“Uber dos caminhões” capta R$ 49 milhões em duas rodadas de investimentos

Lançada oficialmente em março deste ano e considerada como a “Uber dos caminhões”, a empresa é pautada pelas diretrizes agilidade, flexibilidade e qualidade na experiência do contratante do serviço, além de responsabilidade pelas cargas transportadas.

CargoX-divA CargoX, empresa que oferece serviços de transporte para empresas, anunciou a captação de R$ 35 milhões por meio de segunda rodada de investimentos (Série B), para garantir que a empresa acelere o desenvolvimento de sua tecnologia.

O banco Goldman Sachs liderou a rodada, que contou com a permanência da participação do fundo de investimentos Valor Capital Group, LLC e dos investidores existentes, Oscar Salazar (Co-fundador do Uber), Hans Hickler (ex-CEO da DHL Express US), Agility Logistics e Lumia Capital. A operação se deu em sequência à primeira rodada de investimentos (Série A) da CargoX, no valor de R$ 14 milhões, liderada pelo Valor Capital Group, LLC, totalizando a captação de R$ 49 milhões.

A CargoX utiliza tecnologia de ponta e excelência na ciência de dados para reduzir os custos de transporte ao usar a capacidade excedente existente dos caminhões e melhorar a visibilidade do frete. Segundo a empresa, sua equipe conta com os melhores, mais competentes e comprometidos profissionais do Brasil, Rússia, Argentina e dos EUA.

Por conta da escassez significativa de opções ferroviárias e das poucas opções de transporte aéreo e marítimo no Brasil, a economia do país é altamente dependente dos caminhões, de modo que 65% da carga transportada no país é levada por caminhões. A expectativa é que o impacto geral na economia deverá ser relevante se a CargoX conseguir reduzir os custos de transporte.

“Nós acreditamos que a CargoX sabe usar de seu domínio da tecnologia para promover mudanças de grande escala no setor”, diz Hillel Moerman, codiretor da Goldman Sachs Private Capital.

De acordo com Federico Vega, CEO da CargoX, “trata-se de alavancar tecnologia de ponta e design de alto nível para que a CargoX possa permanecer conectada a uma rede de milhares de caminhoneiros em tempo real”. “A nova rodada de investimentos permitirá que aprimoremos a nossa plataforma para continuar a escalonar as nossas atividades e revolucionar o transporte de carga, trazendo inovações e uma cultura fortemente pautada na meritocracia para um dos maiores e mais tradicionais setores da nossa economia”.

“A CargoX está mudando a forma como as pessoas pensam sobre a indústria de transporte, além de gerar um impacto positivo ao reduzir estes custos na economia brasileira, de forma geral”, afirmou Oscar Salazar, co-fundador do Uber.

Para Clifford M. Sobrel, ex-embaixador dos EUA no Brasil e Diretor Executivo do Valor Capital Group, LLC, “a CargoX é a primeira transportadora a criar e expandir o acesso a uma plataforma tecnológica de alto nível no setor de logística do país, e nos orgulhamos de ter feito a ponte entre a CargoX e os principais parceiros financeiros e estratégicos dos EUA”.

Os caminhões brasileiros circulam vazios em 40% do tempo – como resultado, a quilometragem rodada sem carga, em um ano, seria suficiente para dar a volta ao mundo 300.000 vezes. Ao utilizar a capacidade excedente disponível nos caminhões, evitando, assim, que eles circulem vazios, a CargoX poderá reduzir as emissões de CO2 em até 15,6 milhões toneladas por ano, o equivalente às emissões de CO2 produzidas por 6.724.137 residências com quatro pessoas e um veículo no período de um ano.

Hillel Moerman, codiretor do Goldman Sachs Private Capital, também fará parte do conselho da CargoX, juntamente com os membros atuais, incluindo Oscar Salazar (co-fundador do Uber), Hans Hickler (ex-CEO da DHL Express US) e Michel Nicklas, do Valor Capital.

A CargoX – http://www.cargox.com.br – é a primeira transportadora do Brasil sem frota própria, baseada em tecnologia e inovação, operando conectada em tempo real por meio de um aplicativo próprio, a uma rede de mais de 100 mil motoristas autônomos.

Lançada oficialmente em março deste ano e considerada como a “Uber dos caminhões”, a empresa é pautada pelas diretrizes agilidade, flexibilidade e qualidade na experiência do contratante do serviço, além de responsabilidade pelas cargas transportadas. A CargoX começou a ser estruturada em meados de 2015 por Federico Vega, CEO da companhia.

