New Fiesta: Linha 2017 vem com motor 1.0 turbo e preço nas alturas

Motor invocado torna carro 38% mais caro
Motor invocado torna carro 38% mais caro

A linha 2017 do New Fiesta terá o motor 1.0 turbo, desenvolvido pela Ford para oferecer a relação de alta performance e economia de combustível. Exclusiva na versão Titanium, a topo de linha da montadora, a tecnologia Ecoboost introduz no Brasil o conceito de motores menores. Mas o preço é bem salgado: R$ 71.990,00, uma diferença de 38,46% em relação ao modelo básico da linha, que custa R$ 20 mil a menos.

A chegada do New Fiesta 1.0 EcoBoost é uma aposta da Ford no segmento de compactos premium, veículos mais sofisticados e com maior número de equipamentos de segurança. O modelo vem com sete airbags, partida sem chave, sensor de presença, bancos de couro, rodas de liga leve aro 16, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, espelho retrovisor eletrocrômico, piloto automático, ar-condicionado digital, sistema de conectividade SYNC AppLink com comandos de voz e Assistência de Emergência. Tem também transmissão automática sequencial.

O novo motor entrega 125 cv de potência que o faz o mais forte do mercado. Roda 12,2 km/l na cidade e 15,3/l na estrada com gasolina. A 1.500 rpm, a faixa de rotação mais comum, entrega 90% do torque máximo, o que garante arrancadas e retomadas mais rápidas, indo de zero a 100 km/h em 9,6 segundos.

A linha 2017 descontinua o motor 1.5 Sigma e mantém as versões 1.6 SE, SEL e Titanium. Na configuração SE do 1.6, o consumidor encontra transmissão manual de cinco velocidades, ar-condicionado, direção elétrica, vidros dianteiros, travas e espelhos elétricos, alarme volumétrico, som MyConnection geração 3 e computador de bordo, por R$51.990.

A versão SEL 1.6 acrescenta controle eletrônico de estabilidade e tração (AdvanceTrac), assistente de partida em rampa, sensor de estacionamento traseiro, faróis de neblina, rodas de liga leve de 15 polegadas, sistema de conectividade SYNC com comandos de voz, AppLink e Assistência de Emergência, ar-condicionado digital, vidros elétricos dianteiros e traseiros com fechamento global e chave de segurança MyKey. Sai por R$58.790 com transmissão manual e R$64.990 com a sequencial. A versão Titanium também é disponível com motor 1.6, por R$70.690.

Condições
A marca oferece novas condições de financiamento e custo de revisão no lançamento da linha 2017 do New Fiesta. Os modelos chegam em julho e podem ser adquiridos com financiamento com taxa zero, plano de revisões com garantia estendida e seguro com valor reduzido, sem perfil do motorista.

O hatch premium pode ser financiado com entrada e 18 parcelas e em 24 parcelas para os demais modelos com propulsor 1.6. O preço médio do seguro é de R$ 2.325 para o New Fiesta EcoBoost.

As revisões são três, a cada 12 meses ou 10.000 km durante os três anos de garantia, que saem por R$1.540 para o EcoBoost 1.0 e R$1.456 para os modelos 1.6. O cliente que optar pelo plano Ford Protect Advanced, fazendo uma quarta revisão aos 48 meses ou 40.000 km (por mais R$1.024), pode incluir o valor total de R$2.500 no financiamento e ganha gratuitamente um ano a mais de garantia de fábrica.

 

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Pedágio e viagem de ônibus passam por reajustes em SP. Saiba valores

Tarifa de pedágio terá alta de 9,32% em praças de rodovias paulistas
Tarifa de pedágio terá alta de 9,32% em praças de rodovias paulistas

Trafegar por estradas paulistas sob concessão ficará mais caro a partir desta sexta-feira, 1º, quando passa a valer o reajuste de 9,32% nas tarifas de pedágio. O reajuste, autorizado pela Agência de Transportes de São Paulo (ARTESP) tem como base o IPC-A acumulado de doze meses, como estipulado em contratos de concessão. Ao mesmo tempo, a Agência anuncia alterações na tabela do transporte público intermunicipal de passageiros.

