Uber oferecerá corridas grátis em carros autônomos ainda este mês

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Imagem: Divulgação

Várias montadoras e empresas de tecnologia planejam entrar no mercado de carros autônomos. Curiosamente, boa parte delas coloca a data de 2021 para isso. Os cinco anos seriam necessários para o consumidor se acostumar e algumas regras básicas serem estabelecidas. Mas uma empresa não pretende esperar tudo isso. O app Uber tem planos de colocar alguns de seus veículos sem motorista ainda neste mês nas ruas. E as corridas serão gratuitas.

O CEO de Uber, Travis Kalanick, disse que o plano é longo e visa lançar veículos autônomos da marca no mercado. “É só uma questão de tecnologia”, enfatiza. Até o final de 2016, a empresa planeja ter ao menos 100 automóveis desse tipo rodando em Pittsburgh, Estados Unidos.

Os veículos serão SUVs Volvo XC90. Os autos serão modificados por engenheiros da Universidade de Carnegie Mellon, que fica em Pittsburgh. Os testes estão sendo feitos desde maio e Kalanick crê que não há mais motivos para adiar as provas com usuários e nas ruas da cidade.

Motorista é o carona
O CEO diz que a oferta do serviço gratuito para os carros autônomos são uma forma de ganhar a confiança dos clientes do app. O usuário escolherá o tipo de carro que deseja em uma nova função do aplicativo. Mas o veículo não será completamente sem motorista.

Um condutor que presta serviço para a empresa ficará sentado no banco do motorista. Ele não fará nada, a não ser que haja alguma eventualidade de interferência humana no carro que roda sozinho. No final, ele deve ser mais um carona e uma boa companhia para conversas durante a viagem.

Outro carona deve estar nesses veículos. O Uber colocará alguns engenheiros para que monitorem em tempo real os dados emitidos pelo carro e como o automóvel se comporta com a nova tecnologia. Com isso, o passeio pode não ser o mais silencioso de todos, mas certamente será uma aula de tecnologia para os amantes por novidades.

New Fiesta: Linha 2017 vem com motor 1.0 turbo e preço nas alturas

Motor invocado torna carro 38% mais caro
Motor invocado torna carro 38% mais caro

A linha 2017 do New Fiesta terá o motor 1.0 turbo, desenvolvido pela Ford para oferecer a relação de alta performance e economia de combustível. Exclusiva na versão Titanium, a topo de linha da montadora, a tecnologia Ecoboost introduz no Brasil o conceito de motores menores. Mas o preço é bem salgado: R$ 71.990,00, uma diferença de 38,46% em relação ao modelo básico da linha, que custa R$ 20 mil a menos.

A chegada do New Fiesta 1.0 EcoBoost é uma aposta da Ford no segmento de compactos premium, veículos mais sofisticados e com maior número de equipamentos de segurança. O modelo vem com sete airbags, partida sem chave, sensor de presença, bancos de couro, rodas de liga leve aro 16, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, espelho retrovisor eletrocrômico, piloto automático, ar-condicionado digital, sistema de conectividade SYNC AppLink com comandos de voz e Assistência de Emergência. Tem também transmissão automática sequencial.

O novo motor entrega 125 cv de potência que o faz o mais forte do mercado. Roda 12,2 km/l na cidade e 15,3/l na estrada com gasolina. A 1.500 rpm, a faixa de rotação mais comum, entrega 90% do torque máximo, o que garante arrancadas e retomadas mais rápidas, indo de zero a 100 km/h em 9,6 segundos.

A linha 2017 descontinua o motor 1.5 Sigma e mantém as versões 1.6 SE, SEL e Titanium. Na configuração SE do 1.6, o consumidor encontra transmissão manual de cinco velocidades, ar-condicionado, direção elétrica, vidros dianteiros, travas e espelhos elétricos, alarme volumétrico, som MyConnection geração 3 e computador de bordo, por R$51.990.