Atualmente atende todas as regiões do país e com crescimento médio de 57% ao mês, espera faturar no primeiro ano de atuação cerca de R$ 50 milhões.

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Carro conectado do Alibaba é interessante e ainda tira selfies

O RX5 também tem sensores que “aprendem”o jeito de dirigir do motorista e seus gostos.

O carro mais conectado do mundo. Assim é o auto lançado pela gigante chinesa de buscas Alibaba, em parceria com a montadora, SAIC. Se essa não for a definição mais apropriada para essa novidade, há uma outra. O Internet-car é provavelmente uma futilidade legal da internet das coisas. Há diversas tecnologias interessantes de bordo, inclusive uma que tira selfies do motorista.

O carro é um exemplo de como a indústria automobilística provavelmente nunca mais voltará a ser como antes depois que começou a transformar os carros em computadores sobre rodas. O Internet-car tem sensores e sistemas que controlam o consumo de combustível e modos de direção. O sistema por trás disso é – segundo a empresa – o “segundo motor” do auto. O sistema operacional é o Yunos, o mesmo que o Alibaba usou para deixar geladeiras e outros eletrodomésticos inteligentes.

O nome do veículo é, na verdade, RX5. Internet-car é o termo que a empresa quer emplacar como nova categoria no mercado. O modelo é uma SUV esportiva. É, de design e mecânica, muito semelhante a outras do segmento. A diferença é mesmo a tecnologia.

Serviços
O sistema digital por trás garante um novo tipo de relação com o produto. Os consumidores podem usá-lo para pedir café. Sim, o funcionamento é basicamente o mesmo que pedir um delivery pelo smartphone. A mesma coisa para comprar tickets de estacionamento (uma espécie de zona azul nas cidades da China).

Mas a “loucura” maior no RX5 é uma câmera que grava em 360 graus e pode ser destacada do painel para gravar viagens e paisagens. Ela também tira selfies. Pode parecer uma bobeira, mas a prática de tirar retratos em situações não recomendadas (e com as mãos no volante é uma delas) tem causado mortes no mundo todo e já é motivo de preocupação.

Executivos do Alibaba fazem o teste drive e tiram selfie no RX5

Executivos do Alibaba fazem o teste drive e tiram selfie no RX5

O RX5 também tem sensores que “aprendem”o jeito de dirigir do motorista e seus gostos. Com isso, ele acerta diversas configurações do veículo para melhorar estabilidade e consumo, além disso ainda sugere músicas e filmes – por meio de uma central de infotainment.

O carro tem preço de US$ 22.300 e começa a ser vendido no mês que vem. O Alibaba espera que o veículo seja o preferido para rodas nas futuras cidades inteligentes da China.

Fonte: Portal VOIT

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Carro “baixado”: melhor tomar cuidado antes de comprar um

Carro rebaixado é classificado como sucata pelo Denatran
Carro rebaixado é classificado como sucata pelo Denatran

Pelo menos 6% dos veículos registrados no país têm o status de “carro baixado”. O que aparentemente pode ser algo sem grandes problemas na realidade tem tudo para ser um péssimo negócio.

Carro baixado na realidade não se trata de um automóvel com a suspensão baixa, mas um auto que teve sua circulação vetada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Significa, na prática, que o carro já foi batido com danos irreparáveis ao chassi. Assim, o chassi sofre baixa no cadastro do órgão de trânsito, pois representa perigo e pode causar acidentes se estiver em circulação.

Leia também: Vai comprar um carro usado? Saiba como fazer a melhor escolha

Fora do sistema, esse veículo só pode ser vendido como sucata ou peça de reposição. “O maior problema é que a cultura do “jeitinho brasileiro” faz com que alguns vendedores ajam de má fé. Eles compram esses carros, fazem reparos e consertos para maquiar os problemas e conseguem, de maneiras ilegais e em estados que não possuem a Vistoria de Transferência, regularizar essa documentação para vendê-los como se estivessem em conformidade”, explica José Félix, gerente responsável pelos serviços de varejo DEKRA e pela Checkauto. “Nos estados em que existe vistoria para transferência, como São Paulo, por exemplo, essa fraude é mais difícil, se não impossível, de ser levada a cabo”.