A receita dos pedágios viabilizou R$ 4,7 bilhões em obras, manutenção e recuperação da malha concedida. Outros R$ 450 milhões foram repassados para prefeituras relativos a impostos. A verba pode ser usada pelas administrações municipais para investimentos em prioridades.

O início de pedágio na Rodovia dos Tamoios também começa a partir desta data. A concessionária só poderia iniciar a operação das praças quanto atingisse 6% das obras de duplicação do trecho de serra, entre outras exigências previstas em contrato.

As praças dos quilômetros 15,7 e 56,6 passarão a cobrar, respectivamente, R$ 3,50 e R$ 6,20. A tarifa é parte da remuneração que irá viabilizar a construção de 21,6 quilômetros de novas pistas para a duplicação do Trecho de Serra da rodovia – obra orçada em R$ 2,6 bilhões.

ACESSE O LINK PARA CONSULTAR OS NOVOS VALORES DE PEDÁGIO NAS PRAÇAS DAS CONCESSIONÁRIAS.

Transporte
O sistema de transporte intermunicipal de passageiros terá novo valor a partir do dia 5 de julho. O percentual estabelecido de 9,56% representa a recomposição dos custos operacionais do sistema, variações de itens como diesel, que aumentou 10,28%, além do reajuste de 9,33% dos salários da categoria.

Outro componente é o preço dos ônibus suburbanos e rodoviários novos, que sofreram aumento de 16,23% e 22,32% respectivamente. Os passageiros que viajam com frequência podem comprar seus bilhetes rodoviários antes do reajuste – as passagens têm validade de 12 meses. 

 

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Caminhoneiros usam simuladores de direção em treinamento

Equipamentos vão capacitar 50 mil profissionais das estradas em três anos
Equipamentos vão capacitar 50 mil profissionais das estradas em três anos

Caminhoneiros em treinamento agora contam com um instrumento que, comprovadamente, ajuda tem contribuído com a redução de acidentes de trânsito. Profissionais das estradas capacitados pelo SEST SENAT (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte) têm parte das instruções nos simuladores de direção veicular, que a partir de julho serão obrigatórios para candidatos à Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Os 60 equipamentos híbridos oferecidos devem capacitar 50 mil motoristas de caminhão, carreta e ônibus até 2019.  Serão investidos R$ 41,56 milhões no projeto, montante que inclui o desenvolvimento de cursos, horas técnicas de manutenção, capacitação de instrutores e proposta pedagógica. Cada simulador custa, em média, R$ 692,7 mil.

A direção segura e eficiente, além de ajudar a reduzir acidentes e morte no trânsito, contribui ainda economicamente com a redução do consumo de combustível, menor custo de manutenção e menor impacto ao meio ambiente. “Além de contribuir para a segurança, o treinamento com os simuladores será importante para a redução de custos dos transportadores. O projeto atende à missão do SEST SENAT de promover o desenvolvimento profissional dos trabalhadores do setor de transporte e a responsabilidade socioambiental”, diz o presidente do Conselho Nacional do SEST SENAT e da CNT (Confederação Nacional do Transporte), Clésio Andrade.

Motoristas poderão vivenciar situações de risco por meio da tecnologia. Até junho do ano que vem, todos os 60 simuladores estarão em funcionamento. Salas específicas de treinamento estão em construção nas unidades.

A infraestrutura utiliza recursos de alto padrão tecnológico e didático, com sistema de som e imagens.  Cinco cursos estão sendo lançados, adaptados ao equipamento. Os conteúdos abordam temas como condução segura e econômica, situações de risco, uso de tecnologias embarcadas, aperfeiçoamento de motoristas para o transporte de passageiros e cargas especiais e manobras.

Resultados
Em pelo menos onze países em que os simuladores são usados, a experiência trouxe resultados. No Japão, por exemplo, motociclistas usam o aparelho para aprender a dirigir há 20 anos. A queda nos acidentes sobre duas rodas já foi expressiva em 1998. Em 2007, a utilização do equipamento também passou a ser obrigatória para a formação de motoristas.

Na Tailândia, China e França, os simuladores são permitidos para cumprimento de parte da carga horária. Os aparelhos vêm sendo amplamente utilizados pelas autoescolas e são considerados um importante aliado para melhoria do processo de formação.