A versão SEL 1.6 acrescenta controle eletrônico de estabilidade e tração (AdvanceTrac), assistente de partida em rampa, sensor de estacionamento traseiro, faróis de neblina, rodas de liga leve de 15 polegadas, sistema de conectividade SYNC com comandos de voz, AppLink e Assistência de Emergência, ar-condicionado digital, vidros elétricos dianteiros e traseiros com fechamento global e chave de segurança MyKey. Sai por R$58.790 com transmissão manual e R$64.990 com a sequencial. A versão Titanium também é disponível com motor 1.6, por R$70.690.

Condições
A marca oferece novas condições de financiamento e custo de revisão no lançamento da linha 2017 do New Fiesta. Os modelos chegam em julho e podem ser adquiridos com financiamento com taxa zero, plano de revisões com garantia estendida e seguro com valor reduzido, sem perfil do motorista.

O hatch premium pode ser financiado com entrada e 18 parcelas e em 24 parcelas para os demais modelos com propulsor 1.6. O preço médio do seguro é de R$ 2.325 para o New Fiesta EcoBoost.

As revisões são três, a cada 12 meses ou 10.000 km durante os três anos de garantia, que saem por R$1.540 para o EcoBoost 1.0 e R$1.456 para os modelos 1.6. O cliente que optar pelo plano Ford Protect Advanced, fazendo uma quarta revisão aos 48 meses ou 40.000 km (por mais R$1.024), pode incluir o valor total de R$2.500 no financiamento e ganha gratuitamente um ano a mais de garantia de fábrica.

 

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Start-up quer transformar seu carro em outdoor ambulante. E paga bem por isso

Oferecer carro para anunciante pode gerar renda extra de R$ 2 mil
Oferecer carro para anunciante pode gerar renda extra de R$ 2 mil

Mais de 11 milhões de brasileiros desempregados, outro trimestre de resultados desanimadores na produção nacional, inflação nas alturas. Manter o padrão de consumo ou até mesmo as despesas rotineiras agora é um desafio para o trabalhador. Mas uma empresa acaba de criar uma solução criativa e rentável, que consiste em anunciar em carros de pessoas comuns. Uma alternativa que pode render até R$ 2 mil por mês ao motorista.

A ideia da Start-up Carlicity é conectar motoristas e agências de publicidade. O cadastramento de condutores que estejam interessados em transformar seus veículos em out-doors já começou e a estimativa é que a base atinja 500 mil pessoas ainda neste ano.

Anunciar em automóveis é uma alternativa que pode impactar um número consideravelmente superior de pessoas em comparação com a publicidade estampada em pontos fixos. Vale lembrar que o Brasil tem a quarta maior frota, atrás somente da China, Estados Unidos e Japão. À frente da Alemanha, tem um carro para 4,4 habitantes – um total de 45,5 milhões de veículos.

A frota nacional cresceu 11 vezes mais rápido que a população na última década. Mesmo com as quedas nas vendas, o país deve chegar a cerca de 94 milhões de carros circulando até 2020.

Foi analisando esse cenário, que o empresário Pedro Borges encontrou uma maneira de garantir ao cidadão brasileiro uma renda extra e encontrar espaços para as empresas anunciarem.

Na prática, o veículo é adesivado e o motorista segue sua rotina diária: levar os filhos à escola, ir ao trabalho, visitar familiares, sair às compras. O outdoor ambulante vai garantir a renda ao motorista conforme a quilometragem percorrida. O condutor não terá nenhuma despesa com a fixação da publicidade, que será custeada pelo anunciante.

“Estamos iniciando as operações no Brasil e a médio prazo pretendemos transformar a Carlicity em uma marca global”, comenta o empreendedor, ao informar que a empresa vai disponibilizar uma tecnologia exclusiva que permitirá localizar, em tempo real, onde está a frota e quantos quilômetros estão sendo percorridos.