Mas como evitar cair em um golpe? O recomendável é fazer uma consulta veicular completa e confirmar o histórico do automóvel antes de fechar o negócio. Tentar reaver o dinheiro depois de bater o martelo fica difícil, principalmente se o negociante for um golpista.

No caso da compra de um carro com essa restrição, o comprador sai em um prejuízo enorme, pois pode pagar por um carro que irá apresentar problemas graves em pouco tempo. “As avarias externas podem até ser consertadas, mas a estrutura do carro está comprometida. Quem compra um carro assim coloca sua família em risco e pode ficar na mão a qualquer momento”, alerta Félix.

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Vida no trânsito: Uma questão multidisciplinar

Oliver: "Você sabe quantas pessoas ficam feridas e morrem por ano em acidentes de trânsito no Brasil?"
Oliver: “Você sabe quantas pessoas ficam feridas e morrem por ano em acidentes de trânsito no Brasil?”

Por Oliver Schulze* – Todo dia de manhã levo minhas filhas à escola. Hoje em menos de cinco minutos presenciei três barbaridades no trânsito. Primeiro uma criança aparentando menos de 10 anos sentada no banco da frente do carro sem cinto de segurança afivelado.

Em geral a justificativa dos pais para dispensar a segurança é a de que moram muito perto do colégio, porém não escolhemos o momento em que seremos envolvidos em um acidente, e é sabido que muitas das colisões ocorrem próximo à residência das vítimas.

Logo em seguida fui ultrapassado pela contramão por um motoqueiro, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Mais à frente quando cheguei ao cruzamento lá estava ele caído no chão ao lado da moto. Teve sorte de não ser atropelado. Como não fosse suficiente, na estrada um pedestre caminhava na pista de rolagem apesar do espaço exclusivo destinado para isso.

Outro dia nessa mesma estrada parei para uma pessoa atravessar na faixa de pedestre. A motorista do veículo que vinha atrás começou a buzinar muito e passou berrando “aqui não é lugar de parar não! Aqui não é Estados Unidos”. Realmente aqui não é os Estados Unidos e nunca será enquanto tivermos motoristas despreparados, descontrolados e desinformados.

Você sabe quantas pessoas ficam feridas e morrem por ano em acidentes de trânsito no Brasil? Fica chocado quando ocorre um acidente aéreo e morrem mais de 100 pessoas? Pois saiba que nas estradas do nosso País temos o equivalente a um grave acidente aéreo ou uma tragédia da boate Kiss por dia. Isso mesmo! Morrem mais de 50 mil pessoas por ano, ou quase 200 pessoas por dia.

Precisamos agir mais rápido diante de tanta violência. Sabemos que acidentes podem ocorrer por diversas razões, de problemas no veículo, falta de infraestrutura viária, condições climáticas adversas até o comportamento do motorista. Sim, a vida no trânsito depende de ações multidisciplinares.

No tocante à segurança veicular, seja por força da legislação brasileira, da concorrência cada vez mais forte em todos os segmentos da indústria automobilística, ou até mesmo de avaliações regulares feitas por organismos como a LATINNCAP, a evolução tem sido constante.

Nos últimos anos os veículos produzidos no País agregaram segurança, que alcançou com mais intensidade os carros mais luxuosos, que já oferecem recursos tecnológicos como o controle eletrônico de estabilidade (ESP), que evita que o veículo perca o controle em situações de risco. As melhorias não se restringem apenas à eletrônica, mas também à parte estrutural dos veículos com carroçarias que oferecem mais proteção ao ocupante.

No que diz respeito à infraestrutura viária é possível afirmar que há estradas em boas condições no Brasil, mas ainda há um longo caminho a percorrer para um sistema eficiente. Segundo a pesquisa CNT de Rodovias 2015, que percorreu e avaliou mais de 100 mil quilômetros de rodovias pavimentadas por todo o País, (19,7% concedidas 80,3% sob gestão pública) 57,3% delas são deficientes no estado de conservação. Na avaliação da pesquisa, o estado geral das rodovias sob concessão foi 78,3% bom e ótimo, enquanto nas vias públicas esse porcentual foi de 34%. Em relação à geometria das vias, 38,9% é o percentual de ótimo e bom nas concedidas, e de 18,8% nas públicas.

