Quadrilha acusada de fraudar DPVAT é desarticulada no Paraná

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Armas e dinheiro foram apreendidos em mandados

Armas e dinheiro foram apreendidos em mandados

Operação deflagrada pela Polícia Civil desarticulou uma quadrilha especializada em praticar golpes para obter o seguro DPVAT e driblar o rodízio de empresas funerárias em Curitiba. Doze pessoas foram presas acusadas de envolvimento no esquema, entre elas, donos de funerárias, motoristas do Instituto Médico Legal (IML) e empresários.

Outras pessoas foram detidas por associação criminosa, corrupção ativa, corrupção passiva, estelionato e falsidade ideológica. Um médico da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Colombo, um advogado e um gerente de banco foram levados até a delegacia para prestar depoimento.

Os policiais cumpriram mandados de busca e apreensão e apreenderam armas e R$ 4,8 mil em dinheiro. A investigação foi conduzida pelo Núcleo de Repressão a Crimes Econômicos (Nurce) e a operação aconteceu em Curitiba, Almirante Tamandaré, Colombo, Pinhais, Piraquara e Ponta Grossa, contando com a atuação de 60 policiais.

“Alguns dos suspeitos são funcionários públicos e deveriam zelar pela administração pública. Casos esses servidores sejam concursados, a Secretaria da Segurança Pública vai abrir um procedimento administrativo que pode resultar até na expulsão do servidor. Nossa gestão não vai compactuar com desvios de conduta”, afirmou o secretário da Segurança Pública e Administração Penitenciária, Wagner Mesquita.

Crimes

Os investigados procuravam corpos de vítimas de acidentes de trânsito ou morte natural e corrompiam motoristas do IML para que passassem informações privilegiada dos óbitos ocorridos na Capital, Região Metropolitana e em Ponta Grossa.

A quadrilha pagava R$ 700 para cada corpo. Dos investigados do Instituto, dois usavam telefones celulares em nome dos suspeitos para facilitar o repasse das informações. Investigações apontam que os dados privilegiados chegavam até a quadrilha também por socorristas do Siate. Não há informações de que eles recebiam dinheiro da quadrilha.

De posse dos dados do morto, os membros da quadrilha entravam…[LEIA MAIS]

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