Ficou interessado? O cadastramento pode ser feito no link.

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Exigência de postos de recargas para carros elétricos é debatida no Senado

Algumas cidades brasileiras já têm pontos de recarga de VEs
Algumas cidades brasileiras já têm pontos de recarga de VEs

Especialistas e representantes de entidades ligadas aos setores automotivo e de energia debatem nesta quarta-feira, 1º, no Senado Federal, o projeto de lei da Câmara (PLC) 65/2014, que obriga a instalação de postos de recarga para veículos elétricos em vias públicas, ambientes residenciais e comerciais.

A audiência pública é promovida pela Comissão de Serviços de Infraestrutura e tem a participação da sociedade abera pelo portal e-Cidadania ou Alô Senado (0800-612211). A reunião tem início marcado para às 8h30, na sala 13 da ala Alexandre Costa.

Devem participar do debate o assessor da Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), Hugo Lamin; o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA), Antônio Megale; o presidente executivo da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), Ricardo Guggisberg; o diretor da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (ABRADEE), Daniel Mendonça; e um representante do Ministério das Cidades.

O PLC 65/2014 estabelece que as concessionárias de energia instalem pontos de recarga de baterias junto às vagas de estacionamento público disponibilizadas para esse fim pelas autoridades locais. Órgão competente federal, ainda segundo as regras, promoverá os ajustes necessários dos contratos de concessão das empresas distribuidoras. O poder público vai desenvolver mecanismos para a instalação, nos prédios residenciais, de tomadas para recargas de veículos elétricos nas vagas de garagens.

Primeiro corredor do país
A CPFL Energia, Rede Graal e CCR Autoban firmaram, no início do ano, acordo que vai viabilizar a criação do primeiro corredor intermunicipal de veículos elétricos do país, que ligará Campinas a São Paulo. As companhias vão instalar o primeiro eletroposto rodoviário do Brasil no Posto Graal 67, na Via Anhanguera, no quilômetro 67, em Jundiaí.

“A criação do corredor elétrico proporciona mais segurança aos usuários dos veículos elétricos em suas viagens entre Campinas e São Paulo”, afirma o diretor de Estratégia e Inovação da CPFL Energia, Rafael Lazzaretti. No futuro, a previsão é expandir a infraestrutura para outros postos de serviços da Rede Graal, como o Posto 56, localizado na Via Bandeirantes. A parceria entre as empresas contou com o apoio institucional da Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE).

Nos eletropostos, o veículo é recarregado em menos de uma hora. O posto da Rodovia Anhanguera recebeu um eletroposto universal doado pela fabricante suíço-sueca ABB, possibilitando o abastecimento de todos os tipos de carros elétricos disponíveis no mercado.

A CPFL ofereceu a infraestrutura do eletroposto rápido, que inclui transformador, carreador e cabeamento. A Rede Graal vai custear as despesas com consumo de energia. O atendimento será 24h por dia. Para reabastecer os seus carros nos postos do Graal, os usuários efetuarão um cadastramento para facilitar o monitoramento e a coleta de dados.

 

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Manutenção evita dor de cabeça na hora de ligar o carro em dias frios

Velas e cabos de ignição desgastados contribuem para o mau desempenho do motor em dias frios
Velas e cabos de ignição desgastados contribuem para o mau desempenho do motor em dias frios

As temperaturas mais baixas registradas nos termômetros nos últimos dias são sinônimo de dor de cabeça para muitos motoristas que enfrentam dificuldades na hora de dar a partida no carro. Se o carro é abastecido com etanol, o problema é ainda maior e pode causar imprevistos ao motorista desprevenido. No entanto, seguir algumas dicas pode fazer com que o condutor evita passar por uma situação como essa.

A falta de manutenção no reservatório para gasolina é, geralmente, o principal motivo para o carro não funcionar em dias gelados. Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da NGK, alerta, no entanto, que existem outras prováveis causas.

