma queda de 6,4% na comparação com o mesmo período de 2015 – percentual de baixa menor do que o verificado nas outras faixas etárias. Nos autos leves novos, por exemplo, a baixa foi de 41,6%, enquanto os financiamentos dos carros com até 3 anos de uso caíram 23,2%.

Em todo o Brasil, o volume de financiamentos de veículos novos e usados sofreu queda de 26,1% em janeiro na comparação com o mesmo mês de 2015. Foram vendidas a crédito 367.507 unidades – 143.056 novas e 224.451 usadas – no período ante 479.447 no primeiro mês de 2015. Já em comparação a dezembro (465.520 unidades), a retração foi de 21,1%. Os números levam em conta automóveis de passeio, comerciais leves, motocicletas e veículos pesados.

Na mesma tendência do mercado, a procura por crédito para a compra…[MAIS]