Na Holanda, autoescolas apoiam o uso do simulador de direção na formação de motoristas. A categoria divulga os benefícios e a redução no índice de reprovações, além da melhoria no nível de habilidade do condutor. Há também o uso regulamentado de simuladores de direção veicular e anotação de resultados em países como República Tcheca, Irlanda, Lituânia, Romênia, Rússia e Eslováquia.

 

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O futuro da mobilidade com MINI e Rolls-Royce

Veículos foram pensados para as próximas décadas
Veículos foram pensados para as próximas décadas

Já imaginou como será a mobilidade nas próximas décadas? Se era difícil imaginar há década dos avanços do carro autônomo e do boom dos serviços online de compartilhamento de veículos, hoje dá para acreditar que vem muita coisa incrível por aí. E uma destas maravilhas começa a tomar forma em projetos do grupo BMW.

Como parte das comemorações de seu centenário, a montadora acaba de revelar dois carros-conceito para as marcas MINI e Rolls-Royce. O MINI Vision Next 100 e o Rolls-Royce Vision Next 100 materializam a visão de projetistas e engenheiros sobre a mobilidade nas próximas décadas.

O carro-conceito MINI, por exemplo, foi pensado como o futuro do carro sob o aspecto do envolvimento emocional e como a empresa pretende acompanhar um mundo cada vez mais conectado e digitalizado. O uso dos recursos é criterioso e voltado pra o compartilhamento do automóvel, apesar da individualidade que o modelo sugere em sua concepção.

O MINI do futuro estará totalmente acessível ao motorista, no local desejado e de forma totalmente autônoma, adaptando-se aos desejos pessoais, interesses e preferências de quem estiver ao seu comando. E no ponto central está a inteligência digital e conectada. “A MINI procura oferecer mobilidade inteligente e evidenciada em cidades, e que envolvem todos os sentidos. E, no futuro, você não necessariamente precisará possuir um veículo para desfrutar dos benefícios“, explica o vice-presidente sênior de Design do BMW Group, Adrian van Hooydonk.

“Digitalmente Meu” é uma das abordagens de temas do concept car. Permite que o veículo se torne instantaneamente adaptável às necessidades do motorista, ideal em situações de compartilhamento de carros. Um dispositivo central possibilita selecionar uma configuração customizada para cada condutor, envolvendo entretenimento, comunicações e opções de condução autônoma.

Rolls-Royce
Primeiro veículo puramente visionário na história de 112 anos da marca, o Rolls-Royce Vision Next 100 foi desenhado com o cuidado de garantir o futuro dentro dos apelos da marca como luxo, exclusividade, superação das expectativas e a combinação entre o trabalho artesanal e as novas tecnologias e tendências futuristas. Estas questões foram traduzidas para um veículo leve e movido a eletricidade.

O carro-conceito pode ser configurado de acordo com as necessidades de cada cliente, desde a configuração da carroceria até detalhes tecnológicos. Entre os aspectos-chave para uma nova dimensão de luxo automotivo, o Rolls-Royce Vision Next 100 incorpora o conceito de Visão Pessoal, em que os próprios clientes poderão encomendar seus próprios carros aos projetistas da marca por meio de um chassi construído artesanalmente a partir de materiais avançados e alimentados por um motor de emissões zero.

O veículo também é equipado com um assistente virtual batizado de Eleanor, em referência à modelo Eleanor Thorton, que serviu de inspiração à confecção da estatueta Spirit of Ecstasy (Espírito do Êxtase), tradicional ornamento que adorna o capô dos modelos da Rolls-Royce. Trata-se de uma representação virtual do adereço que surge no visor de LED e cuja inteligência cibernética é capaz de aprender sobre as necessidades e interesses dos ocupantes.

 

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Sindicato pede falência da Karmann-Ghia

Trabalhadores ocupam fábrica há 50 dias
Trabalhadores ocupam fábrica há 50 dias

Metalúrgico entrarão na Justiça com o pedido de falência da fábrica de peças automotivas Karmann-Ghia por abandono de patrimônio. O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC analisa que a opção é a mais viável para iniciar o processo de retomada das atividades da fábrica.