Velas e cabos de ignição desgastados contribuem para o mau desempenho do motor em dias frios, principalmente após longo período desligado. “A vela de ignição sofre um desgaste natural, pois trabalha sob condições severas, como pressão e altas temperaturas. A nossa recomendação é fazer a revisão da peça a cada 10 mil quilômetros ou anualmente, o que ocorrer primeiro”, diz o especialista. “Além de falhas de partida, o componente em más condições também causa aumento no consumo de combustível e nos níveis de emissões de poluentes”, explica.

Os cabos de ignição, responsáveis por produzir alta tensão pela bobina até as velas, são esquecidos frequentemente nas revisões do carro. Uma boa dica de Hiromori é pedir que o mecânico cheque a peça ao verificar as velas.

Quanto ao tanquinho, garantir o bom funcionamento depende principalmente do dono, que precisa ficar atento ao abastecimento do reservatório. Alguns veículos produzidos depois de 2012 já não tem este componente, mas o recomendável é trocar o fluído a cada 90 dias. Isso garante que o combustível esteja sempre novo.

Veículos flex
Se você tem um veículo flex e decidiu mudar de combustível, o ideal é percorrer 15 quilômetros antes de deixar o carro com o motor desligado por um longo período. Isso é necessário para que o sistema de controle do motor reconheça o novo combustível no tanque e reprograme a estratégia de funcionamento.

Em casos de falha ao dar a partida, insistir para ligar o motor pode encharcar as velas. A recomendação é desligar o veículo e aguardar até que o combustível evapore por completo, o que pode levar até 30 minutos, dependendo do carro.

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Rebaixe o carro sem “raspar” na legislação

Saiba os caminhos para rebaixar o carro
Saiba os caminhos para rebaixar o carro

Muita gente gosta de customizar o veículo, dar um ar mais agressivo e esportivo. Uma das práticas comuns, conhecida como tunar, ou rebaixar o automóvel. O ato de cortar parte das molas ou instalar suspensões de rosca para regular a altura do veículo exige alguns cuidados para não contrariar a legislação. A seguir, o leitor confere também outras dicas para não se dar mal.

O primeiro passo é verificar se o veículo ainda tem garantia de fábrica. Alterações nas características originais resultam no cancelamento automático. Também é sugerido verificar o manual do proprietário, ponto de referência para mudanças estéticas.

Modificar a suspensão dos veículos era proibido, mas novas regras vieram em 2014 por meio da Resolução 479 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para a alegria de quem gosta de carros rebaixados. Ainda assim, há normas a serem seguidas.

Veículos rebaixados devem ser aprovados pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran). A transformação deve ser feita em centros credenciados pelo INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial). O “tapa” na estética, além disso, precisa ser comunicado com antecedência pelo proprietário ao órgão de trânsito.

Instalar a suspensão ou cortar as molas do carro e sair por aí é assumir o risco de ter o veículo apreendido. Ao escolher a suspensão que será colocada, é preciso fazer uma vistoria ao Detran e solicitar autorização para instalá-la.

O órgão de trânsito analisa o caso e, com base nas normas técnicas do INMETRO, dá o parecer se o veículo está apto às mudanças solicitadas. A instituição emite então o Certificado de Segurança Veicular (CSV), para a instalação do sistema. Depois, o carro precisa passar por outra vistoria para comprovar a conformidade e só então pode ir para as ruas.

Todo documento de veículos – Certificado de Registro Veicular (CRV), bem como o de Registro e Licenciamento de Veículo (CLRV), precisa ter a nova altura do carro, calculada do chão ao ponto do farol original do veículo. Se o veículo estiver fora dos padrões, o proprietário é multado em R$ 127,69, perde cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o carro é apreendido.

Carros rebaixados são um pesadelo na hora de contratar o seguro. Muitas companhias se recusam a oferecer cobertura a veículos com as características originais alteradas. Os veículos tunados, na avaliação das empresas, representam um produto em risco nas ruas.

