IoT vai movimentar US$ 1,9  trilhão em logística

IoT vai movimentar US$ 1,9  trilhão em logística
Tecnologia permite à empresa unificar processos e melhorar a cadeia logística

Tecnologia permite à empresa unificar processos e melhorar a cadeia logística

O setor de logística pode alavancar níveis mais elevados de eficiência operacional na Internet das Coisa (IoT), que conecta em tempo real milhões de embarques que são deslocados, rastreados e acondicionados diariamente. A conclusão é de um relatório de tendências da empresa DHL, apresentado na Conferência Global de Tecnologia da companhia e que estima a movimentação de 1,9 trilhão de dólares.

Por exemplo, no setor de armazenagem, paletes e itens conectados serão diferenciais importantes na gestão inteligente de estoques. Já no transporte, onde a conexão de sensores e atuadores é bastante difundida com rastreamento e telemetria, as novas tecnologias poderão extrair diferentes tipos de informações, principalmente na camada de inteligência, que reúne leitura de todos os dispositivos embarcados em plataforma única.

Essas informações permite à empresa unificar processos e melhorar a cadeia logística. “A Internet das Coisas permite a transformação de dados absolutos em conhecimento integrado e útil para a operação de transporte e logística. E as vantagens podem ir além: quando os veículos se conectam ao ambiente (estradas, sinais, outros veículos, relatórios de qualidade do ar e sistemas de inventário, etc), os custos caem e a segurança e a eficiência aumentam significativamente”, avalia Renato Carneiro, especialista em IoT.

As plataformas de analytics, responsáveis pela camada de inteligência, permitem o embarque de ações que serão realizadas em cima das ocorrências, como no caso do furto de combustível, situação muito comum nas estradas brasileiras. A presença de uma câmera, acionada somente quando a soma de dois ou mais fatores – o sensor de tanque de combustível apresenta variação, o veículo está parado e o motorista não está na cabine –, permite o envio de imagens somente do momento da ocorrência, mantendo as demais imagens armazenadas no equipamento embarcado no veículo. Esse filtro realizado com os dados é o que a Cisco chama de armazenamento em fog, ou seja, os dados e imagens captados não vão todos para a nuvem, são enviados somente o que é considerado relevante, reduzindo o tráfego e o consumo de dados.

Para este processamento embarcado, é utilizado um roteador específico para o setor de transporte e o ambiente hostil de poeira, altas e baixas temperaturas e trepidações em que está inserido, uma novidade para o setor. O roteador funciona como centralizador de todos devices conectados ao veículo, ou seja, todos os dados captados pelos sensores são enviados para ele, onde é feito o processamento e o envio para a nuvem por sinal 3G ou 4G.

Quando o veículo passa por uma área sem cobertura, esse equipamento grava os dados coletados, que são descarregados e enviados para a plataforma de analytics assim que a conexão se reestabelece. Dessa forma, em momento algum há perda de conteúdo.

Acesse os outros sites da VideoPress

Portal Vida Moderna – www.vidamoderna.com.br

Portal VOIT – www.voit.com.br

 

Publicidade

 

Categories: NOTÍCIAS

Deixe um comentário

Seu e-mail não será divulgado.
Campos obrigatórios são marcados com*