Ainda no quesito infraestrutura, projetar estradas mais seguras e intensificar a sinalização especial de advertência para condições de pista e climáticas, são ações mais que necessárias para a segurança de quem dirige em um país de dimensão continental com incontáveis variações de clima. Não há como alterar o clima, mas a prudência está ao alcance de todos os que dirigem.

O comportamento ao volante pode fazer a diferença entre a vida e a morte. O motorista precisa conhecer suas próprias limitações, as restrições do veículo e da estrada e se adequar à realidade. Situações diferentes exigem cuidados diferentes. Imagine um automóvel de mil cilindradas conduzido por alguém cansado, com cinco ocupantes, porta-malas cheio e pneus carecas, subindo a serra em um dia de chuva e neblina. Agora pense em um veículo com todos os equipamentos de última geração, dois ocupantes e motorista descansado dirigindo em uma estrada em boas condições de conservação, em um dia ensolarado. O motorista tem que se adequar às condições de dirigibilidade para tomada de decisões seguras.

Obviamente há inúmeros outros fatores que podem influenciar a habilidade de dirigir. Por isso e, antes de tudo, é necessário que prioritariamente haja respeito à vida. No Brasil ainda precisamos de um trabalho intenso e permanente de educação no trânsito, de conscientização, com abordagem em escolas, cursos de direção defensiva, palestras e demais treinamentos.

Nossa parte enquanto motoristas é respeitar o pedestre e a sinalização; manter a devida distância do veículo à frente; priorizar a segurança das crianças com equipamentos adequados à idade; reduzir a velocidade em caso de forte chuva e vento. Enfim, dirigir com consciência é contribuir para mais vida no trânsito e para a redução da triste estatística de mortes em nosso País. Um trânsito seguro depende de todos nós. Esse será o tema central do Painel de Segurança Veicular no 25º Congresso SAE BRASIL, que será realizado em outubro, em São Paulo.

 

*Oliver Schulze é engenheiro e dirige o Comitê de Segurança Veicular do Congresso SAE BRASIL 2016

 

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IoT vai movimentar US$ 1,9  trilhão em logística

Tecnologia permite à empresa unificar processos e melhorar a cadeia logística
Tecnologia permite à empresa unificar processos e melhorar a cadeia logística

O setor de logística pode alavancar níveis mais elevados de eficiência operacional na Internet das Coisa (IoT), que conecta em tempo real milhões de embarques que são deslocados, rastreados e acondicionados diariamente. A conclusão é de um relatório de tendências da empresa DHL, apresentado na Conferência Global de Tecnologia da companhia e que estima a movimentação de 1,9 trilhão de dólares.

Por exemplo, no setor de armazenagem, paletes e itens conectados serão diferenciais importantes na gestão inteligente de estoques. Já no transporte, onde a conexão de sensores e atuadores é bastante difundida com rastreamento e telemetria, as novas tecnologias poderão extrair diferentes tipos de informações, principalmente na camada de inteligência, que reúne leitura de todos os dispositivos embarcados em plataforma única.

Essas informações permite à empresa unificar processos e melhorar a cadeia logística. “A Internet das Coisas permite a transformação de dados absolutos em conhecimento integrado e útil para a operação de transporte e logística. E as vantagens podem ir além: quando os veículos se conectam ao ambiente (estradas, sinais, outros veículos, relatórios de qualidade do ar e sistemas de inventário, etc), os custos caem e a segurança e a eficiência aumentam significativamente”, avalia Renato Carneiro, especialista em IoT.

As plataformas de analytics, responsáveis pela camada de inteligência, permitem o embarque de ações que serão realizadas em cima das ocorrências, como no caso do furto de combustível, situação muito comum nas estradas brasileiras. A presença de uma câmera, acionada somente quando a soma de dois ou mais fatores – o sensor de tanque de combustível apresenta variação, o veículo está parado e o motorista não está na cabine –, permite o envio de imagens somente do momento da ocorrência, mantendo as demais imagens armazenadas no equipamento embarcado no veículo. Esse filtro realizado com os dados é o que a Cisco chama de armazenamento em fog, ou seja, os dados e imagens captados não vão todos para a nuvem, são enviados somente o que é considerado relevante, reduzindo o tráfego e o consumo de dados.

Para este processamento embarcado, é utilizado um roteador específico para o setor de transporte e o ambiente hostil de poeira, altas e baixas temperaturas e trepidações em que está inserido, uma novidade para o setor. O roteador funciona como centralizador de todos devices conectados ao veículo, ou seja, todos os dados captados pelos sensores são enviados para ele, onde é feito o processamento e o envio para a nuvem por sinal 3G ou 4G.