Outra dica para quem tunou ou quer tunar o carro é ter cuidados com a manutenção. O indicado é entregar o automóvel a profissionais especializados.

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Usado defeituoso não dá direito de cancelar compra, decide Justiça

Compra de veículo de veículo com alta quilometragem exige atenção redobrada
Compra de veículo de veículo com alta quilometragem exige atenção redobrada

Vendas de carros usados velhos estão cada vez mais em alta e a escolha de um modelo de segunda mão exige do consumidor atenção redobrada, como já mostramos aqui, para evitar cair em armadilhas e sofrer prejuízos irreversíveis. Em decisão judicial, consumidor que fez negócio em uma revenda perdeu a causa na qual tentava reaver os R$ 18,9 mil pagos em um veículo que apresentou defeitos. O veículo, conforme o proprietário, apresentou irregularidades no forro do teto e defeitos na parte elétrica.

O pedido de rescisão, que incluía ainda despesas com IPVA, licenciamento e seguro, foi julgado improcedente pelo 1º Juizado Especial Cível de Brasília, que entendeu que o automóvel, um Peugeot 307, ano 2005, por ter sido fabricado há mais de dez anos, apresentava possibilidade de defeitos. A decisão é embasada no artigo 441 do Código Civil, que diz que “a coisa recebida em virtude de contrato comutativo pode ser enjeitada por vícios ou defeitos ocultos, que a tornem imprópria ao uso a que é destinada, ou lhe diminuam o valor.” E reforça, nos termos do artigo 333, inciso I, do Código de Processo Civil, que compete ao autor o ônus da prova dos fatos constitutivos de seu direito.

Conforme o despacho, o comprador não tomou os cuidados mínimos exigidos no ato da avaliação do veículo, de forma que vícios ou defeitos foram identificados depois do negócio. Consta ainda na decisão que não há quaisquer indícios de que o veículo tenha sido vendido por um preço incompatível com o mercado, considerando ainda a “extensa quilometragem própria dos automóveis com muitos anos de fabricação”. Da medida, cabe recurso.

Financiamento cancelado
No mês passado, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) cancelou o contrato de financiamento de veículo estabelecido em São Paulo com o Banco Volkswagen S.A. depois que o automóvel zero quilômetro foi devolvido pelo comprador à concessionária por apresentar defeito. No entendimento da Terceira Turma do STJ, que votou unanimemente em favor do cliente, o cliente tem o direito de romper o contrato com a instituição financeira que concedeu o crédito.

Segundo o ministro Moura Ribeiro, relator do caso, há responsabilidade financeira vinculada à concessionária do veículo. O banco da montadora, que fez o financiamento, integra a mesma cadeia de consumo.

Em recurso, o banco alegou que não é parte legítima e que não forneceu o produto. Sustentou ainda que, ao adquirir o veículo, o consumidor é livre para escolher qualquer instituição financeira para obter crédito. Ainda segundo o banco da montadora, o financiamento é dado a automóveis de qualquer outra marca, incluindo usados ou importado.

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Projeto secreto de carro da Apple estaria em desenvolvimento em Berlim

Projeto secreto de carro da Apple estaria sendo desenvolvido em Berlim
Projeto secreto de carro da Apple estaria sendo desenvolvido em Berlim

Uma série de informações vazadas apontam que a Apple estaria desenvolvendo um novo tipo de gadget. É algo inédito em seu portfólio de produtos e uma inovação que há algum tempo se comenta em sites especializados. A fabricante do iPhone, segundo essas informações, estaria projetando um carro. Mas não um auto qualquer. Seria o melhor dos carros conectados e partiria direto para ser líder de mercado.