A decisão foi tomada durante ocupação da empresa, que já durava 48 dias. Os trabalhadores da empresa aceitaram a proposta em assembleia e decidiram permanecer no espaço.  “A ocupação é importante para garantir a permanência do maquinário e, assim, poder defender o que é de direito dos trabalhadores. É com a luta e a união dos companheiros que vamos encontrar soluções e exigir respeito”, afirma Rafael Marques, presidente do Sindicato.

De acordo com o sindicalista, a empresas está abandonada. Falta até energia elétrica por falta de pagamento. Há anos, afirma Marques, trabalhadores são prejudicados por erros administrativos da direção, situação que só piorou com o passar do tempo. “Os atrasos nos salários eram constantes e os benefícios trabalhistas deixaram de ser pagos. Fizemos várias tentativas de acordo, mas todos acabavam sendo descumpridos”, criticou.

O Sindicato tem também dialogado com várias empresas credoras da Karmann-Ghia em busca de soluções. “O maior patrimônio da empresa são os trabalhadores. Não estamos pensando somente nos direitos, mas em construir alternativas e voltar a operar”.

Acordo com a Ford
Trabalhadores da Ford, em São Bernardo, aprovaram acordo entre sindicato e empresa que evitará 850 demissões que a empresa pretendia fazer desde maio. Acordo garante a manutenção das cláusulas econômicas, PLR e data-base. Renova o Programa de Proteção ao Emprego (PPE) para trabalhadores horistas previstos por mais três meses. A estabilidade seguirá até janeiro de 2018, condicionada ao desligamento de cerca de 300 funcionários. 

Sistema de trabalho será alterado para o período de crise. Todos os funcionários serão treinados até setembro para se capacitarem ao trabalho nas duas montagens finais, de caminhão e de carro.

A partir de setembro, o PPE será encerrado e cerca de 450 companheiros entrarão em layoff (suspensão temporária do contrato de trabalho). A fábrica se comprometeu a estudar as possibilidades de revezamento na próxima fase e a não fazer demissões sumárias.

Com os acordos, os trabalhadores esperam passar pelo período de queda no setor automotivo. As análises de mercado indicam o setor terá uma recuperação lenta se nenhuma medida de estímulo muito forte for feita pelo governo. 

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Radares de estradas federais são reativados

Radares foram desligados por falta de recursos
Radares foram desligados por falta de recursos

Radares desativados em 414 trechos de estradas federais concedidas à iniciativa privada foram reativados. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) atendeu à determinação do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil até que seja definida alternativa que garanta o funcionamento dos equipamentos efetivamente.

O órgão solicitou o desligamento desses radares por falta de recursos. Em nota, alegou que “considerando os limites orçamentários da LOA 2016 (Lei Orçamentária Anual), o Dnit precisou pedir que os 414 equipamentos (que fiscalizam 838 faixas) mantidos nos trechos concedidos fossem desligados e o fez em maio e junho, até que houvesse garantia de nova suplementação orçamentária para garantir a fiscalização eletrônica também nos trechos concedidos, até o final do ano”.

O Dnit argumenta que a manutenção dos controladores de velocidade passa a ser de responsabilidade das concessionárias. O Ministério dos Transportes solicitou à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) a apresentação de uma solução, dentro de 30 dias, que viabilize o funcionamento dos equipamentos nesses trechos de rodovias federais.

Controle de velocidade
Os equipamentos integram o Plano Nacional de Controle de Velocidade (PNCV). São 3.467 equipamentos entre radares fixos, controladores de avanço de sinal vermelho e lombadas eletrônicas. No total, são 6.469 radares.

A manutenção e o monitoramento são feitos por empresas contratadas via licitação. As infrações de trânsito registradas pelos aparelhos são enviadas, automaticamente, para o Dnit. Conforme o órgão, mensalmente são investidos cerca de R$ 4 mil por faixa fiscalizada.

Como os contratos do atual PNCV vencerão em dezembro, o Dnit afirma que já está em processo de licitação a nova etapa do Plano. Os radares serão redistribuídos na malha rodoviária sob responsabilidade da União e garantirão o monitoramento de 7.947 faixas.