Quando o veículo passa por uma área sem cobertura, esse equipamento grava os dados coletados, que são descarregados e enviados para a plataforma de analytics assim que a conexão se reestabelece. Dessa forma, em momento algum há perda de conteúdo.

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Negócios sobre rodas #2: a customização do truck business

Busguer: Ônibus food truck é sucesso na Grande São Paulo
Busguer: Ônibus food truck é sucesso na Grande São Paulo

Desde a fase de planejamento até a hora de colocar o food truck pela primeira vez para circular, o empreendedor deve ficar ligado em certos cuidados para que tudo saia dentro do esperado. E uma das etapas mais importantes é a customização do veículo. Algo que vai muito além da estética da unidade móvel.

A projeção do truck deve ser confiada a profissionais. De acordo com Alcides Braga, proprietário da Truckvan, uma das empresas líderes em customização de veículos para negócios no mercado brasileiro, o processo envolve uma equipe formada por especialistas em engenharia, arquitetura, elétrica, mecânica e hidráulica. “Cada projeto é muito peculiar e precisa de uma personalização exclusiva. Deve atender e, principalmente, superar as expectativas dos clientes”, afirma.

Os padrões de segurança também exigem atenção. As customizações sobre rodas devem seguir padrões de ARTs (Anotação de Responsabilidade Técnica) de mecânica, gás e elétrica, que garantem à sociedade que o projeto foi executado por um profissional habilitado seguindo todas as normas de segurança.

Leia também: Negócio sobre rodas é saída para escapar da crise

Na Truckvan, por exemplo, a customização de um veículo leva entre 60 e 120 dias. O prazo varia de acordo com o nível de dificuldade e as especificações de cada produto. Dos moldes de alumínio até a pintura e adesivagem, são sete etapas.

BRASAA unidade primeiro é nivelada e é feito o isolamento térmico. Depois o compartimento passa pela fase de instalação de elétrica e hidráulica. Em seguida, começa o revestimento interno. Os materiais usados neste processo são inox, MDF revestido com melaninico, entre outros.

Depois os profissionais avançam para a etapa de revestimento do piso, podendo ser em chapa recalcada, xadrez ou vinílico. Enfim é feita a instalação dos equipamentos solicitados pelo cliente. E depois a comunicação visual. Cada projeto é customizado por cerca de seis profissionais, sendo dois eletricistas, dois marceneiros e dois montadores.

Orçamento
Para quem pretende dar a partida rumo à montagem de um food truck ou outro negócio sobre rodas, a pesquisa é fundamental. É importante verificar qual tipo de veículo se adapta ao seu negócio, seja um trailer, um furgão ou um baú sobre chassi.

O custo da customização varia bastante. Na Truckvan, por exemplo, parte de R$ 50 mil, no caso de projetos mais simples em utilitários pequenos e chega a R$ 3 milhões, neste caso, em carretas de 15 metros de comprimento com dois avanços, cerca de 100 m² de área útil, com equipamentos de última geração, como simuladores de máquinas pesadas, tomografia móvel e assim por diante.

Outro detalhe importante é estar de acordo com as licenças junto aos órgãos competentes e poder trabalhar nas ruas sem problemas.

Inovação
Caprichar no visual do negócio móvel é mais um chamariz que pode fazer a diferença em meio ao boom dos food trucks, que já passam de 1,2 mil unidades no Brasil, segundo o Sebrae. E foi justamente a necessidade de fazer algo diferente da concorrência que motivou os empresários Rodrigo Arjonas e Luciano Oberle a investir em um formato diferente para a hamburgueria sobre rodas: um ônibus americano escolar.

Em um ano de negócio, os sócios já venderam 80 mil hambúrgueres e já seguem em direção à ampliação do empreendimento. “O primeiro Busger foi feito em um ônibus escolar americano. Agora fomos ainda mais ousados e levamos um ônibus londrino Double Decker, de 1965, único modelo no Brasil, que era de uma empresa de cosméticos, para a Truckvan customizar”, destaca Arjonas.

O Busger 2 possui um ambiente interno aconchegante para acomodar 24 pessoas no andar superior, composto por seis mesas, nove poltronas duplas e dois sofás. Já no primeiro andar, há uma cozinha completamente equipada, incluindo freezers, armários, fritadeiras e chopeira.