O caminho não seria diferente do iPod, iPhone, tablet e relógio inteligente que a empresa lançou nos últimos anos. O carro apareceria em um evento mundial da empresa e seria seguido por grande campanha demarketing, além de contar com a já fanática rede de consumidores fãs da marca. Uma receita bem conhecida de todos. Mas o carro da Apple é algo tão novo que seria uma prova de fogo para essa estratégia.

A novidade está sob o codinome de “Project Titan”, e parece direcionado para competir não só com asmontadoras tradicionais como a nova – e já poderosa – Tesla, dona dos melhores carros elétricos da atualidade. Aliás, foi essa marca que…[CONTINUE LENDO NO PORTAL VOIT]

Seguro mais barato para carros agora é garantido por lei

Cobertura pode ser garantida por um preço até 30% inferior ao praticado atualmente no mercado
Cobertura pode ser garantida por um preço até 30% inferior ao praticado atualmente no mercado

Proprietários de veículos com mais de cinco anos de fabricação poderão contratar em breve seguros a preços mais acessíveis. O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) publicou a Resolução 336, que autoriza seguradora a iniciarem “imediatamente” a venda do seguro popular. A previsão é de que as apólices custem até 30% a menos em relação aos preços praticados atualmente pelas seguradoras.

A nova lei permite ainda o uso de peças usadas de empresas de desmontagem para a recuperação de veículos sinistrados com cobertura secundária. A cobertura principal do Seguro Auto Popular deverá garantir a indenização por danos causados ao veículo por colisão. A seguradora deverá dar ao cliente a opção de escolher oficinas livremente ou estabelecimentos credenciados.

Leia também: Obrigatoriedade de cobertura por desastres naturais pode encarecer seguro

Ainda conforme a resolução, planos de seguros populares deverão oferecer coberturas relativas aos ramos de assistência, acidentes pessoais de passageiros, além de responsabilidade civil. Ou seja, as coberturas agregadas dos planos de seguro compostos dispostos na resolução só poderão ser negociadas em conjunto com a cobertura principal.

As propostas terão as modalidades “valor de mercado referenciado” ou “valor determinado”. a primeira situação garante, no caso de indenização integral, o pagamento da quantia determinada com a tabela de referência indicada na proposta do seguro, com a aplicação do valor de cotação do veículo na data de liquidação do sinistro. Já o valor determinado consiste no caso de indenização integral, o pagamento de quantia fixa estipulada pelas partes no ato da contratação do seguro.

O Seguro Auto Popular será contratado por apólice ou bilhete. As condições contratuais deverão estar à disposição do consumidor na íntegra, previamente à assinatura…[LEIA MAIS]

Leilão em SP tem modelos desejados com lances a partir de R$ 6 mil

Civic tem lance inicial de R$ 14 mil
Civic tem lance inicial de R$ 14 mil

Pelo menos 26 veículos poderão ser arrematados em leilão pela internet e presencial realizado pelo Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) na terça (29) e quarta-feira (30) em Embu das Artes. Entre os modelos que podem ser adquiridos por valores muito abaixo do preço de tabela estão carros desejados como o Honda Civic, Fiat Punto e Ford Ecosport.

O sedan da Honda, por exemplo, pode ser adquirido por lances a partir de R$ 14 mil. O modelo, ano 2009, e com motor 1.8 litros, é avaliado pela Tabela Fipe com preço mínimo de R$ 32 mil no Estado.

Leia também: Confira dicas para não entrar numa fria na hora de comprar carro em leilão

Já o Punto pode ser arrematado pelo lance inicial de R$ 6 mil. Nas mesmas configurações, o carro ano 2008 com motor 1.4L é encontrado no mercado convencional a partir de R$ 20 mil. O utilitário esportivo da Ford, ano 2006 e com motor 1.6L, tem lance inicial de R$ 10 mil. Pelo valor de tabela, o Ecosport nessas configurações é vendido a partir de R$ 19,5 mil.

Outro modelo de sucesso entre os brasileiros que está..[LEIA MAIS]