Segundo dados divulgados pela Coordenação Geral de Operações Rodoviárias do DNIT, a redução de acidentes nas rodovias foi o principal benefício que Plano Nacional de Controle Eletrônico de Velocidade trouxe aos cidadãos brasileiros. Comparando os registros da PRF, de 2010 até 2015 constata-se a redução no total de acidentes nas vias federais sob jurisdição do DNIT de 30,6%.

 

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ARTESP vai regulamentar comunicação com usuários de rodovias

Portaria padroniza atendimento de 0800 e ouvidorias
Portaria padroniza atendimento de 0800 e ouvidorias

A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) abriu consulta pública para regulamentar seus Sistemas de Relacionamento com os Usuários, realizados por número de telefone 0800 e demais canais de atendimento, e de Ouvidorias das empresas reguladas e fiscalizadas pelo órgão. A regulamentação tem o objetivo de aprimorar os serviços prestados aos usuários das rodovias sob concessão e os do transporte intermunicipal de passageiros.

Consulta permite aos usuários encaminharem suas contribuições e pedidos de esclarecimentos a respeito das portarias propostas, etapa que visa dar transparência ao processo e promover participação social.

A portaria prevê que as empresas ofereçam Sistema de Relacionamento composto de telefone 0800, e-mail, formulário eletrônico em site assim como aplicativos, mídias sociais e ferramentas de troca instantânea de mensagens. Todos os atendentes devem estar aptos a receber e resolver qualquer tipo de demanda. Os atendimentos de emergência, assim como pedidos de informações e alterações de serviço contratado estarão disponíveis 24 horas por dia.

O consumidor jamais terá sua ligação finalizada antes da conclusão do atendimento. O acesso a um atendente não ficará condicionado ao prévio fornecimento de dados. Será vetado solicitar que o usuário repita sua demanda após o registro do primeiro atendente. Prazos para resposta são de até um dia útil, a depender do caso. Portaria define ainda a mensuração dos índices de qualidade do atendimento.

Ouvidorias
A agência também fixará normas para o funcionamento das ouvidorias. Entre elas, a certificação de ouvidores para assumirem a função. Também prevê expediente das 8h às 18h, de segunda a sexta feira e que todas as manifestações permaneçam em sistema e à disposição da ARTESP pelo prazo mínimo de cinco anos.

No caso dos atendimentos telefônicos, os áudios devem ser armazenados por pelo menos dois anos. As Ouvidorias deverão disponibilizar meios para os usuários acompanharem suas manifestações e dar ampla divulgação de seus canais de atendimento. A ARTESP irá analisar todos os casos em que os usuários avaliarem as respostas recebidas como “insatisfatória” ou “não solucionada”, entre outras situações.

Os interessados em participar poderão analisar todos os critérios previstos nas minutas publicadas no site da Agência no link a seguir e enviar suas considerações até às 18h do dia 28 de julho por meio do formulário disponível na mesma página: www.artesp.sp.gov.br/transparencia-consultas-publicas.html. Durante o período de Consulta Pública, a ARTESP divulgará em seu site as contribuições recebidas. Os contatos dos participantes não serão divulgados.

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Mitos e verdades sobre a carteira de motorista

Conheça verdades e mitos sobre a CNH
Conheça verdades e mitos sobre a CNH

Muito do que se propaga pela internet sobre o trânsito é falso. Aconteceu com as multas de trânsito, com o golpe do IPVA e, constantemente, o internauta “esbarra” em conteúdo errado sobre a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

A CNH permite conduzir o veículo em todo o território nacional e em alguns países que mantêm acordo com o Brasil. Em São Paulo, são 22,6 milhões de carteiras de motoristas, sendo que 6,3 milhões – 27,8% – estão na capital.

Para que o leitor esteja bem informado sobre este documento, o Radar Nacional reúne agora informações do Detran- SP que esclarecem algumas dúvidas comuns sobre a CNH. Confira o que é mito e verdade:

O condutor pode dirigir com a CNH vencida por até 30 dias.

VERDADE. A legislação federal de trânsito permite que o motorista conduza normalmente por até 30 dias corridos após o seu vencimento, sem o risco de ser multado por portar documento fora da validade.

A renovação da Carteira Nacional de Habilitação é obrigatória mesmo que o cidadão não dirija.

MITO. Só quem faz uso da habilitação para conduzir veículo precisa renová-la.