Após circular por eventos na capital, o ônibus londrino deve ficar em um ponto fixo em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo. “Nossa expectativa é ter mais seis ônibus até 2019”, finaliza o empresário.

 

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CNH de graça está de volta. Confira se tem para seu estado

CNH de graça: veja como participar
CNH de graça: veja como participar

Interessados em tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de graça têm uma nova chance este mês. Foram abertas inscrições para vagas remanescentes em alguns estados. Podem se candidatar pessoas de baixa renda que desejam ter a primeira habilitação ou para profissionais que queiram mudar de categoria.

Podem participar do processo seletivo para a primeira CNH cidadãos jovens entre 18 e 27 anos e que tenham renda comprovada de até três salários mínimos.

O financiamento dos documentos é feito integralmente pelo SEST SENAT. Quem possui habilitação por pelo menos um ano e quer mudar de categoria precisa ter entre 21 e 50 anos. Para a inserção de novos motoristas é preciso comprovar renda de até três salários mínimos, saber ler e escrever. O candidato também não pode ter cometido infração de trânsito grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias durante 12 meses, como prevê o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Leia também: Programa paraibano de CNH de graça tem inscrições até dia 10

O SEST SENAT orienta o interessado ainda a ficar atendo ao seu e-mail, já que a comunicação com o inscrito será feita por meio do endereço eletrônico. A efetivação da inscrição não garante a participação no projeto.

Consta no Edital que o sistema informatizado de gestão de inscrições organizará aleatoriamente a listagem dos candidatos aptos. Serão considerados os requisitos de idade e renda. O ordenamento aleatório resultante será obedecido para convocação dos candidatos.

Vagas e inscrições
Nesta etapa, o programa oferece 1.902 vagas, das quais…[LEIA MAIS]

Farol de dia passa a valer em rodovias. Conheça as regras de uso das lanternas

Luzes diurnas tornam-se obrigatórias a partir desta sexta
Luzes diurnas tornam-se obrigatórias a partir desta sexta

Como noticiado exaustivamente, passa a valer nesta sexta-feira, 8, a obrigatoriedade do uso de luzes durante o dia nas rodovias brasileiras. Contrariar a Lei nº 13.290, sancionada em maio, prevê enquadramento do condutor em infração média, com perda de quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e multa de R$ 85,13. Mas existem dúvidas do que pode ou não com as novas regras, que esclarecemos a seguir.

Usar faróis baixos ou faróis de rodagem diurna (DRL) é suficiente para o cumprimento da Resolução nº 227/2007 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). O órgão, que aprovou recentemente o uso dos DRLs, já enviou ofício para órgãos responsáveis pela fiscalização de trânsito. 

Já o uso de faróis de neblina, de milha ou faroletes não cumpre a função exigida pela lei. Também não será multado o motorista que conduzir veículo com luzes LED. “Embora o texto legal não contemple expressamente a possibilidade dos faróis de rodagem diurna serem utilizados para os fins exigidos pela Lei 13.290, o Código de Trânsito Brasileiro deu competências ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para complementar os dispositivos de sinalização e os dispositivos e equipamentos de trânsito, bem como dirimir conflitos sobre competência de trânsito no âmbito da União, dos Estados e do Distrito Federal, conforme dispõem os incisos XI e XIV do Art. 12 do CTB. Ademais, o § 1º do Art. 105 do CTB determinou que o Contran discipline o uso de equipamentos obrigatórios dos veículos”, afirma o Contran em nota.

Prevenção
O uso das luzes durante o dia é mais uma norma de segurança. Estudos apontam que a maioria das colisões frontais é causada pela não percepção do outro veículo por parte do motorista a tempo de reagir para evitar o acidente ou pelo julgamento errado da distância e velocidade do veículo que trafega na direção contraria em casos de ultrapassagem. A maioria dos estudos sobre este assunto conclui que a presença de luzes acesas reduz significativamente o número de colisões entre veículos durante o dia, especialmente colisões frontais, onde a visibilidade do veículo é um fator crítico. A magnitude da redução varia bastante dependendo do estudo e do tipo de colisão, mas muitos estudos constataram uma redução entre 5% e 10%.

