Compras online de veículos cresceram 70% neste ano

Compras online de veículos cresceram 70% neste ano

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Crise provocou alta de 40% dos estoques virtuais

Crise provocou alta de 40% dos estoques virtuais

Comprar carro pela internet tem se tornado um novo hábito do consumidor brasileiro. Tanto que a modalidade andou na contramão da crise que assola o mercado, com uma alta de 70% das propostas de negócios efetuadas pela rede, entre janeiro e maio deste ano, na comparação com período igual do ano passado.

Negócio que movimentou R$ 48,2 bilhões só no ano passado, resultado 22% superior ao de 2014, conforme números da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

Pelo site Webmotors, especializado em vendas virtuais de veículos, as buscas cresceram 35% no primeiro quinquimestre. A crise, avalia o gerente de marketing e produtos do portal, Rafael Constantinou, estimulou a compra e venda de seminovos e usados. “A falta de tempo, distância e a praticidade também contribuem para o aumento da procura dos classificados online. A compra automotiva via internet é uma realidade cada vez mais forte no Brasil”, completa o executivo.

O estoque disponível na plataforma cresceu 40% no período. O comércio online vem mantendo a margem de crescimento em dois dígitos por ano, desde a explosão do segmento, entre 2002 e 2003.

Enquanto os novos…
As vendas de veículos novos seguem em declínio. Junho, que teve um dia útil a mais que maio, somou 166.410 emplacamentos contra 162.161 no quinto mês. Em relação a junho do ano passado, quando foram vendidos 204.606 veículos, houve queda de 18,67%. Já no semestre as vendas caíram 25,09%, sendo 951.206 neste ano contra 1.269.817 em 2015.

Mesmo com os sinais de recuperação da economia, o desemprego ainda assusta a população e afeta, principalmente, o mercado de motocicletas, segmento que recuou 6,4% em junho sobre maio e 14,76% na análise semestral.

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) manteve as projeções para o ano, de declínio de 15,04% nas vendas totais. O setor que deve ser mais impactado é o de caminhões, com baixa de 23%, passando por automóveis e comerciais leves, com margem negativa de 20 pontos percentuais. Implementos rodoviários e motocicletas devem ter queda de 5% e 8,5% nos emplacamentos, respectivamente.

 

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