Se a habilitação não for renovada logo após o vencimento o documento será cancelado e o motorista terá de refazer o processo do zero, como aulas e provas, além de receber multa.

MITO. Não existe prazo-limite para renovar a habilitação. Depois de vencida, a carteira de motorista pode ser renovada a qualquer tempo. Mesmo que fique anos sem renová-la, o cidadão não perde o direito a uma nova habilitação. Só é multado quem conduz com o documento vencido há mais de 30 dias. Nesse caso, a multa é de R$ 191,54, pois é infração gravíssima.

A partir dos 65 anos de idade o motorista fica impedido de dirigir.

MITO. Não há limite máximo de idade para que uma pessoa dirija. O médico especialista em trânsito, devidamente credenciado ao Detran.SP, é quem avalia se o condutor ainda tem condições de continuar dirigindo e por qual período. A diferença é que, a partir dos 65 anos, a validade da CNH passa a ser de três anos e não mais de cinco anos.

A CNH pode ser renovada 30 dias antes de vencer.

VERDADE. Não precisa esperar vencer para regularizar a situação. É possível antecipar a renovação em até 30 dias. Caso o condutor vá viajar, por exemplo, pode solicitar a antecipação da renovação em mais de um mês. Basta apresentar documentação (passagem, contrato de curso, reserva de hotel, etc) comprovando que estará ausente.

Se o motorista for parado em blitz da Lei Seca e se recusar a fazer o teste do “bafômetro” será liberado sem receber qualquer penalidade.

MITO.  Quem se recusa a fazer o teste é penalizado com multa de R$ 1.915,40 e suspensão do direito de dirigir por um ano. Se forem constatados sinais de embriaguez ou alteração da capacidade psicomotora, o condutor também responderá criminalmente. O argumento de que ninguém é obrigado a produzir provas contra si não se aplica nessa situação porque o Código de Trânsito Brasileiro (Lei Federal nº 9.503/97), no artigo 277, prevê essas penalidades pelo simples fato da recusa.

Não é permitido dirigir apenas com o boletim de ocorrência enquanto aguarda a emissão de uma nova CNH, mesmo em casos de furto ou roubo.

VERDADE. Nenhum documento substitui a habilitação, nem mesmo o protocolo do pedido de 2ª via emitido pelo Detran.SP ou o Boletim de Ocorrência emitido pela Polícia Civil. Conduzir sem portar a CNH é infração leve e o motorista é penalizado com multa de R$ 53,20 e três pontos no prontuário.

É permitido dirigir com a cópia autenticada da habilitação.

MITO. A CNH é documento de porte obrigatório e só a via original tem validade para a condução do veículo, como determina o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Se o adolescente for emancipado poderá tirar a CNH antes dos 18 anos.

MITO. O Código de Trânsito Brasileiro (Lei Federal nº 9.503/97) exige que o cidadão seja penalmente imputável. Isso significa ter maioridade penal, que se atinge apenas aos 18 anos de idade. Tanto a Constituição Federal quanto o Código Penal estabelecem que menores de 18 anos são penalmente inimputáveis.

O motorista que é flagrado dirigindo ou recebe multas e pontos enquanto cumpre suspensão do direito de dirigir é cassado e fica impedido de dirigir por dois anos.

VERDADE. O condutor que recebe a suspensão como penalidade, seja por exceder 20 pontos dentro de 12 meses ou cometer infração gravíssima que por si só elimina o direito de dirigir por um período, só pode voltar ao volante depois de cumprir a penalidade, fazer o curso de reciclagem e ter a habilitação restituída pelo Detran.SP. Se tiver a CNH cassada, o motorista terá de refazer os exames médico e psicotécnico, teórico e prático, além do curso de reciclagem.

Condutores recém-habilitados, durante o 1º ano do porte da Permissão para Dirigir, não podem dirigir em rodovias.

MITO. Não existe qualquer restrição para condutores com carteira provisória. Os permissionários podem dirigir em qualquer tipo de via pública aberta à circulação, incluindo as rodovias e vias de trânsito rápido, por exemplo.