Para as motos, o uso das luzes já era obrigatório durante…[LEIA MAIS]

Produção de caminhões recua 24% no semestre

Produção de caminhões teve alta de 4,5% em junho frente a maio
Produção de caminhões teve alta de 4,5% em junho frente a maio

Na mesma linha dos automóveis leves, a produção de veículos pesados seguiu em queda no primeiro semestre. No caso dos caminhões houve recuo de 24,8%: 31,3 mil unidades deixaram as linhas de produção no acumulado de 2016 contra 41,6 mil, em igual período do ano passado. Já os ônibus tiveram queda ainda mais expressiva, de 33,4%. Foram fabricadas 9,2 mil unidades este ano e 13,9 mil no ano passado.

Em junho, no entanto, as linhas de produção ganharam fôlego. Foram 5,6 mil caminhões, 4,5% a mais com relação as 5,3 mil unidades de maio e 5,4 pontos percentuais acima da produção do sexto mês de 2015.

Resultado positivo também para as montadoras de ônibus, que tiveram elevação de 22,3 p.p. na produção em junho frente a maio, com 1,8 mil e 1,5 mil unidades, respectivamente. Na comparação com junho do ano passado – 1,8 mil unidades – houve alta de 1,4%.

Comércio
Já o licenciamento de caminhões no acumulado do ano retraiu 31,4%. Foram 25,6 mil unidades em 2016 no período de seis meses contra 37,3 mil no mesmo intervalo de 2015. Em junho foram vendidos 4,2 mil caminhões, volume 3% superior as 4,1 mil unidades de maio, e declínio de 32% sobre junho de 2015, com 6,2 mil unidades.

Com relação aos ônibus, as vendas caíram 7,8% na analise mês a mês, com 982 unidades em junho e 1,1 em maio. Ao defrontar o resultado com junho do ano passado, quando foram vendidos 1,4 mil ônibus, a queda é de 32%. No acumulado a retração é de 41,2%: 5,7 mil este ano e 9,7 mil em 2015.

Exportações
As exportações registraram baixa de 7,5% no resultado mensal, com 1,7 mil unidades em junho e 1,9 mil em maio, e de 13,2% na comparação com junho do ano passado, com 2,0 mil unidades. O resultado no acumulado é de 9,4 mil unidades, 8% inferior as 10,2 mil de 2015.

As exportações de 3,8 mil chassis para ônibus no acumulado de 2016 indica aumento de 17,7% sobre os 3,3 mil de 2015.

 

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Alckmin oferece recompensa de R$ 50 mil por assassino de policial rodoviário

Governador oferece recompensa para quem souber do paradeiro de criminosos
Governador oferece recompensa para quem souber do paradeiro de criminosos

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) informou nesta quinta-feira, 7, que a Secretaria da Segurança Pública oferece recompensa de R$ 50  mil por informações que levem ao paradeiro dos responsáveis pela mote do policial rodoviário Tarcísio Wilker Gomes, 43, durante roubo à empresa de transporte valores Prosegur, em Ribeirão Preto.

A denúncia deve ser feita pelo Webdenúncia. Não é preciso fazer qualquer cadastro, de forma que as informações pessoais são mantidas sob sigilo absoluto.

Os recursos para o Programa de Recompensa vêm do Fundo de Incentivo à Segurança Pública (Fisp), sob gestão da Secretaria de Segurança. A verba é liberada ao fundo para o pagamento da recompensa.

Procedimento
Ao acessar o site, a fonte deve seguir as instruções para registra a denúncia. Ao final do processo, ela recebe um número de protocolo e uma senha que permitirá o acompanhamento anonimamente do andamento da denúncia. O processo é semelhante a uma compra online.

A pessoa terá, ao concluir a denúncia, acesso ao resultado das informações fornecidas e checar se receberá a recompensa. Para recebê-la, o site fornecerá um número de cartão bancário virtual com o qual será possível efetuar o resgate total ou em parcelas do valor em qualquer caixa eletrônico do Banco do Brasil.

O WebDenúncia é duplamente criptografado para proteger o sistema.

As informações do denunciante são repassadas aos policiais civis e militares que atuam no WebDenúncia por meio de uma parceria entre a Secretaria da Segurança Pública (SSP) e o Instituto São Paulo Contra a Violência (ISPCV), que gerencia o sistema. Eles encaminham as informações às equipes responsáveis pelas investigações. A importância de informações para o Programa Estadual de Recompensa é analisada de acordo com cada caso denunciado.

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