 

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Olimpíadas: Restrições logísticas no Rio de Janeiro têm início em julho

Novos horários para circulação de veículos de carga entram em vigor em 18 de julho
Novos horários para circulação de veículos de carga entram em vigor em 18 de julho

As restrições logísticas na cidade do Rio de Janeiro começam a valer a partir de 18 de julho por conta dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Até 18 de setembro, a circulação de veículos de carga nas regiões Centro e Zona Sul fica proibida entre 6h e 21h. Já caminhões de menor porte, como os Veículos Urbano de Cargas (VUCs) e utilitários poderão rodar entre 11h e 17h.

Devido ao acesso ao porto do Rio de Janeiro, veículos de grande porte terão tráfego liberado entre 10h e 16h nas Zonas Norte e Oeste e na Avenida Brasil, além do período noturno.

Alterações no tráfego de veículos pesados foram feitas por meio do decreto nº 41.867/2016 e contemplam o resultado das negociações do Sistema FIRJAN com o governo municipal. A Federação apresentou um conjunto de propostas à administração municipal para minimizar o impacto das alterações logísticas para o setor produtivo.

Entre as sugestões aceitas estão a diminuição de 14 dias nas mudanças logísticas, que inicialmente entrariam em vigor no dia 4 de julho. A FIRJAN foi atendida ainda no pedido de que o polígono de restrições para todo tipo de veículos de cargas, de 320 km², fosse reduzido apenas às regiões Centro e Zona Sul, garantindo a liberação do VUC.

“A negociação liderada pelo Sistema FIRJAN para reduzir os impactos da restrição aos veículos de carga foi bem sucedida graças ao apoio de dezenas de entidades e empresas e ao entendimento da Prefeitura de que a economia do Rio de Janeiro não poderia correr o risco de ser paralisada durante os Jogos”, disse Isaque Ouverney, analista da Gerência de Ambiente de Negócios e Infraestrutura da Federação.

decreto n° 41.867/2016 da Prefeitura do Rio foi publicado em 21 de junho no Diário Oficial.

 

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Ministério do Trabalho e PRF vão fiscalizar jornada dos caminhoneiros

Excesso de fadiga em motoristas profissionais é responsável por morte de 2 mil pessoas por ano
Excesso de fadiga em motoristas profissionais é responsável por morte de 2 mil pessoas por ano

Ministério do Trabalho e Polícia Rodoviária Federal (PRF) vão atuar conjuntamente na fiscalização da jornada de trabalho dos motoristas profissionais de transporte de cargas. Reforço foi anunciado durante reunião na terça-feira, 38, do ministro Ronaldo Nogueira com representantes do Comando Nacional do Transporte.

“Vamos planejar mais ações integradas com a Polícia Rodoviária Federal”, ressaltou o ministro, lembrando que o órgão participa de um grupo móvel que fiscaliza o cumprimento da legislação.

Nogueira disse ainda que cumprimento da jornada é essencial para garantir a segurança nas estradas brasileiras. A Lei dos Caminhoneiros, sancionada no ano passado, determina o trabalho diário de motoristas profissionais de até 12 horas, sendo duas extras e outras duas definidas em acordo coletivo.

“Em muitos casos, os motoristas continuam ultrapassando 16 horas de trabalho sem parada. Não se trata da falta de pontos de parada, mas de desrespeito às regras”, relatou Ivar Luiz Schmidt, da direção do Conselho.

Representantes do CNT também pediram que o exame toxicológico para os motoristas seja custeado pelo SUS (Sistema Único de Saúde). “Junto com o ministro Ronaldo, vamos conversar com o Ministério da Saúde, a quem compete analisar esse pedido”, afirmou o ministro.

Cansaço
Setores ligados ao transporte de cargas afirmam que permitir que o caminhoneiro dirija por um período exaustivo é um ato criminoso. O Programa SOS Estradas estima que 2 mil pessoas devem morrer em função de acidentes provocados por motoristas profissionais com excesso de fadiga.

Quando o tema entrou em discussão, o Ministério do Trabalho, especialistas e parlamentares ligados a segurança no trânsito apresentaram à Presidência da República estatísticas que evidenciavam os efeitos da nova legislação. Em 2007, o MPT ouviu 104 caminhoneiros examinados durante operação nas rodovias do Mato Grosso. Cerca de 80% dos profissionais abordados pelos promotores relataram sentir sono em serviço.

 

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